Feira de Joane reabre dia 16 – Saiba quais são as regras para clientes e feirantes

A feira de Joane reabre no próximo dia 16, com todas as normas de segurança para feirantes e clientes.

As medidas estão a ser avaliadas pelas entidades envolvidas no processo, como é o caso da junta de freguesia e da GNR.

A Cidade Hoje está em condições de avançar com algumas das normas que vão ser estabelecidas na abertura da feira:

  • Espaço reduzido a uma entrada e saída
  • Entradas controladas de forma a que a lotação definida para a feira (100 pessoas) não seja ultrapassada
  • Comerciantes e feirantes devem respeitar as novas delimitações do espaço, criadas com as distâncias recomendadas pelas entidades de saúde
  • Todos os clientes e feirantes estão obrigados a usar máscara
  • Os comerciantes devem usar o equipamento de proteção tido por adequado (máscara), sendo obrigados a disponibilizar gel desinfetante e luvas descartáveis aos clientes
  • Cada feirante deverá ter o seu próprio contentor do lixo

Na recinto vão estar elementos da GNR e da junta de freguesia local a garantir que todas estas normas estão a ser cumpridas.

 

Três utentes e um funcionário infetados em lares de Famalicão

Dos cerca de 1700 testes realizados à Covid -19 aos funcionários e utentes dos lares de idosos de Vila Nova de Famalicão, apenas quatro deram positivo – três utentes e um colaborador.

Os resultados finais foram anunciadas, esta sexta-feira, pela Câmara Municipal e confirmam a notícia avançada pela Cidade Hoje esta quinta-feira.

O rastreio a residentes em lares de idosos, unidades de cuidados continuados e lares residenciais de apoio à deficiência e aos funcionários revelaram uma baixa incidência infeciosa junto daquela que é uma das populações mais vulneráveis ao contágio.

Ao longo da última semana mais de 20 instituições foram rastreadas, segundo um acordo entre a autarquia e a ARS Norte.

A Câmara Municipal assumiu a responsabilidade e os custos pela realização dos testes aos idosos, numa operação realizada com o envolvimento do laboratório Unilabs e com o apoio do Hospital Narciso Ferreira, de Riba de Ave; já os testes aos funcionários das instituições foram da responsabilidade da Administração Regional de Saúde do Norte.

Reagendamento das consultas no SNS deve ser gradual

O despacho que determina aos centros de centros e hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) o reagendamento das consultas programadas e que não foram realizadas devido à pandemia de covid-19 foi publicado em Diário da República.

“Os órgãos dirigentes das entidades prestadoras de cuidados de saúde primários e hospitalares do SNS devem assegurar a identificação e reagendamento de toda a atividade assistencial programada não realizada por força da pandemia Covid-19, reportando o plano e o prazo de recuperação à respetiva Administração Regional de Saúde e à Administração Central do Sistema de Saúde”, refere o despacho assinado pela ministra da Saúde, Marta Temido.

O mesmo documento, que entrou em vigor no passado domingo, determina que a realização da atividade suspensa e o retomar das consultas não covid-19 nos estabelecimentos e serviços do SNS “deve ser gradual, dinâmica e assegurar o cumprimento rigoroso das normas e orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) em termos de segurança para utentes e profissionais de saúde, designadamente equipamentos de proteção individual, circuitos de doentes, testes de diagnóstico e boas práticas clínicas, nas diferentes áreas assistenciais”.

O despacho destaca que se deve salvaguardar “a prontidão de resposta necessária a um eventual aumento da incidência da infeção por SARS-CoV-2”.

“Enquanto a situação epidemiológica do país o justificar, e em especial durante o estado de calamidade, os estabelecimentos e serviços do SNS garantem que a realização da atividade assistencial ocorre com recurso a meios não presenciais”, refere.

Segundo o documento, deve utilizar-se mecanismos de telessaúde, designadamente programas de telerrastreio, teleconsulta, telemonitorização e teleconsultadoria, “exceto quando tal não for clinicamente adequado ou tecnicamente possível”.

As consultas presenciais devem ser marcadas “com desfasamento de horários de atendimento, incluindo ao fim de semana” e com hora marcada para garantir que “os utentes permanecem nos serviços de saúde apenas durante o período estritamente necessário”.

O despacho frisa também que a Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva deve acompanhar a evolução da disponibilidade de camas de cuidados intensivos nos estabelecimentos hospitalares do SNS, elaborar recomendações de atuação da resposta hospitalar face à situação epidemiológica local e apresentar proposta de revisão da rede de referenciação nacional de medicina intensiva de forma a responder aos desafios atuais.

A atividade assistência não urgente, desde que não implicasse risco de vida para os utentes, tinha sido suspensa a 16 de março, também através de um despacho da ministra da Saúde, que justificou esta medida com a necessária resposta aos doentes covid-19.

Na altura ficou definido que quando as consultas fossem retomadas devia ser respeitado “os critérios de antiguidade e de prioridade clínica”.

Laurus Nobilis Music Famalicão adiado para 2021

O Governo determinou que até setembro não haverá festivais de verão em Portugal devido à pandemia Covid-19 e, com esta medida, a 6ª edição do Laurus Nobilis Music Famalicão, que se iria realizar de 23 a 25 de julho, no Louro, foi adiada para 2021.

