Câmara de Braga cancela Noite Branca 2020

A Noite Branca de Braga 2020, agendada para o mês de setembro, foi cancelada face à pandemia da Covid-19.

Aproximando-se um levantamento de restrições impostas pelo Estado de Emergência, o presidente apela à responsabilidade dos bracarenses para se protegerem e aos seus familiares, “não pondo em causa os resultados conseguidos até agora”.

Fonte: Braga TV

Covid-19: Regras para o regresso às escolas ainda estão a ser estudadas, adiantou Diretora Geral da Saúde

As regras de funcionamento das escolas, depois da retomadas as aulas presenciais para os alunos do 11.º e 12.º anos, que poderá acontecer a 18 de maio, ainda estão a ser estudadas, adiantou a diretora-geral da Saúde.

Questionada sobre as condições em que decorrerá o regresso às aulas presenciais, a diretora-geral da Saúde adiantou que as medidas gerais estão a ser ponderadas entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação, ressalvando que alguns casos deverão ser avaliados individualmente.

“Há um conjunto de regras que vão ser aplicadas e também vão ser estudadas situações específicas. Obviamente que uma das situações específicas, que terá de ser vista praticamente caso a caso, é a questão dos docentes e dos discentes que possam ser mais vulneráveis”, disse Graça Freitas durante a conferência de imprensa diária sobre a situação da pandemia em Portugal.

A questão também foi levantada hoje pelos diretores escolares, que enviaram uma carta ao Ministério da Educação alertando para a necessidade de o Governo e a DGS darem indicações práticas de como devem organizar a reabertura das escolas.

Os diretores escolares alertaram para a urgência em conhecerem regras de funcionamento das escolas durante a pandemia, tais como o número de alunos por sala, para poderem organizar o recomeço das aulas presenciais.

O regresso de algumas atividades está a ser preparado também nos serviços de saúde, nomeadamente com o reagendamento de consultas e exames adiados devido à covid-19, segundo o secretário de Estado da Saúde.

“Estamos a fazer a programação de consultas, de atendimentos, de horários, de exames. Isso está a ser feito paulatinamente, mas há de facto uma necessidade de recuperar atividade assistencial que durante este tempo ficou um pouco para trás”, disse António Sales, sublinhando que a possibilidade de um segundo pico epidemiológico não pode ser descurada.

O governante reforçou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) está em permanente adaptação à evolução da doença provocada pelo novo coronavírus, acrescentando que atualmente há um esforço para responder a ambas as necessidades.

“O SNS está adaptado e está a adaptar-se em pista dupla para poder responder às duas situações, por um lado à atividade assistencial programada que ficou um pouco para trás durante este mês e, por outro lado, à possibilidade de poder aparecer uma segunda onda”, assegurou.

No mesmo sentido, António Sales adiantou que os equipamentos de proteção individual para os profissionais de saúde vão continuar a ser reforçados durante o mês de maio.

Também os cuidados de saúde mental estão na lista de preocupações das autoridades de saúde, em particular para a população mais idosa, que poderá ter de se manter em isolamento após o levantamento de algumas medidas de confinamento, por constituir um grupo de risco.

“Estamos muito atentos ao nível dos serviços, ao nível dos psicólogos e da Ordem dos Psicólogos, que nos tem dado uma ajuda muito importante. Essa é uma preocupação e estamos a fazer essa preparação de planos”, disse o secretário de Estado.

Portugal contabiliza 928 mortos associados à covid-19 em 24.027 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Relativamente ao dia anterior, há mais 25 mortos (+2,8%) e mais 163 casos de infeção (+0,7%).

Das pessoas infetadas, 995 estão hospitalizadas, das quais 176 em unidades de cuidados intensivos, e o número de casos recuperados passou 1.329 para 1.357.

Portugal cumpre o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o Governo já anunciou a proibição de deslocações entre concelhos no fim de semana prolongado de 01 a 03 de maio.

Covid-19. Regresso às aulas presenciais só com parecer das autoridades de saúde, defende Fenprof

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) defendeu que a abertura dos estabelecimentos de educação e ensino durante a pandemia deverá depender do parecer favorável das autoridades de saúde, dos epidemiologistas e outros especialistas, e não “de motivações alheias”.

Em comunicado, a direção da Federação nacional dos Professores realça ainda que “há condições prévias e garantias que terão de ser asseguradas” para que essa reabertura possa ocorrer em segurança para todos os envolvidos.

Sobre essa reabertura, a Fenprof refere que a sua posição desde que começou o surto da covid-19 foi sempre a de que “as decisões sobre encerramento e abertura dos estabelecimentos de educação e ensino deverão depender do parecer favorável das autoridades de saúde, suportado na posição de epidemiologistas e outros especialistas de saúde pública”.

“Este terá de ser o interesse prevalecente. Nada justifica que a Fenprof altere a sua posição” sobre o assunto, adianta.

Assim, diz, quando se verificarem condições que permitam a reabertura, esta deverá ser “gradual, com garantia, a docentes, alunos e pessoal não docente, de condições que garantam segurança e lhes permitam trabalhar com confiança”.

Para isso – acrescenta – será necessário a redução do número de pessoas em sala de aula, o que significa a constituição de grupos pequenos, de 10 a 12 pessoas, no máximo, e com um distanciamento de, pelo menos, dois metros entre si.

Em seu entender, exige-se também equipamentos de proteção para todos, designadamente máscaras, batas, luvas, viseiras e distribuição de gel desinfetante, e a garantia de condições higiénicas e de desinfeção adequadas, tanto nas instalações sanitárias, como nos corredores e salas de aula.

