
«Mário Passos age como se fosse dono disto tudo e toma decisões sem o conhecimento da Câmara Municipal», esta é a acusação do vereador Eduardo Oliveira, do PS, a propósito da nova escultura de Charters de Almeida colocada na Praça D. Maria II.
O vereador socialista garante que não está contra a arte em espaço público, nem opina sobre esta obra em particular, mas critica que a peça e o seu valor não tenham sido discutidos em reunião de Câmara. Isto revela, acusa Eduardo Oliveira, «falta de transparência» na gestão pública e um modo de trabalhar «nas costas dos famalicenses e desrespeitar a Câmara Municipal», analisa.
Lamenta, inclusive, que toda a comunidade tenha tido conhecimento da obra artística pelas redes sociais de Mário Passos. O que reflete, diz, uma atitude «do quero, posso e mando».
Eduardo Oliveira garante que esta não é primeira vez que o presidente da Câmara age de «maneira autoritária». Na visão do vereador, «há cada vez mais exemplos vindos de um presidente que foge das perguntas e do escrutínio da oposição, apresenta queixas contra a imprensa, e ignora até os seus vereadores».




















