Pedro Ramalho é o árbitro do Famalicão x Gil Vicente

A equipa de arbitragem para o jogo entre Famalicão e Gil Vicente, da 3.ª jornada da I Liga, já está definida. A partida está marcada para domingo à tarde, no Estádio Municipal de Famalicão, e terá Pedro Ramalho como árbitro principal.

Rui Teixeira e Diogo Pereira serão os assistentes, enquanto Hélder Malheiro assume funções de 4.º árbitro. No videoárbitro estará Manuel Mota, com o apoio de André Dias como AVAR.

Lamine Beye reforça FC Famalicão por cinco temporadas

Lamine Beye, médio senegalês de 18 anos, é o mais recente reforço do Futebol Clube de Famalicão, assinando um contrato válido por cinco temporadas.

O jogador iniciou a sua formação no RS Yoff, onde se destacou na equipa principal, e foi a revelação da Ligue 2 do Senegal na época 2023-24, assinando depois pelo AJEL de Rufisque. Na temporada seguinte, destacou-se na Ligue 1 sénior, sendo considerado uma das surpresas do campeonato e distinguido como jogador do mês de março. O seu rendimento valeu-lhe recentemente a chamada à seleção sub-20 do Senegal.

Lamine Beye afirmou estar muito feliz pelo novo passo na carreira e honrado por jogar num clube de prestígio europeu. Definiu-se como “um médio de forte envergadura física, com boa capacidade técnica e que gosta de ajudar a equipa a praticar bom futebol” e comprometeu-se “a deixar tudo em campo para retribuir a confiança que o clube depositou”.

O senegalês revelou ainda ter falado com o compatriota Ibrahima Ba, que lhe deixou apenas elogios sobre o clube.

Incêndios: Candidato do CHEGA à Câmara de Famalicão critica governos e propõe reforço da proteção civil

Pedro Alves, Chefe do Quadro de Honra dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave e candidato do CHEGA à Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, manifestou solidariedade aos bombeiros e criticou os governos do PS e PSD pela gestão dos incêndios florestais.

O candidato, de 42 anos, destacou que os incêndios não são inevitáveis, mas resultado de negligência política e falta de planeamento. Recordou que Portugal perdeu mais de 139 mil hectares de floresta em oito meses, um valor recorde na União Europeia, com fogos de grande dimensão a afetar zonas como Chaves, Mirandela, Sabugal e Covilhã.

Pedro Alves responsabilizou diretamente os governos, acusando-os de falhanço no ordenamento florestal, desinvestimento em equipamentos e impunidade perante incendiários. Ao mesmo tempo, deixou uma mensagem de reconhecimento aos bombeiros: são, disse, “os verdadeiros heróis da proteção civil e merecem muito mais do que palavras de circunstância”.

No plano local, propõe medidas concretas para reforçar a proteção civil em Famalicão, incluindo investimento em veículos e equipamentos, formação especializada, vigilância tecnológica com drones, equipas de monitorização florestal, parcerias com empresas locais e planos de prevenção.

Pedro Alves defende ainda a aplicação das propostas nacionais do CHEGA, como a classificação da carreira de bombeiro como de risco e punições exemplares para incendiários, sublinhando que é necessário “liderança com coragem, lei e ordem”.

CHEGA reúne com ACIF para discutir futuro do comércio em Famalicão

A Comissão Política Concelhia do CHEGA de Famalicão reuniu-se com a Direção da ACIF – Associação Comercial e Industrial de Famalicão, presidida por Hélder Pereira.

Em cima da mesa estiveram temas ligados ao fortalecimento do comércio local, ao incentivo ao empreendedorismo e à importância da formação, considerados motores para o desenvolvimento económico e social do concelho.

Segundo o CHEGA Famalicão, ouvir as instituições representativas da economia local é essencial para compreender os desafios diários dos comerciantes e empresários. O partido sublinha que esse diálogo permite “construir soluções que promovam dinamismo, inovação e competitividade”.

Já a ACIF chamou a atenção para as dificuldades que o setor atravessa no atual contexto económico e apresentou propostas que a estrutura concelhia do CHEGA garantiu estar disponível para analisar e integrar nas suas linhas de ação.

O encontro decorreu num clima de cooperação e proximidade. Para ambas as partes, a união entre política, tecido empresarial e sociedade civil é fundamental para projetar o futuro de Famalicão.

No final, o CHEGA reafirmou o compromisso de defender medidas que reforcem o comércio, apoiem o empreendedorismo e criem mais oportunidades de formação, com o objetivo de contribuir para um concelho “mais próspero e sustentável”.

IPMA prevê o regresso da chuva para domingo e deve manter-se durante a próxima semana

A chuva poderá estar de regresso já no próximo domingo, é o que indica a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Segundo os dados disponíveis, com os aguaceiros deverá esperar-se uma descida das temperaturas. A partir de domingo e até sexta-feira, dia 29, as temperaturas não devem ultrapassar os 25 graus.

Há previsão de chuva quase todos os dias, com exceção para terça-feira.

Pode acompanhar a previsão ao detalhe e atualizada aqui

Secretário de Estado admite alguma “descoordenação momentânea” nos incêndios

O secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, admitiu que possa ter havido falhas de coordenação no combate aos incêndios, explicando que a situação no terreno é muito complexa. Garantiu, no entanto, que a resposta global tem sido positiva, embora com algumas dificuldades. Referiu ainda que o Governo precisa de reforçar políticas de prevenção e gestão da floresta.

O governante disse que este verão trouxe condições meteorológicas anormais, como trovoadas secas e ventos fortes, e que por isso não há memória de um período tão difícil.

A situação de alerta terminou, já que se espera descida das temperaturas e aumento da humidade.

Rui Rocha lembrou que os grandes fogos obrigam a mobilizar muitos operacionais e isso pode atrasar a ajuda a algumas populações. Sobre críticas à falta de comando, afirmou que o responsável da Proteção Civil tem estado ativo no terreno.

Quanto ao apoio europeu, explicou que só é usado em último recurso. Destacou ainda o auxílio de Marrocos e da Suécia. Sublinhou, no entanto, que o maior problema não é a falta de aviões, mas sim o mau tempo que muitas vezes os impede de voar.

O Governo está também a preparar medidas de apoio para as populações atingidas.