EB Pedome promove campanha de recolha de produtos informáticos para serem doados a alunos

Os alunos do Agrupamento de Escolas de Pedome da turma 6ºE, juntamente com a professora de Português, um representante da organização não governamental “Teach For Portugal” e a Associação de Pais do Agrupamento, decidiram levar a cabo uma campanha de recolha de equipamentos informáticos (computadores, tablets, telemóveis), que as pessoas ou empresas já não usem, de forma a que todos os alunos possam ter acesso a este bem tão precioso que é a educação.

Da campanha faz parte uma série no Youtube “La Casa de… Educação” que já conta com o seu primeiro episódio

 

Covid-19: Famalicão com mais 2 casos, são agora 272 infetados

Dados divulgados pela Direção Geral da Saúde no mais recente relatório de situação.

Famalicão: Carro desaparece do interior de garagem

O carro da imagem, um Mercedes com a matrícula 30-PO-05, desapareceu do interior da garagem de um prédio, em Vila Nova de Famalicão.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, o veículo estava estacionado no Edifício Palmeira, onde habita o proprietário. Terá sido levado por desconhecidos na madrugada do dia 14 sem deixar rasto.

O carro, no momento em que foi levado, tinha uma cadeira de criança rosa num dos bancos traseiros.

O caso já foi reportado às autoridades, contudo, o proprietário faz o que apelo para que quem tenha informações as possa dar à GNR e PSP.

 

Jorge Paulo Oliveira diz que há bancos que não protegem as famílias com créditos à habitação

Deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral de Braga, onde se inclui Jorge Paulo Oliveira, dirigiram um requerimento ao Banco de Portugal, pedindo explicações sobre a proteção das famílias que têm créditos bancários por compra de casa e que neste momento têm o salário reduzido ou ficaram sem emprego.

Jorge Paulo Oliveira recorda que, para fazer face à pandemia pela doença covid-19, o Parlamento aprovou medidas excecionais de proteção das famílias com créditos bancários. Mas, os deputados do PSD receberam relatos de cidadãos famalicenses e de outros concelhos do distrito, a denunciar que há bancos a colocar entraves que impedem que as famílias beneficiem deste regime de proteção, nomeadamente o direito a suspenderem o pagamento das prestações pelo crédito à habitação.

Os deputados do PSD lembram que compete ao Banco de Portugal a supervisão destas situações.

Segundo a denúncia do PSD, Agências Bancárias «negam todo ou parte o acesso a estes mecanismos de ajuda» com exigência de documentos «aparentemente sem cobertura lega», relata o PSD.

PASEC com aulas e serviços online

A PASEC – Plataforma de Animadores socioculturais também adaptou os seus serviços às contingências criadas pela covid-19. Assim, as aulas da Escola de Adultos passaram a ser à distância ao nível de línguas estrangeiras, informática e componente cívica. No caso em que não havia equipamentos disponíveis, os mesmos foram disponibilizados através de apoios de proximidade.

As Companhias Artísticas da PASEC numa fase inicial passaram a reunir em pequenos grupos para manter os ensaios previstos. Entretanto, após algumas reformulações, foi possível melhorar a experiência de interatividade online através de novas plataformas web. Assim, os ensaios de teatro passaram a conseguir envolver todas as crianças e jovens que estão integrados nos 11 grupos de teatro em funcionamento na Companhia de Teatro ADN. O mesmo aconteceu com os grupos da Companhia de Dança e Expressão Corporal Arena e da Companhia de Música ADV. A Companhia de Artes Visuais D’Art manteve os projetos em curso com a produção de ilustrações para livros pedagógicos e produção de cenários.

No total estiveram envolvidas nas aulas à distância e no acompanhamento pedagógico mais de 140 adultos e nas Companhias Artísticas mais de 520 crianças e jovens.

