A última jornada da II Liga vai estar ao rubro, com sete equipas ainda com possibilidades de ficar no último lugar de despromoção.
Nacional e Santa Clara já garantiram a subida, e Real, Gil Vicente e Sporting B já têm o destino traçado. Mas ainda falta saber qual será a quarta equipa a cair de divisão. Nessa luta estão Varzim (47 pontos), Famalicão (47), Oliveirense (46), Benfica B (46), Sporting da Covilhã (46), SC Braga B (44) e União da Madeira (44). E mesmo conquistado pontos na última ronda, a descida ao Campeonato de Portugal pode ser uma realidade.
Antes demais convém referir que não haverá nenhum confronto direto entre estas equipas na jornada 38 – o SC Braga B defronta o Sporting B, mas a equipa B ‘leonina’ já tem a descida confirmada. Por outro lado, a conjugação de resultados pode ditar que as já referidas sete equipas podem terminar o campeonato empatadas a 47 pontos.Como é que isto é possível? Varzim e Famalicão teriam de perder os seus jogos, Oliveirense, Benfica B e Sporting da Covilhã empatarem e SC Braga B e União da Madeira somarem os três pontos.
Caso este cenário – improvável, mas não impossível de acontecer – se confirme o fator de desempate seria os pontos que cada uma destas equipas amealhou nos confrontos entre si, naquilo a que se poderá chamar-se um ‘campeonato a sete’. Neste sentido, a equipa que sairia prejudicada seria o Varzim, a equipa que está mais bem classificada à partida para a última ronda.
O Benfica B é a equipa que domina este ‘campeonato’, tendo somando 27 pontos em 42 possíveis nos confrontos com estes adversários. Uma derrota do União da Madeira contra o Cova da Piedade faz com que estas contas não sejam necessárias, pois os insulares estão neste momento em posição de descida.
O SC Braga B tem os mesmos pontos que a equipa de Ricardo Chéu, mas se sair derrotada do duelo frente ao Sporting B ficará a salvo pois tem vantagem no confronto direto com o União da Madeira.
Imagem: F.C.Famalicão





Com um investimento municipal de cerca de 150 mil euros, as obras incidiram sobre a retificação do eixo viário, o realinhamento dos passeios, a relocalização de passadeiras com rampas, a criação de 36 novos lugares de estacionamento e a plantação de novas árvores.
“Estamos a trabalhar para melhorar e reabilitar a imagem urbana de Vila Nova de Famalicão, não só através de obras de grande envergadura como é o caso do Mercado Municipal, mas também através de obras que facilitam e beneficiam a vida dos famalicenses, como foi o caso da construção da ligação entre as ruas D. Fernando II e Luís Barroso, e como é agora o caso da Alameda Padre Manuel Simões”, destaca o presidente da autarquia, Paulo Cunha, visivelmente satisfeito com o resultado da empreitada.



