Famalicão: Novo acidente de viação na Av. 9 de Julho

A Avenida 9 de Julho continua a registar um elevado número de acidentes de viação. Depois de no fim de semana passado um casal ter perdido a vida na sequência de um choque contra um poste de iluminação pública, este sábado registou-se mais um acidente.

O sinistro, um choque entre duas viaturas, aconteceu por volta das 14h30 e deixou uma pessoa ferida. De acordo com testemunhas a colisão aconteceu quando um peão atravessava a passadeira e um dos condutores viu-se obrigado a travar.

A única vítima, ocupante de uma das viaturas, foi assistida no local pelos Bombeiros Voluntários Famalicenses.

A28 cortada ao trânsito devido a acidente próximo do nó da Póvoa de Varzim

A A28 encontra-se cortada ao trânsito, na tarde deste sábado, na sequência de um grave acidente de viação entre um pesado e vários ligeiros, registado às 14h00 no sentido sul-norte, nas proximidades do nó da Póvoa de Varzim.

No local, a socorrer os 8 feridos, estão os Bombeiros Voluntários de Famalicão e Famalicenses acompanhados por outras corporações da região.

 

 

Empresas protestam contra proibição total de fogo de artifício que consideram “cega”

“Os empresários do setor da pirotecnia estão novamente, este ano, a ser prejudicados pelo Governo que decidiu voltar a impor uma proibição total dos espetáculos de fogo de artifício, para vários distritos do país, devido às previsões de temperaturas altas e risco de incêndio”, referiu a ANEPE num comunicado.

Segundo adiantou à Lusa Pedro Gonçalves, da direção da associação, o evento ainda não tem data, mas os destinatários são os ministérios da Administração Interna (MAI) e da Agricultura e Pescas, que decidem a proibição.

De acordo com a organização, o MAI “tem ignorado os fundamentos técnicos que são conhecidos e que revelam que não há uma relação direta entre o número de incêndios que o país regista todos anos e o lançamento licenciado de fogo de artifício em zonas não florestais”.

A associação recordou que “um estudo da Universidade de Coimbra confirmou essas mesmas conclusões e revelou que as distâncias de segurança que vigoram atualmente no país para o lançamento de artigos pirotécnicos são suficientes e que garantem um baixíssimo risco de incêndio associado a esta atividade”.

Em abril, a organização garantiu que apenas 0,01% da área ardida a nível nacional entre 2008 e 2018 teve como causa incêndios provocados por fogo de artifício.

Na mesma nota a ANEPE indicou que pediu várias vezes para ser recebida pelo ministro da Administração Interna, “sem sucesso”, e que, por isso, “os empresários decidiram entregar as chaves das empresas e das fábricas de pirotecnia à tutela”.

“Cada verão passou a representar para os empresários deste setor milhares e milhares de euros de prejuízos, isto sem referir o impacto destas proibições para as economias locais que ganham indiretamente com os tradicionais eventos de fogo de artifício que se realizam durante as festas de verão em todo o país”, lamentou a ANEPE.

A organização concorda que “existam proibições destes espetáculos se os comandos distritais da Proteção Civil e restantes autoridades locais considerarem que há um risco associado”, mas acusou as proibições totais de serem “medidas avulsas, cegas e com o mero intuito de mostrar ao país que alguma coisa é feita para evitar grandes incêndios”, segundo o documento.

A ANEPE garante que apesar de o executivo “ter decretado a Situação de Alerta Especial, onde vigora a proibição total de fogo de artifício para vários distritos, a Autoridade Nacional de Proteção Civil comunicou que apenas está proibido o lançamento de fogo-de-artifício não autorizado, ou seja, na prática a medida está a ser aplicada de forma aleatória”.

Esta situação implica que exista incerteza ao nível das autarquias o que leva a que as sociedades do setor estejam “sujeitas a uma medida que é aplicada de forma aleatória, sem uma lógica comum e que entrega as empresas à sua própria sorte”.

Santo Tirso: Caso de violência doméstica acaba com homem detido depois de esposa pedir o divórcio

Um homem com cerca de 50 anos foi detido em Santo Tirso, esta sexta-feira, pelo crime de violência doméstica.

A informação é avançada pela GNR. A detenção aconteceu graças à intervenção do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Especificas do Porto, depois da mulher ter sido hospitalizada devido à última agressão, altura em que denunciou o marido, na sequência de ter tomado a decisão de se divorciar.

As autoridades apuraram que a vítima, de 44 anos, foi maltratada com ameaças, insultos e agressões.

O agressor já foi presente a 1.º interrogatório judicial, no Tribunal de Instrução Criminal de Matosinhos. Ficou decidido que este não pode estar perto da vítima nem da casa onde ela reside.

 

Dois novos empreendimentos nascem em Famalicão

Vila nova de Famalicão receberá brevemente dois novos complexos habitacionais que pretendem melhorar a qualidade de vida das famílias, onde a segurança e tranquilidade imperam.

Miravilla surge numa área privilegiada da cidade de Vila Nova de Famalicão, na Rua D. Jorge Ortiga em Calendário, apenas a 500 metros do centro da cidade. Com vista panorâmica sobre a cidade e uma ampla zona verde, este empreendimento torna-se um dos locais de eleição para quem pretende residir numa zona central onde a natureza e a tranquilidade se unem, permanecendo sempre perto de todos acessos, escolas, comércios e principais serviços.

