Operação “Natal e Ano Novo”: Nove mortos e 32 feridos graves registados pela GNR

Segundo os dados avançados à Lusa pela GNR, foram registados, neste período, um total de 2.103 acidentes, dos quais resultaram nove vítimas mortais, 32 feridos graves e 532 feridos ligeiros.

No âmbito da inspeção rodoviária, foram fiscalizados 41.067 veículos, tendo sido detetadas 12.136 infrações, adiantou uma fonte do Comando Geral da GNR.

Desde o início da operação “Natal e Ano Novo”, os militares da GNR realizaram 36.705 testes de álcool a condutores, 248 dos quais resultaram em infração contraordenacional.

Segundo a mesma fonte, 240 automobilistas apresentavam uma taxa de alcoolemia considerada crime, ou seja, igual ou superior a 1,2 gramas de álcool no sangue.

Foram ainda detetadas 270 infrações relacionadas por incorreta ou não utilização de cintos de segurança e sistemas de retenção de crianças (cadeirinha) e 360 automobilistas foram multados por uso de telemóvel na condução.

A operação “Natal e Ano Novo” da GNR arrancou no passado dia 20 de dezembro, com um reforço do patrulhamento rodoviário nas estradas de maior tráfego do país para prevenir acidentes e garantir a fluidez do trânsito.

Para a operação, que termina em 05 de janeiro, a GNR mobiliza diariamente cerca de 4.600 militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais.

Durante a operação, os militares da corporação estão “particularmente atentos” ao excesso de velocidade, manobras perigosas, ultrapassagens, mudança de direção e de cedência de passagem, uso do telemóvel durante a condução, não circulação na via mais à direita em autoestradas e itinerários principais e complementares e uso do cinto de segurança.

Em comunicado, a GNR aconselha os condutores a efetuarem um planeamento cuidado das viagens, evitando os períodos do final do dia, quando se prevê maior intensidade de tráfego, descansarem antes da viagem e, pelo menos de duas em duas horas, ou sempre que sintam necessidade, efetuarem paragens de descanso, além de adequarem a velocidade às condições meteorológicas, ao estado da via e ao volume de tráfego rodoviário.

Incêndio em Habitação: Família de Castelões acorda cercada pelo fumo e pede socorro aos bombeiros

Na madrugada deste domingo, os Bombeiros Voluntários Famalicenses foram chamados, cerca das 04h00, para socorrer uma família, na freguesia de Castelões, em Vila Nova de Famalicão.

A casa onde esta família estava, na Rua Padre Domingos Soares, encontrava-se tomada por um fumo denso, o que obrigou os moradores a fugir para a varanda, uma vez que estes não conseguiram descer para a porta que lhes dava acesso ao exterior.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, chegados ao local, a equipa dos famalicenses conseguiu evacuar as pessoas e controlar a situação, que terá tido origem na sala, nas proximidades do local onde estava instalada a árvore de natal.

Uma pessoa ficou ferida mas acabou por ser assistida no local, não necessitando transporte para o hospital.

Para o teatro de operações foram mobilizados quatro veículos e doze voluntários.

Famalicão é dos concelhos com mais beneficiários da tarifa social de energia elétrica no Minho

Vila Nova de Famalicão é o terceiro concelho do distrito de Braga com mais beneficiários da tarifa social de energia elétrica. Os dados foram revelados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e são referentes ao mês de novembro.

Famalicão surge no final do Top 3 com os concelhos de Guimarães e Braga à frente.

Números detalhados por concelho:

  1. Braga: 14.509
  2. Guimarães: 11.031
  3. Vila Nova de Famalicão: 8.605

Amares: 1.803
Barcelos: 7.617
Cabeceiras de Basto: 1.743
Celorico de Basto: 2.410
Esposende: 3.049
Fafe: 5.006
Póvoa de Lanhoso: 2.175
Terras de Bouro: 419
Vieira do Minho: 1.174
Vila Verde: 4.424
Vizela: 1.544

A nível nacional, os distritos de Lisboa e do Porto lideram a tabela.

Os dados podem ser consultados aqui

Aeroportos: Greve manteve adesão de 70% mas domingo será “complicadíssimo”

“Têm-se mantido atrasos nos voos, até porque a sua rotação começou logo a ser afetada pelas primeiras saídas da manhã e pelas primeiras chegadas da manhã, a partir daí, até quando os próprios aviões regressavam a Portugal já vinham com cerca de uma hora de atraso para aquilo que era normal numa situação normal e, portanto, isso foi sempre criando atrasos ao longo do dia”, disse à Lusa Fernando Simões, dirigente do SINTAC.

O nível de adesão à greve nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal manteve-se assim nos 70%, o valor registado durante a manhã, acrescentou.

A greve dos trabalhadores da Portway (empresa de assistência em terra nos aeroportos), convocada pelo SINTAC, começou na sexta-feira e prolonga-se até domingo.

