VÍDEO: Adepto do F.C.Famalicão brutalmente agredido por grupo de pessoas

Um adepto do Futebol Clube de Famalicão foi agredido por um grupo de homens, em plena Avenida Rebelo Mesquita, no centro de Vila Nova de Famalicão, momentos antes do início do F.C.Famalicão x Leixões S.C, na tarde deste sábado.

Os agressores só foram travados com a chegada da polícia, como provam as imagens enviadas para a nossa redação.

Desconhece-se o motivo que terá originado a agressão.

ASAE suspende 12 parques infantis desde o início do ano

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) suspendeu 12 parques infantis desde o início do ano por falta de seguro de responsabilidade e inconformidade com os requisitos de segurança, anunciou hoje o organismo.

De acordo com um comunicado, desde o início de 2018 foram fiscalizados 215 espaços de jogo e recreio (parques infantis), tendo sido instaurados 74 processos de contraordenação.

A inexistência ou insuficiência de informações úteis obrigatórias, irregularidades relativas, irregularidades relativas ao livro de manutenção do espaço, inexistência ou insuficiência do seguro de responsabilidade civil, a falta de conformidade com os requisitos de segurança, a não manutenção dos equipamentos e superfícies de impacto são as causas mais comuns que estão na origem das contraordenações.

Bombeiros voluntários abandonam estrutura da Proteção Civil em protesto contra diploma do Governo

A Liga dos Bombeiros Portugueses decidiu, em Santarém, “abandonar de imediato” a estrutura da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), um “corte radical” de protesto contra os diplomas sobre as estruturas de comando aprovados pelo Governo.

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), Jaime Marta Soares, disse aos jornalistas que, de imediato, os bombeiros deixam de participar na estrutura da ANPC, “não ouvindo nada do que dizem os CODIS (comandantes distritais operacionais)”, bem como em todos os eventos em que estejam representantes desta entidade ou membros do Governo, podendo mesmo “não participar no dispositivo dos incêndios florestais”.

Em causa estão as propostas aprovadas pelo Governo em 25 de outubro, na área da proteção civil, com a maior contestação centrada nas alterações à lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergências e Proteção Civil, futuro nome da atual ANPC, reivindicando a LBP uma direção nacional de bombeiros “autónoma independente e com orçamento próprio”, um comando autónomo de bombeiros e o cartão social do bombeiro.

Marta Soares assegurou que esta atitude dos bombeiros não porá em causa a segurança e o socorro aos portugueses, garantindo que estes continuarão a funcionar “exatamente na mesma”.

“Nós sabemos organizar-nos em termos de comandos, nós tínhamos as nossas zonas operacionais, que nos retiraram e que estamos fartos de propor para serem repostas, que são ferramentas fundamentais para o enquadramento de uma estrutura de comando”, afirmou no final de uma reunião que se realizou na manhã de hoje no Centro Nacional de Exposições, em Santarém, e cujas decisões serão sufragadas num congresso nacional.

Quatro mil cabazes de Natal para famílias carenciadas

O bacalhau, o azeite e a aletria são ingredientes base para a ceia de Natal que a Câmara Municipal não quer que faltem na mesa dos famalicenses. O município está a distribuir cerca de 4 mil cabazes com estes ingredientes pelas famílias carenciadas do concelho, em articulação com as Juntas de Freguesia, as Comissões Sociais Inter Freguesias e as conferências vicentinas.

O gesto foi assinalado, simbolicamente, esta sexta-feira, com o presidente Paulo Cunha, a entregar cabazes aos autarcas da Oliveira S. Mateus, Carlos Pereira, e de Avidos, António Gomes.

A autarquia entrega os cabazes às Juntas, que tratam da sua distribuição e que, na maior parte dos casos, acrescentam outros bens alimentares. A sinalização das famílias carenciadas é feita pelas Juntas de Freguesia em articulação com as comunidades vicentinas e a Rede Social de Famalicão.

Com esta iniciativa social a autarquia investe perto de 65 mil euros, esforço que Paulo Cunha considera «absolutamente justificado». Este é, assegura, «mais um daqueles investimentos que, nas contas da autarquia, aparecem como despesa, mas que, na realidade, é um verdadeiro investimento social nas famílias e na coesão comunitária».

Município e Câmara de Comércio assinam protocolo que coloca empresas mais próximas de Cuba

O mercado cubano «é difícil», avisa o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, mas em menos de um ano a Caixiave, empresa líder no mercado ibérico em janelas e portas eficientes, já tem em carteira quatro potenciais negócios neste país.

A Caixiave é, assim, uma das empresas do concelho que já colhe frutos da parceria estabelecida entre a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Câmara de Comércio Portugal-Cuba, formalizada esta quarta-feira, com a assinatura de um protocolo de colaboração tendo em vista a melhoria de condições de cooperação e de promoção de investimentos entre as empresas famalicenses e os agentes económicos cubanos.

O protocolo assinado pelo presidente do município, Paulo Cunha, e pelo presidente da Câmara de Comércio, Américo Castro, prevê, entre outras medidas, a realização de ações de capacitação empresarial e de informação às empresas sobre oportunidades de negócio e investimento e os instrumentos disponíveis de apoio à internacionalização, assim como a realização de ações de promoção das empresas famalicenses no mercado cubano.

Uma parceria que, conforme explica Paulo Cunha, traz conforto institucional às empresas na abordagem a «um mercado que é difícil, mas que tem dado sinais de que está disponível e aberto às empresas e produtos com qualidade. Em Famalicão temos muitos bons empresários com condições e potencial para chegar a um mercado tão exigente, mas este é um tipo de mercado que quem achar que consegue entrar sozinho, muito dificilmente o conseguirá fazer. A abordagem à internacionalização deve ser cuidada e a Câmara Municipal e a Câmara de Comércio estão disponíveis para serem interlocutores para uma abordagem acertada».

O presidente da Câmara de Comércio Portugal-Cuba, Américo Castro, não tem dúvidas de quem em Vila Nova de Famalicão «há muitas empresas com competência e perfil para Cuba» onde as possibilidades de negócio são imensas. «Com tempo e assertividade os resultados são possíveis, mas é importante que haja interlocutores que conheçam bem o mercado e que façam o devido acompanhamento».