De um total de 6 apartamentos, todos eles de tipologia T3 com áreas desde 155m2: os apartamentos do 2º andar contam com amplos terraços e os do rés do chão com jardim privativo. O design interior é atrativo, elegante e de alta qualidade de construção. Estes apartamentos contam todos com uma garagem fechada para 2 viaturas, estando apenas disponíveis neste momento 3 para compra.

Não muito distante, dentro do perímetro urbano da cidade de Famalicão, está ser construído o Vila Nova Residences , junto à escola primária de Fontelo, num amplo espaço verde, constituído por 3 blocos num total de 24 frações, todos de tipologia T3.

Estrategicamente localizado, próximo dos principais serviços, oferta comercial e pontos rápidos de acesso, este novo empreendimento proporcionará o conforto e comodidade tão aguardado na cidade.

A grande vantagem da compra de um apartamento no complexo Vila Nova Residences é sem dúvida o valor de comercialização, uma vez que se tratam de imóveis minimalistas, elegantes, com áreas generosas, acabamentos pormenorizados e materiais de excelente qualidade.

Estes dois novos empreendimentos destacam-se ainda pela localização estratégica, com rápidos pontos de acesso ao centro da cidade, a auto-estradas e meios de transporte, permitindo uma maior proximidade com cidades vizinhas, como é o caso de Guimarães, Braga, Porto ou Póvoa de Varzim.

Poderá obter mais informações sobre os detalhes destes dois novos empreendimentos, comercializados pela Equipa Cristina Carvalho da RE/MAX através do e-mail cristina.carvalho@remax.pt ou através do contacto telefónico +351 910 102 220.

Compradores internacionais dispostos a pagar cada vez mais por calçado português

Os compradores internacionais valorizam atualmente o calçado português em 28%, quando em 2005 a referência à origem Portugal desvalorizava imediatamente o produto em 30%, segundo um estudo da Católica Porto Business School.

Elaborado para determinar como o local de produção influencia a perceção de valor do produto por parte dos clientes estrangeiros, o estudo baseia-se numa prova cega realizada em fevereiro deste ano junto de 80 retalhistas e importadores estrangeiros durante a feira internacional de calçado Micam, em Milão, Itália.

Conforme explicou Susana Costa e Silva, da Católica Porto Business School, durante a apresentação do estudo que decorreu hoje no Porto, do trabalho resultou que, face a um par de sapatos avaliado em 100 euros “a olho nu”, os compradores avaliam-no em 128 euros (+28%) quando sabem que é ‘made in [fabricado em] Portugal’.

Em 2005, pelo contrário, os compradores desvalorizavam o calçado português em 30%, ou seja, só estavam dispostos a pagar 70 euros pelo produto após verem a etiqueta de origem, enquanto em 2015 uma prova cega semelhante apontava para um défice de imagem do ‘made in Portugal’ na ordem dos 18%.

Comparando a valorização do calçado português face ao italiano, a investigadora da Católica referiu que “quando não se mostra a origem as pessoas tendem a ligeiramente a preferir o calçado nacional”, mas quando é revelado o país produtor “há um diferencial de 19% em que o calçado italiano é mais valorizado que o português”, apesar de este ‘gap’ ter vindo a diminuir.

De acordo com o estudo da Católica Porto Business School, a qualidade do produto, o ‘know how’ (conhecimento) no processo produtivo e a qualificação de mão de obra são os principais “atributos que [os compradores internacionais] espontaneamente atribuem ao calçado português”.

Salientando que, “pela primeira vez na história, o público internacional está disponível para pagar mais pelo calçado português”, o diretor de comunicação da Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos (APICCAPS) explica esta valorização com o investimento de 6,4 milhões de euros feito em promoção externa do setor nos últimos dez anos e que se traduziu num aumento superior a 47% (equivalente a 700 milhões de euros) das exportações, para cerca de 1,9 mil milhões de euros.

“Por cada 14 cêntimos que investimos conseguimos alavancar 100 euros de exportação”, destacou Paulo Gonçalves, avançando que até ao final de 2020 o investimento previsto para promoção de empresas e marcas é de mais dois milhões de euros.

Como principais desafios de futuro para a indústria portuguesa do calçado, o secretário de Estado da Internacionalização – que esteve presente na sessão de apresentação do estudo — apontou a aposta no ‘e commerce’ (comércio eletrónico), com a consequente alteração da estrutura dos canais de distribuição, as questões da sustentabilidade e as colocadas pelas alterações climáticas, pelos efeitos que têm na moda e no momento de compra dos produtos.

“Estes são elementos de gestão de grande complexidade para os próximos anos”, considerou Eurico Brilhante Dias, salientando que o setor português do calçado é um exemplo de “trabalho muito bem feito” ao nível da “sofisticação” do negócio e da “construção de uma economia com maior valor acrescentado”.

Para o presidente executivo da APICCAPS, Manuel Carlos, a indústria portuguesa de calçado distingue-se dos principais concorrentes por “competências” cada vez mais valorizadas como a produção de pequenas séries, a resposta rápida e a proximidade dos mercados.

“Quanto à perceção da marca temos perspetivas que não podemos quantificar, mas que são muito boas. Temos um histórico de saber fazer que será um dos ativos que vamos aprofundar muito”, avançou.