A única resposta que ainda não foi possível reativar foi o apoio pedagógico aos jovens e adultos com deficiência. Neste momento, a equipa técnica da PASEC Advantage, está a terminar um plano de reativação à distância de apoio pedagógico às famílias com jovens com deficiência em situação mais crítica.

Função pública começa hoje a receber aumentos salariais com retroativos

Os funcionários públicos começam hoje a receber os salários de abril com os aumentos de 0,3% para a generalidade dos trabalhadores e de 10 euros para as remunerações inferiores a 700 euros, com retroativos a janeiro.

Os salários da função pública começam a ser pagos ao dia 20 de cada mês e os primeiros a receber são os trabalhadores da Presidência do Conselho de Ministros, dos ministérios das Finanças, da Defesa Nacional, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, da Cultura, dos Negócios Estrangeiros e da Modernização do Estado e da Administração Pública, segundo o despacho que define as datas de pagamento.

O despacho do IGCP – Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública define que no dia 21 (na terça-feira) são pagos os salários dos ministérios da Administração Interna, Justiça e Saúde e, no dia seguinte, os da Economia e da Transição Digital, Planeamento e das Infraestruturas e da Habitação.

Os últimos a receber, a dia 23 (na quarta-feira), são os trabalhadores dos ministérios da Educação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, do Ambiente e da Ação Climática, da Coesão Territorial, da Agricultura e do Mar.

Na sexta-feira, fonte oficial do Ministério da Administração Pública admitiu, no entanto, à Lusa que há serviços que poderão não conseguir pagar as atualizações ainda em abril.

“As atualizações salariais já começaram a ser processadas em abril, no entanto, esse pagamento dependerá da capacidade dos serviços e do momento em que estes processam os respetivos salários”, afirmou fonte oficial do Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública.

“Em todo o caso, os aumentos serão retroativos a janeiro de 2020”, acrescentou a mesma fonte.

O decreto-lei que atualiza os salários da administração pública em 2020 foi publicado em 20 de março em Diário da República e prevê aumentos de 0,3% (ao nível da inflação) para a generalidade dos trabalhadores e de 10 euros nos salários inferiores a 700 euros, com retroativos a 01 de janeiro.

Nos níveis mais baixos as bases remuneratórias passam 635,07 euros para 645,07 euros e de 683,13 euros para 693,13 euros, correspondente a uma atualização de 1,5%.

Já os aumentos de 0,3% acima dos 700 euros resultam em subidas entre dois a três euros brutos para remunerações até ligeiramente acima de 1.000 euros.

Apenas a partir do 25.º nível remuneratório da tabela salarial, correspondente a 1.716,4 euros ilíquidos, o aumento é superior a cinco euros brutos.

O trabalhador mantém os pontos e correspondentes menções qualitativas de avaliação do desempenho para efeitos de futura alteração de posicionamento remuneratório, define o diploma.

Os aumentos aplicam-se “com as devidas adaptações, aos trabalhadores que exercem funções nas empresas públicas do setor público empresarial (…) que não sejam abrangidos por instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho em vigor”, pode ler-se no decreto-lei.

Segundo o ministério, o impacto orçamental que decorre das valorizações salariais em 2020 é de 95 milhões de euros.

Desde 2009 que não havia aumentos generalizados na função pública. Em 2019 apenas a remuneração mínima de base foi atualizada para os 635 euros.

Em fevereiro, a ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão, disse à RTP que, durante a atual legislatura, todos os funcionários públicos iriam ter aumentos salariais anuais em linha com a inflação verificada em dezembro do ano anterior.

“Haverá sempre um aumento em linha com a inflação verificada em dezembro para todos os anos e para todos os trabalhadores”, disse Alexandra Leitão.

O Governo já tinha anunciado também que, em 2021, o aumento seria de pelo menos 1%, mesmo que a inflação fosse inferior.

Porém, perante a crise económica causada pela pandemia de covid-19, o executivo não se compromete agora com aumentos na função pública no próximo ano.