Incêndio destruiu duas fábricas de calçado em Oliveira de Azeméis

Um incêndio destruiu duas fábricas de calçado situadas na zona industrial de Cucujães, Oliveira de Azeméis, esta sexta-feira de manhã.

O fogo fez colapsar o telhado de duas fábricas afetadas pelas chamas, esta sexta-feira de manhã, em Cucujães, Oliveira de Azeméis. As placas superiores das instalações correm, agora, o risco de ruir.

Os bombeiros já circunscreveram o fogo que destruiu duas fábricas de calçado. As chamas afetaram a zona de produção, os armazéns e os escritórios de duas marcas que laboram no local, a “Pedro Miguel” e a “Perfa”, que pertencerão ao mesmo dono.

A “Pedro Miguel”, que emprega cerca de 15 pessoas, havia retomado a laboração na quinta-feira. As chamas afetaram ainda uma outra fábrica ao lado destes dois pavilhões, que emprega cerca de 80 pessoas.

O alerta foi dado às 7.10 horas, e pelas 8.45 horas estavam no local 65 bombeiros, de várias corporações, apoiados por 20 veículos.

Atenção: Hoje há greve na Caixa Geral de Depósitos

Os trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos (CGD) estão hoje em greve contra a denúncia do acordo de empresa pela administração, que quer negociar condições menos vantajosas para os funcionários para controlar os custos salariais.

A convocação da greve é feita pelo Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo Caixa Geral de Depósitos (STEC), sindicato independente e o mais representativo do banco público, com milhares de associados, que considerou a denúncia do acordo empresa “uma verdadeira declaração de guerra aos trabalhadores”, e pelo Sintaf – Sindicato dos Trabalhadores da Atividade Financeira (ligado à CGTP, pouco representativo).

Já os sindicatos da banca ligados à UGT (agrupados na Febase – Federação do Setor Financeiro) e o Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) preferem aguardar pelas negociações.

Contudo, qualquer trabalhador da CGD, sindicalizado ou não, pode aderir ao protesto.

Em final de julho, quando a CGD anunciou lucros de 194 milhões de euros relativos ao primeiro semestre deste ano, a administração do grupo bancário denunciou o acordo de empresa.

Lusa

Arrendar um quarto no distrito de Braga custa em média 196 euros por mês

A conclusão é de um estudo do portal de anúncios imobiliários “Idealista”.

O distrito de Braga é o quarto mais caro do país, no que diz respeito à procura procura de quartos para arrendar em casa partilhada. Em primeiro lugar no ranking mantém-se o distrito de Lisboa, onde a média mensal para o aluguer de um quarto se situa nos 323 euros. Segue-se Porto (261 euros) e Setúbal (244 euros).

O Idealista revela ainda que o arrendamento de quartos deixou de ser uma opção habitacional apenas para estudantes, convertendo-se também na opção eleita por jovens recém-licenciados e que começaram a trabalhar recentemente.

5.ª Corrida Popular de Esmeriz e Cabeçudos

Estão abertas as inscrições para a 5.ª Corrida Popular de Esmeriz e Cabeçudos, uma organização da Junta de Freguesia, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a colaboração da Associação de Atletismo de Braga.

A prova desportiva vai realizar-se no próximo dia 8 de setembro, sábado, com início às 16h00, e é apadrinhada pelo atleta famalicense e Campeão Nacional de Maratona Masters 40, Vasco Batista.

Além da Corrida, a edição de 2018, com partida e chegada na Casa de Esmeriz, inclui ainda a 4.ª Caminhada de Esmeriz e Cabeçudos.

As inscrições podem ser feitas em www.desportave.pt, até ao dia 5 de setembro, e são gratuitas, exceto para os escalões seniores e veteranos com taxa de três euros. No caso da Caminhada, as inscrições só podem ser feitas, presencial ou telefonicamente, na Casa de Esmeriz ou na Casa de Cabeçudos.

A competição é destinada a atletas de todos os âmbitos desportivos, dos escalões benjamins, infantis, iniciados, juvenis, juniores, seniores e veteranos.

As provas principais, a partir das 18h00, têm um percurso de 10 km (10.000 metros) e são destinadas aos escalões juniores, seniores, veteranos I/II. Também vão decorrer provas para os mais novos: benjamins (400 metros), infantis (800 metros), iniciados (1.600 metros) e juvenis (2.500 metros).

