Famalicão: Passeio das Velhas Guardas do GR Gavião é a 10 de maio

A vigésima segunda edição do Passeio das Velhas Guardas do GR Gavião tem como destino a cidade de Chaves. O convívio está marcado para o dia 10 de maio e representa mais uma jornada de amizade e de muitas memórias vividas no clube que, este ano, celebra 50 anos de existência.

Iniciado em 2001, excetuando os anos de 2020 e 2021, por causa da pandemia, este encontro anual, reúne a família do clube. Da Serra da Estrela, logo no primeiro passeio, passando por outras localidades da região Norte, as velhas guardas juntam-se para celebrar os bons momentos passados, para falar do presente e, também, sempre com sugestões para o futuro. Trata-se de um convívio que marca gerações e que é reservado apenas para os sócios.

Famalicão: Assaltam posto de combustíveis e levam 100 euros

Dois homens assaltaram, esta quinta-feira, um posto de abastecimento de combustível na freguesia de Mouquim. Terão agido de cara tapada com máscaras cirúrgicas e, alegadamente, tinham arma de punho.

Segundo o Correio da Manhã, os assaltantes, depois de ameaçarem os funcionários, fugiram do local com cerca de 100 euros. A GNR esteve no local, mas a investigação passou para a Polícia Judiciária.

Criptomoedas: Da Origem do Bitcoin à Revolução Digital

A história das criptomoedas é um percurso fascinante que transformou a forma como concebemos o dinheiro e as transações financeiras. Este percurso começou com o aparecimento do Bitcoin, a primeira moeda digital descentralizada, que introduziu um novo paradigma no sistema financeiro global e abriu caminho para o surgimento de diversas outras moedas digitais.

Lançado em 2008 através de um whitepaper publicado sob o pseudónimo Satoshi Nakamoto, o Bitcoin entrou em circulação no início de 2009 com a extração do “bloco gênese”. Esta inovação solucionou o problema do gasto duplo – a utilização da mesma moeda para múltiplas transações – através da tecnologia blockchain, um registo público e imutável. A confiança depositada na rede, sem a necessidade de intermediários como bancos, impulsionou a adoção do Bitcoin e, com o tempo, criou um ecossistema onde investidores e utilizadores passaram a acompanhar.

Com o sucesso do Bitcoin, surgiu uma nova geração de moedas digitais conhecidas como altcoins, que procuraram melhorar ou diversificar as funcionalidades apresentadas pela primeira criptomoeda. Em 2011, por exemplo, foi lançada a Litecoin, com tempos de transação reduzidos, enquanto outras moedas como Ripple e Monero surgiram com propostas próprias de privacidade e eficiência. À medida que o mercado evoluiu tornou-se natural ficar a par de dados como o preço do Cardano (outra criptomoeda bem conhecida) ou estar por dentro da evolução de mercado do Doge.

O surgimento do Ethereum, em 2015, marcou uma revolução, pois introduziu os contratos inteligentes – programas autoexecutáveis que abrem espaço para aplicações descentralizadas (dApps) e o desenvolvimento de finanças descentralizadas (DeFi). Estas inovações permitiram que as criptomoedas ultrapassassem o mero conceito de meio de troca, transformando-se em plataformas multifuncionais capazes de suportar uma vasta gama de serviços digitais.

Nos anos seguintes, o mercado de criptomoedas expandiu-se de forma explosiva. O ano de 2017 ficou marcado pela intensa atividade do mercado, com a realização de inúmeras Ofertas Iniciais de Moedas (ICOs) que captaram a atenção dos investidores e possibilitaram o lançamento de novos projetos com modelos de negócio inovadores. Apesar de alguns destes projectos se revelarem arriscados ou até fraudulentos, o interesse do público e de investidores institucionais impulsionou o desenvolvimento contínuo de tecnologias que aprimoram a segurança, escalabilidade e eficiência das transações digitais. A crescente adoção por parte de grandes empresas e o reconhecimento por parte dos reguladores contribuem para a consolidação deste mercado, que ultrapassa fronteiras e transforma sistemas tradicionais de pagamento em todo o mundo.

Atualmente, as criptomoedas não se limitam à função de reserva de valor ou meio de troca. O seu potencial revolucionário abrange desde a digitalização de identidade e a transparência em cadeias de abastecimento até à criação de novos modelos de governança económica. A descentralização, aliada à capacidade de inovar de forma contínua, fez com que estas moedas digitais se tornassem fundamentais num mundo cada vez mais digital. Assim, a história das criptomoedas é marcada por constante evolução, onde cada nova geração e cada inovação tecnológica contribuem para moldar o futuro das finanças e das transações digitais.

