Associação Famalicão em Transição realiza nova sessão pública sobre as hortas da Devesa

A Associação Famalicão em Transição promove, este sábado, entre as 9h30 e as 12h30, uma sessão pública de esclarecimento sobre o processo das hortas do Parque da Devesa.

O encontro é na entrada do antigo espaço, próximo do estaleiro do CeNTI, com a associação a prometer informações e esclarecimentos sobre a providência cautelar contra a deslocalização das hortas, bem como «as futuras ações e atividades, nomeadamente, a ação popular».

Famalicão: Primeira reunião do executivo municipal é quinta-feira

Depois da tomada de posse dos novos órgãos autárquicos, que decorreu no passado domingo, a primeira reunião ordinária do executivo municipal realiza-se esta quinta-feira, às 10 horas.
Será a primeira reunião de Mário Passos enquanto presidente, bem como de alguns novos vereadores da coligação PSD/CDS-PP e do PS
A reunião realiza-se em formato presencial e é aberta à população.

Economia: Exportações têxteis e vestuário continuam a crescer

O mês de agosto foi positivo para as exportações têxteis e de vestuário. Segundo dados do INE, trabalhados pela ATP, há uma tendência de crescimento com uma evolução de cerca de 10% face ao mesmo mês de 2019.

Nos primeiros oito meses do ano, o setor exportou 3,6 mil milhões de euros, registando um aumento de 1,2% face ao mesmo período de 2019.

Contribuíram para este balanço positivo: roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha, com um acréscimo de quase 79 milhões de euros (+25%); camisolas, pulôveres, cardigãs, coletes e artigos semelhantes, de malha, com um acréscimo de 61 milhões de euros (+22%); artefactos têxteis confecionados, incluídos os moldes para vestuário, com um acréscimo de 28 milhões de euros (+125%); fatos, conjuntos, casacos, calças, jardineiras, bermudas e calções (shorts), de malha, de uso masculino, com um aumento de 26 milhões de euros (+45%); vestuário e seus acessórios, de malha, para bebés, com um acréscimo de 14 milhões de euros (+29%).

Todavia, a recuperação no setor não é homogénea, existindo atividades e produtos que continuam a sofrer dificuldades de recuperação, evidenciadas pelos desempenhos nas exportações (com implicações para as atividades que estão a montante da sua produção), sendo os mais afetados os fatos de saia-casaco, conjuntos, casacos, vestidos, saias, saias-calças, calças, jardineiras, bermudas e calções, de uso feminino, em tecido, no conjunto com uma quebra de 64 milhões de euros (-30%); fatos, conjuntos, casacos, calças, jardineiras, bermudas e calções, de uso masculino, em tecido, com quebra de 54 milhões de euros (-30%); t-shirts, camisolas interiores e artigos semelhantes, de malha, menos 32 milhões de euros (-5%); tecidos contendo, em peso < 85%, de fibras sintéticas descontínuas, menos 23 milhões de euros (-40%); camiseiros, blusas, de uso feminino, em tecido, com menos 20 milhões de euros (-11%).

França destaca-se quanto ao destino dos nossos têxteis e vestuário, com um acréscimo de 67 milhões de euros / +15%; os EUA (aumento de 56 milhões de euros / +25%) e Itália (mais 25 milhões de euros / +12%).

Relativamente a 2019, as exportações para Espanha, principal cliente da ITV portuguesa, registaram uma quebra de 178 milhões de euros, tendo sido o destino mais afetado.

Ainda assim, a balança comercial do setor registou um saldo positivo de 1 039 milhões de euros, com uma taxa de cobertura de 141%.

Futebol: Já há bilhetes para Coimbra

O Futebol Clube de Famalicão já colocou à venda os bilhetes para o jogo frente à Académica de Coimbra, referente à 3.ª eliminatória da Taça de Portugal, agendada para sexta-feira, às 18 horas, no Estádio Cidade de Coimbra.

Os ingressos têm um custo unitário de três euros, com a possibilidade de adquirir bilhete e garantir transporte por 10 euros. A saída do autocarro está marcada para as 15 horas, à entrada da Bancada Placard.pt, com as inscrições a serem efetuadas na Loja Oficial.

Devido a vários pedidos de estudantes famalicenses em Coimbra, o Futebol Clube de Famalicão informa que quem pretender assistir à partida e regressar, posteriormente, deve entrar em contacto pelo número 252 011 123 para efetuar a marcação.

Novas regras: Visitas hospitalares devem apresentar certificado digital ou teste negativo

Quem visitar um doente internado ou acompanhar um utente nos serviços do SNS vai ter de apresentar o certificado digital um resultado negativo de um teste à covid-19, segundo uma orientação da Direção-Geral da Saúde divulgada esta terça-feira.

