Famalicão continua em risco elevado e obrigado a novas medidas de controlo da pandemia

Os concelhos que registam, pela segunda avaliação consecutiva, uma taxa de incidência superior a 240 casos por cem mil habitantes nos últimos 14 dias (ou superior a 480 se forem concelhos de baixa densidade), como é o caso de VN Famalicão, aplicam-se as seguintes regras de controlo da pandemia.

  • Limitação da circulação na via pública a partir das 23h00.
  • Restaurantes podem funcionar até às 22h30. Às sextas-feiras a partir das 19h00 e aos sábados, domingos e feriados durante todo o dia, o acesso a restaurantes para serviço de refeições no interior está permitido apenas aos portadores de certificado digital ou teste negativo. A limitação do número do número de pessoas por mesa mantém-se: máximo de 4 pessoas por mesa no interior e de 6 pessoas por mesa na esplanada;
  • Exigência de teste negativo ou certificado digital para o acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local;
  • Teletrabalho obrigatório quando as atividades o permitam;
  • Espetáculos culturais até às 22h30;
  • Casamentos e batizados com 25 % da lotação;
  • Comércio a retalho alimentar até às 21h00 durante a semana e até às 19h00 ao fim de semana e feriados;
  • Comércio a retalho não alimentar e prestação de serviços até às 21h00 durante a semana e até às 15h30 ao fim de semana e feriados;
  • Permissão de prática de modalidades desportivas de médio risco, sem público;
  • Permissão de prática de atividade física ao ar livre até seis pessoas e ginásios sem aulas de grupo;
  • Eventos em exterior com diminuição de lotação, a definir pela DGS;
  • Lojas de Cidadão com atendimento presencial por marcação.

Recorde-se que esta quinta-feira decorreu a conferência de imprensa após Conselho de Ministros. A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva fez uma atualização da situação dos concelhos. Esta sexta-feira, a Direção-Geral de Saúde deve, como habitualmente, divulgar os números de incidência por 100 mil habitantes em cada concelho. Recorde-se que no último relatório, a 16 de junho, o concelho apresentava 260 casos por 100 mil habitantes.

FC Famalicão: Afonso Rodrigues assina contrato profissional

O jovem Afonso Rodrigues, de 18 anos, firmou um contrato profissional para as próximas três temporadas com o FC Famalicão – Futebol SAD.
O extremo chegou ao clube na temporada 2015/2016 e disputou o Campeonato Nacional nos escalões sub-15, sub-17 e sub-19 ao longo das últimas épocas. Na presente temporada vai estrear-se a nível sénior, integrando a equipa sub-23 do Futebol Clube de Famalicão.
«Esta é uma prova de confiança por parte do clube nas minhas capacidades. Vou continuar a trabalhar com empenho e dedicação para ajudar o clube e poder concretizar o objetivo de subir à equipa principal», confessou Afonso Rodrigues, que se apresenta como um jogador «com boa capacidade de explosão e que remata bem fora da área»

Autárquicas 21: Ana Loureiro é candidata do BE à Assembleia de Freguesia de Joane

A candidata do Bloco de Esquerda, com 22 anos, é licenciada em Ciências dos Computadores, pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Ana Loureiro apresenta-se como feminista e ambientalista.

Ana Loureiro acredita também que as mudanças têm de começar pelo poder local. O programa da jovem dá prioridade aos apoios sociais, ao respeito pelos direitos laborais, à proteção da natureza e ao investimento na cultura e educação.

 

Famalicão: Bruno Vieira Amaral recebe Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco

O prémio vai ser entregue pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e o presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), José Manuel Mendes, no Centro de Estudos Camilianos, em Seide. O prémio vai ser entregue na próxima segunda-feira, dia 26 de julho, pelas 17h00.

O Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco é organizado pela APE em parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e galardoa anualmente uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa. Annabela Rita, António Carlos Cortez e Cândido Oliveira Martins foram os júris da edição deste ano e decidiram unanimemente o nome do vencedor.

«O volume de trinta contos de Bruno Vieira Amaral destaca-se da restante produção recebida por este júri», lê-se na ata do júri sobre o livro publicado pela Quetzal. A obra «congrega uma apurada técnica narrativa com uma imaginação de universos de linguagem e de personagens que, saídos do real quotidiano e urbano, moldam uma visão do mundo que é a um tempo realista e irónica, e não raro, trágica…», concluem. O vencedor foi premiado com 7.500 euros.

Bruno Vieira Amaral é escritor, crítico literário, tradutor e autor do blogue “Circo da Lama”. Formou-se em História Moderna e Contemporânea pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e é, atualmente, editor-adjunto da Revista Ler, cronista do Expresso e da revista GQ. O escritor teve o seu primeiro livro, “As Primeiras Coisas” publicado em 2013. Em 2017, lançou a sua segunda obra literária intitulada “Hoje Estarás Comigo no Paraíso”. O seu livro mais recente apresenta uma biografia do escritor José Cardoso Pires.

«Famalicenses pagam Loja do Cidadão; do governo nem um telefonema»

A Loja do Cidadão abre na próxima segunda-feira com todos os serviços previstos. «Finalmente, os famalicenses estarão na primeira divisão do acesso aos serviços nacionais, que até agora não tinham», enaltece o presidente da Câmara.

Depois da instalação dos serviços municipais no Balcão Único de Atendimento, «que lhe deram melhores condições, faltava igual processo nos serviços do Estado», recorda Paulo Cunha.

O presidente da Câmara diz que é a conquista de um serviço importante para as pessoas, dado «o terceiro-mundismo que caraterizava as condições de trabalho dos funcionários públicos e de atendimento aos cidadãos, em instituições como o Registo Civil, Registo Predial ou Comercial, a Segurança Social, a Autoridade Tributária, eram degradantes».

Mas Paulo Cunha lembra que foi a Câmara Municipal a dar o passo porque o Governo, que criou Lojas do Cidadão noutros concelhos, não disponibilizou verba para Famalicão. «Quem paga esta obra são os famalicenses, não são os portugueses (através dos impostos), como todas as outras Lojas do Cidadão. Por isso, os famalicenses têm razões de queixa».

Recorde-se que a Loja do Cidadão, instalada no antigo supermercado Inô, custou dois milhões de euros e apenas 20% foi pago por fundos comunitários. Os restantes 80% são custeados pelo município.

Apesar de não ter recebido nenhuma resposta do Governo quanto a um apoio financeiro, «nem um telefonema», o presidente da Câmara diz que não vai desistir de procurar financiamento para que o esforço municipal seja ressarcido e «aliviados os encargos com os famalicenses».

O certo é que esta segunda-feira, quando a Loja abrir, ela «estará paga e com o esforço municipal e dos impostos dos famalicenses».

A Loja do Cidadão reúne no mesmo espaço a Conservatória do Registo Civil, a Conservatória do Registo Predial, Comercial e Automóvel, os dois serviços de finanças, a delegação local da Segurança Social e um Espaço do Cidadão