Para o regresso ao trabalho, a Fenprof propõe o resguardo dos docentes que, por idade ou situação clínica, integram grupos de risco, não podendo ser chamados ao trabalho presencial, bem como a contratação de docentes de forma a permitir o desdobramento de turmas e também a substituição dos que tiverem de se manter confinados.

Alerta ainda que, após a reabertura de aulas presenciais, caso se verifique o agravamento do surto epidemiológico, deverá essa decisão ser revertida.

Dado que o regresso à atividade presencial em segurança terá implicações a nível das condições de trabalho e da organização da atividade, a federação salienta que “não dispensa o direito de participar na elaboração da legislação, no âmbito de um processo de negociação coletiva, previsto na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas e no Estatuto da Carreira Docente”.

Reconhece que “o regresso à vida comunitária, para além de inevitável, é uma necessidade que decorre de diversos fatores, incluindo os de ordem social, psicológica, económica e até sanitária”, mas adverte que uma “abertura extemporânea acarretaria mais problemas do que vantagens, levando a perder todo o enorme esforço que tem vindo a ser pedido aos portugueses”

Quanto à Educação, o jornal Público adiantou do domingo que o governo admite a reabertura das escolas para os 11.º e 12.º anos, apontando a data de 18 de maio como provável para o reinício de aulas presenciais para estes alunos, tendo apontado, ainda, para a reabertura de creches em 01 de junho.

Portugal contabiliza 928 mortos associados à covid-19 em 24.027 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Relativamente ao dia anterior, há mais 25 mortos (+2,8%) e mais 163 casos de infeção (+0,7%).

Das pessoas infetadas, 995 estão hospitalizadas, das quais 176 em unidades de cuidados intensivos, e o número de casos recuperados passou 1.329 para 1.357.

Portugal cumpre o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o Governo já anunciou a proibição de deslocações entre concelhos no fim de semana prolongado de 01 a 03 de maio.

Despiste na Avenida dos Descobrimentos provoca um ferido grave

Esta manhã, pelas 7h45, o despiste de um automóvel, na Avenida dos Descobrimentos, à saída da cidade, provocou um ferido grave e um ligeiro. O veículo circulava no sentido Famalicão-Porto quando, por razões ainda desconhecidas, despistou-se e foi embater, com violência, num muro no final da avenida.

Os acidentados, que tiveram que ser desencarcerados, foram socorridos pelos BV Famalicão e por uma equipa da VMER. Um dos feridos foi transportado para o hospital de Braga e o outro para o Centro Hospitalar do Médio Ave, unidade de Famalicão.

Covid-19: Presidente da EDP admite descida do preço da eletricidade “de forma sustentada”

O presidente executivo da EDP, António Mexia, admitiu hoje uma descida do preço da eletricidade, “de forma sustentada”, tendo em conta a descida do preço do petróleo e o aumento do peso das renováveis.

O gestor, que falou depois de uma audiência com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, indicou que “o preço da energia é ditado no mercado em concorrência” e que a elétrica fará o que for necessário “para ser competitiva”.

“Estruturalmente havia já um impacto positivo das renováveis e temos esta descida histórica do petróleo. Os dois elementos contribuirão de certeza para uma descida do preço da energia a prazo de uma forma sustentada”, assegurou.

Mexia adiantou que a audiência com o Presidente da República serviu para falar do “passado recente” e do que foi feito no setor para combater o impacto da pandemia da covid-19, mas sobretudo sobre “a oportunidade única que Portugal tem para repensar o futuro”.

“Ainda na semana passada dissemos que mantínhamos o investimento, as contratações e compromissos com a cadeia de valor”, recordou Mexia.

Quanto ao ataque informático à EDP, Mexia “garantiu o funcionamento do sistema elétrico sem descurar a proteção a 100%” e assegurou que “não houve acesso a dados privilegiados e o que existe são informações muito genéricas” e que não afetam os clientes.

O presidente da EDP assegurou ainda que nunca foi recebido um pedido de resgate “formal” e que nunca foi pago “nem seria” qualquer valor.

Questionado sobre as medidas que têm sido implementadas, Mexia disse que “Portugal reagiu bem”, mas que é essencial que a liquidez chegue rapidamente “aos sítios certos”.

No dia 16 de abril, o presidente da EDP lembrou que – na mesma linha de compromisso com todos os atores do seu negócio – a empresa antecipou o pagamento a fornecedores, sobretudo pequenas e médias empresas, antecipou o subsídio de férias aos trabalhadores e permitiu a flexibilização do pagamento aos seus clientes afetados pela pandemia covid-19.

A EDP mantém ainda o plano de contratação de 700 trabalhadores em 2020, dos quais metade em Portugal, e o plano de investimentos de 9.000 milhões de euros até 2022.

Os acionistas da EDP aprovaram nesse dia a proposta do Conselho de Administração de distribuição de 694,74 milhões de euros em dividendos relativos a 2019, ano em que a elétrica teve lucros consolidados de 512 milhões de euros.

Humanitave: Fundação Calouste Gulbenkian apoia associação com 20 mil euros

A Fundação Calouste Gulbenkian atribuiu um apoio financeiro de 20 mil euros à Humanitave – Associação de Emergência Humanitária, com sede na freguesia de Pedome, em Vila Nova de Famalicão.

Este subsídio resulta da candidatura da associação ao “Cuida”. Um projeto da Gulbenkian que visa o apoio às associações que estão na linha da frente na ajuda das populações, neste tempo de pandemia.

O valor recebido vai ser utilizado na compra de uma carrinha, alimentação e medicação.

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