Famalicão: Escola Rosa Oliveira brilha nos nacionais de Milha em Estrada

Esta sexta-feira, a Escola de Atletismo Rosa Oliveira conseguiu excelentes resultados nos Campeonatos Nacionais de Milha em Estrada, que decorreram na Marinha Grande.

Coletivamente há um terceiro e quarto lugares em juvenis, masculinos e femininos, respetivamente. Individualmente, João Azevedo conquistou o bronze no escalão sub-23.

Esta competição, que vai na segunda edição, é uma organização da Federação Portuguesa de Atletismo.

Famalicão: Semana Académica começa este sábado

Até ao dia 2 de maio decorre a Semana Académica de Famalicão. Este sábado, 26 de abril, às 21h30, no átrio exterior da Universidade Lusíada, acontece o “Traçar das Capas” e a Serenata, nos Paços do Concelho, à meia noite. Participam as tunas masculinas e femininas da Lusíada e da CESPU.

No domingo, realiza-se a Missa de Finalistas, às 14h30, na Igreja Matriz Nova, e a cerimónia de imposição de insígnias, às 16h30, no centro pastoral. O tradicional Cortejo Académico decorre na quarta-feira, dia 30 de abril, a partir das 14h30, pelas ruas do centro da cidade.

Entretanto, a sessão solene do Dia da Universidade Lusíada está marcada para o dia 17 de maio. O programa contempla uma missa de ação de graças, às 15 horas, na Igreja Matriz Nova, presidida pelo Bispo Auxiliar de Braga, Dom Delfim Gomes, com a participação do padre Miguel Rodrigues, diretor da Pastoral Universitária da Arquidiocese de Braga, do padre Francisco Carreira, Arcipreste de Famalicão, e do capelão da Universidade Lusíada, padre José Paulo Pereira.

Uma hora depois, decorre a sessão solene com testemunhos e as intervenções, entre outros, de João Duarte Redondo, Chanceler da Universidade Lusíada e presidente do Conselho de Administração da Fundação Minerva – Cultura – Ensino e Investigação Científica. A entrega de prémios, das Cartas de Curso e o hino académico encerram a sessão.

Mercadona aumenta em 19% o volume de compras a fornecedores nacionais em 2024

A Mercadona comprou no último ano, 1.400 milhões de euros a fornecedores nacionais, mais 19% do que no ano anterior. Um volume de compras que acompanha o crescimento da empresa e que garante o abastecimento das mais de 60 lojas em território nacional e também algumas do país vizinho.

Desde então, em 5 anos, a Mercadona já aumentou em 500% o seu volume de compras, tendo passado de um investimento de 217 milhões de euros para os atuais 1.400 milhões de euros.

Em 2024 foram compradas 38.000 toneladas de tomate, 22 milhões de litros de leite, 4.500 toneladas de queijo das várias regiões produtoras do país, e chegaram todos os dias às lojas mais 2.300 toneladas de peixe fresco de lotas nacionais. Números que se têm revelado não só um motor de desenvolvimento económico e social, como também, e sobretudo, uma aposta da empresa na diferenciação.

Pedro Barraco, diretor da Cadeia Agroalimentar da Mercadona, refere que “além do investimento direto, que resulta numa soma de mais de 4.500 milhões de euros em compras em cinco anos, temos também vindo a consolidar a parceria com os diversos Interfornecedores Especialistas de Norte a Sul de Portugal, e inclusive ilhas. Como resultado de um crescimento partilhado, foi também possível observar ao longo dos anos que muitos dos nossos fornecedores têm realizado investimentos estratégicos de modo a aumentarem a sua capacidade produtiva e garantirem a qualidade dos produtos, gerando um contributo positivo na economia nacional e criando também mais empregos. Muitos dos produtos nacionais que compramos como é o caso dos lácteos, fruta, legumes e padaria/pastelaria também chegam diariamente aos nossos clientes espanhóis, e assim, contribuímos também para a promoção dos nossos Interfornecedores Especialistas além-fronteiras.”

No distrito de Braga, por exemplo, a empresa trabalha com alguns fornecedores locais, como é o caso da Campicarn, da Kiwi Greensun, à qual a empresa comprou, no último ano, 5.000 toneladas de kiwi, ou da Confeitaria Alvorada, que coloca diariamente nas prateleiras da Mercadona o pão de ló tradicional.

Em 2025 com a abertura de mais 10 supermercados em Portugal, terminando o ano com 70 supermercados abertos, e com o objetivo de oferecer os produtos mais frescos e com a máxima qualidade aos clientes, a Mercadona continuará focada no seu compromisso de desenvolvimento de uma Cadeia Agroalimentar Sustentável.