A Caminhada tem início às 17h00, com percurso por alguns dos locais mais emblemáticas da Freguesia.

Troféus individuais e coletivos. Lembranças de presença para todos os participantes.

O regulamento da prova pode ser consultado no site da Junta de Freguesia de Esmeriz e Cabeçudos, em www.esmeriz-cabecudos.pt.

Carro despista-se e atropela mulher na Rua Sá da Bandeira

Uma mulher foi atropelada ​​no passeio, na manhã desta quarta-feira, após um carro se ter despistado na Rua Sá da Bandeira, no Porto.

Ao que o JN conseguiu apurar no local, o condutor ia a subir a rua quando perdeu o controlo da viatura e galgou o passeio, acabando por colher a mulher de 34 anos, que foi transportada para o Hospital de Santo António em estado considerado grave.

A prestar socorro estão o INEM, os Sapadores do Porto, a PSP e a Polícia Municipal.

Saber usar desfibrilhador pode vir a ser obrigatório para tirar carta de condução

A formação no uso de desfibrilhadores deverá ser obrigatória para quem vai tirar a carta de condução, alunos do ensino secundário e dos cursos de Ciências da Saúde e do desporto bem como para vários grupos profissionais.

A recomendação de formação em suporte básico de vida (SBV) e desfibrilhação automática externa (DAE) consta de um relatório publicado na página da Internet do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), citado esta quarta-feira pelo Jornal de Notícias.

O relatório, no qual são feitas várias recomendações, foi realizado por um grupo de trabalho criado pelo Ministério da Saúde para estudar a requalificação do Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa de 2009 e está em discussão pública até dia 27 de agosto.

No documento é destacado que a desfibrilhação deve continuar a ser enquadrada em programas organizados e manuseada por operacionais treinados e licenciados de acordo com a lei.

“Contudo, no momento atual estão reunidas as condições de segurança para que, em situações particulares, o manuseio do DAE possa ser feita por cidadãos não treinados, sempre que possível por indicação telefónica dada pelo médico do CODU [centro de orientação de doentes urgentes], ou estruturas equivalentes nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, em tempo útil e em benefício da vítima”, é referido.

Nesse sentido, o grupo trabalho recomenda que a formação no uso do dispositivo passe a ser obrigatória a todos os candidatos à obtenção de carta de condução e de licença marítima turística, alunos no ensino secundário, concretizando-se o currículo oficial em vigor para o treino de (SBV) e acrescido de treino em competências de DAE e alunos do ensino superior das Ciências da Saúde e do Desporto.

Para além dos profissionais de saúde, a formação deverá ser também obrigatória a todos os nadadores-salvadores do Instituto de Socorros a Náufragos, agentes da GNR integrados no Grupo de Intervenção Proteção e Socorro (GIPS), novos elementos incorporados nas forças de segurança (PSP, Polícia Municipal, GNR e polícia marítima).

“Tripulantes de ambulâncias (incluindo de transporte não urgente e de empresas privadas, em ambulância ou viatura dedicada ao transporte de doentes) e novos vigilantes de empresas de segurança, oficiais da marinha mercante (…) e os tripulantes de cabine de aeronaves comerciais com base em Portugal” devem, segundo o grupo de trabalho, também fazer a formação.

O relatório recomenda também um reforço de dispositivos em locais onde passam em média mil pessoas por dia como centros comerciais, unidades hoteleiras, monumentos, áreas de diversão, embarcações turísticas e de transporte público, aeronaves da aviação comercial, comboios de longo curso, estabelecimentos de ensino, ginásios e complexos desportivos e unidades de saúde.

É também proposta a “implementação de um estudo-piloto que implique a realização de um registo a efetuar em duas ou três regiões do país, durante um tempo determinado e que deverá incluir todas as entidades responsáveis pelos cuidados de saúde das vítimas de PCR [paragem cardiorrespiratória] nas regiões escolhidas”.

No documento é referido ainda que o grupo de trabalho “detetou importantes lacunas” nos registos de casos e sugere a criação de novas bases de dados.

É ainda recomendado um Plano Nacional de Combate à Morte Súbita Cardíaca e o desenvolvimento de uma Campanha Nacional de Sensibilização.

LUSA