
O ativista Diogo Barros editou o seu primeiro romance “O Chão que a Minha Mãe Lava”, uma obra que marca a estreia do autor na literatura, numa narrativa crítica sobre a precariedade laboral e discursos extremistas.
O romance centra-se em Maria, uma jovem de 18 anos, que vive entre o contexto de um bairro social e uma escola de elite. Através da protagonista, o leitor é confrontado com a exaustão da sua mãe que se desdobra em três empregos para sustentar a família, num enredo que culmina no despertar da consciência política e ativista.
O livro, com a chancela da Editorial Autografia, já se encontra em pré-venda nas plataformas digitais da editora e do autor.

Recorde-se que famalicense é fundador e porta-voz do movimento social Humanamente e tem liderado iniciativas em prol dos Direitos Humanos e da comunidade LGBTQIAP+ em vários concelhos vizinhos.




