Na orientação “Covid-19: Acompanhantes e Visitas nas Unidades Hospitalares”, atualizada esta terça-feira , a DGS refere que “a elevada cobertura vacinal contra a covid-19 atingida em Portugal, bem como a contínua e adequada organização dos circuitos de utentes nas unidades hospitalares e a implementação efetiva das medidas de prevenção e controlo de infeção, permitem respeitar o direito à visita e ao acompanhamento dos utentes nos serviços do SNS”.

As regras da DGS dizem respeito à visita e acompanhamento em contexto de internamento, de ambulatório e de urgência, especialmente, grávidas, crianças, pessoas com deficiência e pessoas com doença incurável em estado avançado e em processo de fim de vida.

As visitas hospitalares foram retomadas no dia 01 de outubro, altura em que o país avançou para a terceira e última fase do levantamento das restrições impostas para controlar a pandemia de covid-19, a qual impôs “um conjunto de medidas de caráter extraordinário” nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “num esforço concertado” para reduzir as cadeia de transmissão do vírus SARS-CoV-2.”

Segundo o documento, os hospitais, centros hospitalares e Unidades Locais de Saúde, em articulação com o Grupo de Coordenação Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infeções e de Resistência aos Antimicrobiano, devem adotar medidas de facilitação das visitas aos doentes internados e adaptar o Regulamento de Visitas à pandemia de covid-19.

O documento determina ainda que os utentes internados nos serviços de saúde do Serviço Nacional de Saúde têm direito a assistência religiosa, independentemente da sua religião.

As recomendações de prevenção e controlo de infeção devem continuar a ser respeitadas, nomeadamente o distanciamento físico entre visitante, utente e profissionais de saúde; etiqueta respiratória; utilização correta de máscara cirúrgica; e higienização frequente das mãos.

Também o número de visitantes por utente internado deve ser ajustado para garantir o cumprimento das medidas de prevenção e controlo de infeção, refere a DGS.

Nos termos da legislação em vigor, os visitantes devem apresentar o Certificado Digital Covid da União Europeia válido ou, em alternativa, um resultado negativo num teste para SARS-CoV-2: teste rápido de antigénio (TRAg) realizado até 48 horas antes, autoteste no próprio dia e no local e sob supervisão de um responsável ou teste PCR até 72 horas antes da visita.

A Direção-Geral da Saúde refere ainda que, “mediante a avaliação da situação epidemiológica local ou regional, pode ser determinado, em situações excecionais e devidamente justificadas, e em articulação com a autoridade de saúde local, a aplicação de medidas restritivas de visitas ou a sua suspensão temporária, nomeadamente em situação de surto”.

Governo agrava imposto sobre bebidas açucaradas (+ 20 cent.)

O Governo agravou o imposto sobre as bebidas não alcoólicas açucaradas em todos os escalões, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), entregue na segunda-feira na Assembleia da República.

De acordo com o documento, as bebidas mais doces, cujo teor de açúcar seja igual ou superior a 80 gramas por litro, têm um agravamento de 20 cêntimos/hectolitro (hl), passando a ter um imposto de 20,26 €/hl.

No escalão das bebidas com teor de açúcar mais baixo (abaixo dos 25 gramas/litro), o imposto passa de 1 para 1,01 Euro/hl e no escalão seguinte (igual ou superior a 25g/l, mas inferior a 50g/l) o imposto a cobrar sofre um agravamento de seis cêntimos, fixando-se em 6,08 Euro/hl.

Para as bebidas cujo teor de açúcar é igual ou superior a 50 g/l, mas inferior a 80 g/l, o imposto é de 8,10Euro/hl (era 8,02Euro/hl).

Nos concentrados líquidos, o agravamento acontece igualmente em todos os escalões de teor de açúcar, com a proposta de OE2022 a fixar os valores, respetivamente, em 6,08Euro/hl (era 6,02Euro), 36,47Euro/hl (era 36,11Euro), 48,62Euro/hl (era 48,14Euro) e 121,56Euro/hl (era 120,36Euro).

Já nas bebidas concentradas apresentadas sob a forma de pó, grânulos ou outras formas sólidas, a proposta do OE2022 agrava igualmente o imposto em todos os escalões, fixando os valores, respetivamente, em 10,13Euro/hl, 60,78Euro/hl, 81,04Euro/hl e 202,61Euro/hl por 100 quilogramas de peso líquido.

A receita obtida com o imposto sobre as bebidas não alcoólicas açucaradas foi consignada no OE2021 à sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde.

A proposta de Orçamento do Estado para 2022 prevê que a economia portuguesa cresça 4,8% em 2021 e 5,5% em 2022.

O primeiro processo de debate parlamentar do OE2022 decorre entre 22 e 27 de outubro, dia em que será feita a votação, na generalidade. A votação final global está agendada para 25 de novembro, na Assembleia da República.