A Associação Ecos Culturais do Louro, entidade organizadora do Laurus Nobilis lamenta o sucedido, «mas compreende e apoia a posição governamental, pois sempre demos prioridade à segurança e, acima de tudo, à saúde pública de todos os visitantes, artistas, técnicos, expositores, parceiros, fornecedores, sócios e colaboradores do Laurus Nobilis», escreve, em nota de imprensa, José Aguiar, presidente da direção da Ecos Culturais.

Os bilhetes já vendidos são válidos para 2021, enquanto que «em outras situações seguiremos a regras que as estâncias governamentais estabelecem», avança José Aguiar.

AF Braga promove subida de divisão da A.D.Ninese, CD Lousado e UD Calendário

A A.F. Braga anunciou, em comunicado publicado na internet esta sexta feira, a promoção de equipas que militam nos campeonatos da associação.

https://www.facebook.com/AssociacaoDeFutebolDeBraga/posts/2830596857061125?__xts__%5B0%5D=68.ARA15puBR3SjdsT2vCMcN0B5wCAnbLGF1p-dmozHjSJ-8RbfbxhlsbcbqEP7tJyGDJWdIVgUIdVwap7DMWHDpqgYTkjYjEPW8__lMVomUFis8vQ4kJVhC1n87aNfArtxGgK1Edn-9EHwLP11aWKMPa5M5go-IZ0a1NWNv021YeJysYIGLLEGpol_K1rtGwMXtMkSX-URsJWJf-xiaH5QZtvbC6qbF7OSWIlYKcbcoTYlsNyMJoYbTnl_v2jSdHpW4QxY57SJ19_iJhpJdXr-gbfTGwyEDjMmUleQw_BGNx6cnGcPM-DQDVO-D5P-GhDWyrACM5VPRXy_MdG1SaSvJ9gJeg&__tn__=-R

 

Foram três as equipas do concelho de Vila Nova de Famalicão que beneficiaram desta decisão:

  • Associação Desportiva Ninense sobe para o Pró Nacional
  • Clube Desportivo de Lousado sobe para a Divisão de Honra
  • União Desportiva de Calendário sobe para a Divisão de Honra

 

Covid-19: Novo apoio a trabalhadores independentes é no máximo de 219,4 euros

O novo apoio para os trabalhadores independentes isentos de contribuições ou que tenham iniciado atividade há menos de 12 meses é no máximo de 219,4 euros, segundo comunicado divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

A medida integra um novo conjunto de apoios para aumentar a proteção social no âmbito da pandemia da covid-19 aprovado hoje no Conselho de Ministros.

Neste âmbito foi criado “um novo regime para abranger os trabalhadores independentes que não reuniam as condições de acesso à medida de apoio à redução de atividade”, sublinha o ministério liderado por Ana Mendes Godinho.

Segundo a tutela, “serão abrangidos os trabalhadores independentes isentos do pagamento de contribuições ou que tenham iniciado atividade há menos de 12 meses, sendo-lhes atribuído um apoio até 219,4 euros”, valor correspondente a metade do Indexante de Apoios Sociais (IAS).

Por sua vez, “o apoio extraordinário à redução da atividade de trabalhadores independentes, para aqueles que reúnem as condições de acesso (tal como para os sócios-gerentes), passa a ter um limite mínimo, igualmente fixado em 219,4 euros”.

Para os trabalhadores “que não se encontram enquadrados no sistema de Segurança Social, e que declarem o início ou reinício de atividade independente junto da administração fiscal, será atribuído um apoio de 219,4 euros”, pode ler-se no comunicado.

“Estas pessoas terão de se manter vinculadas ao sistema de Segurança Social durante um período de 24 meses”, explica o Ministério do Trabalho.

Já no caso dos membros de órgãos estatutários (sócios-gerentes), a tutela adianta que “o apoio concedido, similar ao que está disponível para os trabalhadores independentes, passa a ser atribuído àqueles que registem uma faturação anual de até 80 mil euros, independentemente do número de trabalhadores que tenham a cargo”.

O universo de empresas nesta situação está estimado em 190 mil, diz o ministério.

Até agora, este apoio estava previsto apenas para sócios-gerentes sem trabalhadores a cargo e com faturação anual até 60 mil euros.

Outra das medidas aprovadas é a redução para metade do prazo de garantia para o subsídio social de desemprego (prestação para quem não tem as condições para aceder ao subsídio de desemprego ou para quem já o esgotou).

O prazo de garantia passa de 180 dias para 90 dias no regime geral e de 120 dias para 60 dias no caso de trabalhadores que fiquem desempregados devido à caducidade de contrato a termo ou denúncia do contrato de trabalho durante o período experimental.

“O período de duração deste subsídio, nestes casos, é idêntico ao do novo prazo de garantia”, indica o ministério.

Quanto ao Rendimento Social de Inserção (RSI), o ministério sublinha que o acesso a este subsídio deixa de depender “excecionalmente” da celebração do contrato de inserção.