Morreu José Natário: O homem das bolas de berlim de Viana do Castelo

Faleceu esta segunda-feira, vitima de doença prolongada, o empresário José Natário, conhecido pelas bolas de berlim que confecionava em Viana do Castelo.

Para além da carreira na área da pastelaria, José Natário foi o fundador do clube Juventude de Viana.

O falecimento foi comunicado nas redes sociais do clube.

https://www.facebook.com/juventudeviana/photos/a.179825335431358/2499693360111199/?type=3

Obras no Hospital de Famalicão durante os próximos quatro meses

A partir desta segunda-feira, dia 14, arrancam as obras de construção da Clínica da Mulher e da Criança do CHMA, facto que obriga a alterações da localização de alguns atos assistenciais.

Assim as consultas das especialidades de Ginecologia, Obstetrícia e Pediatria passam a ser realizadas no Piso 2 da Unidade de Vila Nova de Famalicão. O acesso para estas consultas passa a ser feito pela entrada principal do Hospital.

Por outro lado, as colheitas de sangue para análise e o “controlo do sangue”, bem como a “pequena cirurgia”, passam a ser realizadas na Consulta Externa 1 (edifício principal das Consultas Externas). A entrada para o Serviço de Imagiologia passa também a ser feita pela Consulta Externa 1.

Estas alterações são temporárias, até ao final da construção da Clínica (para o que está previsto um prazo de 4 meses).

Os novos percursos de acesso a estas especialidades estão devidamente sinalizados nos locais próprios.

Época de vacinação contra a gripe começa hoje

Este ano, pela primeira vez, as vacinas são tetravalentes, protegendo contra quatro tipos de vírus, quando até aqui protegiam para um máximo de três.

Este ano foram gastos 11 milhões de euros para 1,4 milhões de doses no Serviço Nacional de Saúde (SNS), quando no ano passado o investimento foi de 4,3 milhões para a mesma quantidade.

A vacina tetravalente faz aumentar a probabilidade de o conteúdo da vacina coincidir com os vírus que vão circular e há a expectativa de a vacina ser mais efetiva e cobrir mais hipóteses de variação do vírus da gripe em circulação, como já explicou a diretor-geral da Saúde, Graça Freitas.

Além das vacinas disponíveis para administrar gratuitamente no SNS a pessoas nos grupos de risco (como idosos ou alguns doentes crónicos), haverá ainda mais de 600 mil doses nas farmácias e que podem ser compradas mediante receita médica, com comparticipação de 37%.

A Direção-geral da Saúde (DGS) avisa que é impossível prever a gravidade da próxima época de gripe, sublinhando a importância de o país se “preparar o melhor possível”, sobretudo através da vacinação.

Além da vacina, é recomendado que os doentes crónicos consultem o médico assistente e mantenham a sua medicação atualizada, alertando que muitas doenças podem descompensar com a gripe, como o caso da diabetes.

Além disso, as pessoas devem tomar medidas de proteção contra o frio e estar atentas às recomendações que vão sendo dadas pelas autoridades de saúde.

No SNS a vacina é gratuita para os cidadãos com idade igual ou superior a 65 anos, para pessoas residentes ou internadas em instituições, para pessoas com algumas doenças definidas, para profissionais de saúde do SNS e para os bombeiros.

A autoridade de saúde recomenda a vacinação aos profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados, incluindo os bombeiros, recordando que têm “maior probabilidade de exposição e de transmissão da gripe a pessoas com maior risco de complicações”.

Nos casos em que é gratuita e fortemente recomendada, como idosos, residentes em lares e alguns doentes crónicos, a vacina não necessita de receita médica e dispensa também pagamento de taxa moderadora.

A DGS recomenda ainda a vacina a pessoas entre os 60 e os 64 anos, bem como a grávidas ou a alguns doentes crónicos.

A gripe é uma doença contagiosa e que geralmente se cura de forma espontânea. As complicações, quando surgem, ocorrem sobretudo em pessoas com doenças crónicas ou com mais de 65 anos.

Professores regressam hoje à greve ao trabalho extraordinário

Os sindicatos alegam que a construção dos horários dos professores é ilegal, por impor um acréscimo de cerca de 30% às 35 horas semanais aplicáveis à generalidade da administração pública e também especificamente aos professores, conforme estabelece o Estatuto da Carreira Docente.

Pouco depois do arranque do ano letivo, os sindicatos retomam assim uma greve que transita do ano letivo anterior e que não tem data para terminar.

“A eventual suspensão desta greve dependerá da disponibilidade do Ministério da Educação, no caso, a próxima equipa ministerial, para respeitar o horário semanal de 35 horas que também se aplica aos docentes”, lê-se num comunicado da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), uma das dez estruturas sindicais que convocam a paralisação.

O pré-aviso de greve, que entra hoje em vigor, foi entregue ao Ministério da Educação na passada segunda-feira, e pressupõe que os docentes possam fazer greve a trabalho extraordinário como as reuniões intercalares de avaliação dos alunos, sempre que estas sejam marcadas fora do horário semanal de 35 horas.

“Este pré-aviso de greve destina-se a garantir que o horário semanal dos docentes seja efetivamente de 35 horas e não mais, bastando, para tanto, que os professores façam greve sempre que lhes for atribuída atividade que faça exceder, em cada semana, aquele número de horas de trabalho”, explica a Federação Nacional de Educação (FNE), também em comunicado.

A greve incide sobre reuniões de avaliação, reuniões de preparação e coordenação de trabalho letivo, secretariado de provas de aferição e exames, ações de formação, coadjuvação de aulas ou apoio a alunos, entre outras atividades, sempre que estas sejam marcadas fora do horário de 35 horas.

“Responsáveis do Ministério da Educação (ME) tentaram fazer passar a ideia de que semelhante greve, no ano que passou, não teve impacto, mas isso é falso. É verdade que a sua visibilidade pública não teve o impacto que têm as greves que deixam os alunos sem aulas, mas a greve, em muitas escolas, levou as respetivas direções a corrigir as ilegalidades e a acabar com os abusos. Isto só foi possível porque, contrariamente ao que afirmaram responsáveis do ME, as consequências fizeram-se sentir, através da anulação de reuniões ou da ausência de muitos docentes nas que se realizaram”, refere a Fenprof.

As duas federações recordam que tentaram dialogar com o ME no final do ano letivo passado sobre a revisão dos horários dos professores, de forma a respeitar as 35 horas semanais, mas sem resultados.

Outiz: Jovem em estado grave na sequência de colisão de mota com carro na EN206

Uma jovem de 24 anos ficou com ferimentos considerados graves, na sequência de um acidente de viação registado ao final da tarde deste domingo, Avenida Jorge Reis, estrada nacional 206 – que liga Famalicão à Póvoa de Varzim – na freguesia de Outiz.

A colisão, entre uma mota e um carro, deu-se por volta das 18h20 nas proximidades da antiga linha de comboio, atual ciclovia.

A vítima, em estado grave, era a condutora da mota envolvida no sinistro, foi transportada de urgência para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

No socorro estiveram os Bombeiros Voluntários Famalicão e Bombeiros Voluntários Famalicenses.

A GNR tomou conta da ocorrência.