
«Entendemos que a economia local promove relações de proximidade, confiança e cooperação entre as pessoas. E isso deve ser o foco de uma estratégia que coloque o desenvolvimento económico local como prioridade», defende Sandra Pimenta, no âmbito de uma visita ao mercado colorido, que teve lugar na praça D. Maria II, no passado fim de semana.
A propósito da economia local, o PAN critica o executivo por «apenas se preocupar com as exportações e deixar ao abandono o centro da cidade, que apresenta mais de 70 lojas vazias». Acrescenta que «é lamentável ouvir o mesmo discurso de sempre, quando temos projetos locais, familiares, a precisar de tanto apoio. Temos um centro da cidade vazio, e rendas exorbitantes a serem pedidas. Não entendemos».
O PAN quer «incentivar projetos que pensem a comunidade como um todo, que tragam mais-valias económicas e sustentáveis, e que pensem o futuro de Famalicão como um lugar em que se valoriza a inovação, a identidade e o empreendedorismo».
Construir comunidades mais justas, dinâmicas, que ofereçam produtos e serviços de alto valor acrescentado e sustentável é o foco do partido.






















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