Questionado sobre o balanço da greve efetuado pela ANA – Aeroportos de Portugal, que disse que o impacto da paralisação estava a ser “reduzido” em Lisboa e que não era assinalável no Porto, em Faro e no Funchal, o dirigente sindical considerou tratar-se de “um grande contrassenso”.

“O impacto reduzido que a ANA – Aeroportos fala em parte é um grande contrassenso quando a mesma tem no seu ‘site’ um aviso que, ‘derivado à greve decretada pelo SINTAC, vão existir possíveis constrangimentos e aconselha os passageiros a contactar as companhias’”, disse Fernando Simões.

Além disso, continuou, “na aerogare, a informação que a ANA – Aeroportos está a dar nos ‘placards’ não está certa, não bate certo com aquilo que muitas vezes acontece na informação dos atrasos dos voos no seu ‘site’ na Internet”.

Para domingo, último dia da greve, o dirigente sindical anteviu “um dia complicadíssimo”, já que vai ser “um dia com maior número de voos até do que propriamente sexta-feira”.

“A previsão é que os efeitos ou serão iguais a sexta-feira ou poderão mesmo ultrapassar”, adiantou.

Na altura do pré-aviso de greve, o SINTAC, em comunicado, indicou que decidiu avançar para a greve porque a empresa, “através dos seus administradores pertencentes ao grupo Vinci, “não cumpriu o devido descongelamento de carreiras no passado mês de novembro conforme tinha assinado em 2016”.

O SINTAC referiu que, “como se ainda não bastasse”, a empresa “começou a cortar abonos sociais e direitos adquiridos por todos os seus trabalhadores ao longo de 20 anos, não reconhecendo assim todo o esforço dos trabalhadores ao longo dos anos, e tudo isto com um único objetivo, o de não baixar os seus lucros a fim de poder encher ainda mais os cofres do grupo Vinci.

A Lusa contactou hoje a Portway por email e por telefone, mas ainda não foi possível obter comentários ao segundo dia de greve.

Mega treino do F.C.Famalicão juntou miúdos e graúdos

Um momento para constar no álbum de memórias. Será, por certo, este o pensamento que reina entre os cerca de 40 jovens da formação que tiveram a oportunidade de participar num treino diferente do habitual.

Ministrada por elementos do elenco técnico da equipa principal, a sessão que decorreu na tarde deste sábado no Estádio Municipal de Famalicão revestiu-se de enorme simbolismo para os jogadores das camadas jovens dada a proximidade que tiveram com Gustavo Assunção e Fábio Martins, jogadores da equipa principal, bem como pelo facto de terem experienciado uma sessão de treino com muitas semelhanças às que ocorrem na equipa principal.

“Estou muito contente por ter esta oportunidade. Sou um adepto do clube e esta experiência é, claramente, um momento para mais tarde recordar”, afirmou Duarte, que atua na equipa sub-12 do Futebol Clube de Famalicão.

“Poder treinar ao lado do Gustavo Assunção e do Fábio Martins é fantástico. Esta oportunidade é mais uma motivação para continuar a trabalhar para, no futuro, poder jogar na equipa principal do FC Famalicão”, referiu Miguel, da equipa sub-14.

De ídolo a colega de equipa por uns instantes, Gustavo Assunção reavivou a memória com esta experiência. “Ainda há pouco tempo tinha a idade
deles e sei que esta é uma ocasião única e que lhes poderá marcar para o que resta do percurso desportivo”.

A orientar o treino esteve a equipa técnica liderada por João Pedro Sousa. Manuel Santos, treinador adjunto, assume tratar-se de “uma experiência enriquecedora do ponto de vista pessoal e desportivo para os jovens”, dado poderem estar em contacto com dois jogadores da equipa principal e atuarem no estádio em que habitualmente estão na bancada enquanto adeptos”.

GNR apreende 410 mil cigarros na A3

A Unidade de Ação Fiscal, através do Destacamento de Ação Fiscal do Porto, apreendeu dia 26 de dezembro, 410 mil cigarros sem estampilha fiscal na A3, na zona de Barcelos.

No âmbito da Operação Natal e Ano Novo, os militares realizaram uma fiscalização rodoviária que culminou na interceção de um veículo que realizava o transporte dos cigarros de diversas marcas, sem que estes tivessem qualquer estampilha fiscal ou documentação que ateste a suspensão do imposto. Na sequência das diligências, foi detido um homem, de 42 anos e identificado um outro, com 46 anos, ambos pela prática do crime de introdução fraudulenta no consumo, tendo ainda sido apreendido o veículo, assim como a mercadoria, cujo valor ascende a 116 mil euros, representando um prejuízo para o estado, em sede de IT/IEC e IVA, de aproximadamente 63 mil euros.

O detido está, neste momento, a ser presente ao Tribunal Judicial de Barcelos.

Esta operação contou com o reforço do Destacamento de Ação Conjunta do Porto, da Unidade Nacional de Trânsito e com o Destacamento de Trânsito de Viana do Castelo.