A Iniciativa Liberal de Famalicão manifesta, em comunicado, a sua perplexidade com a aprovação do novo organigrama da Câmara Municipal de Famalicão. Segundo a sua análise, duplica os cargos de chefia e «terá um impacto de aproximadamente 2 milhões de euros anuais nas contas do nosso município». A proposta foi aprovada, na passada semana, na última reunião de Câmara, por sugestão da coligação PSD-CDS «e não merecendo oposição nem dos vereadores do PS, nem do Chega», observou a IL, que esteve a assistir aos trabalhos, por Paulo Ricardo Lopes.
Ainda segundo o coordenador da concelhia da IL, «é de salientar a postura conivente de PS e Chega», por não apresentarem «nenhuma questão, nem tão-pouco se questionar o impacto financeiro desta alteração. Se alguém estava à espera de oposição eficaz por parte destas forças políticas tem aqui a demonstração da falta de defesa do contribuinte famalicense que PS e Chega representam», critica.
Paulo Ricardo Lopes realça que «é lamentável constatar que os interesses dos contribuintes famalicenses não estão defendidos no nosso executivo camarário, estando medidas despesistas a ser aprovadas sem nenhuma oposição. Sendo muito estranho ver partidos que se apresentam contra “tachos e mordomias dos políticos” aprovarem esses mesmos comportamentos»
Assim, a IL sugere que os votantes do PS e Chega questionem de que «lhes valeu o voto, ao verem a incapacidade demonstrada para vigiar os excessos da coligação PSD-CDS».








