Cruz Vermelha de Ribeirão acionada para socorrer homem que acabou por falecer

Na madrugada desta quarta-feira, dia 25 de dezembro, a Cruz Vermelha de Ribeirão foi acionada para a freguesia de Ferreiró, no concelho vizinho de Vila do Conde, para socorrer um homem vítima de doença súbita.

O indivíduo entrou em paragem cardiorrespiratória e, apesar dos esforços, as equipas de socorro não a conseguiram reverter.

O óbito acabou por ser declarado no local.

Famalicão: Bombeiros do concelho responderam a vários pedidos de socorro durante a madrugada

Na madrugada de 25 de dezembro, as corporações de bombeiros do concelho de Vila Nova de Famalicão estiveram, como sempre, prontas para servir a população. A tradição de dedicação e vigilância permanente manteve-se, mesmo numa madrugada especial como a de Natal.

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses e de Riba d’Ave registaram uma madrugada mais movimentada, com várias saídas para atender situações de doença súbita. Apesar da intensidade, nenhuma das ocorrências se revelou grave.

Já o piquete de serviço dos Bombeiros Voluntários de Famalicão teve uma noite mais tranquila, permanecendo no quartel sem qualquer pedido de socorro.

Famalicão: Jovem de 16 anos detido por desacatos durante “Porto de Encontro”

Um jovem de 16 anos foi detido pela PSP, na tarde desta terça-feira, por desacatos no centro da cidade.

A PSP foi acionada para a ocorrência, na Rua Luís de Camões, em Vila Nova de Famalicão, durante a iniciativa “Porto de Encontro” que promove a reunião entre amigos e família antes da ceia de natal.

O adolescente, depois de detido, foi transportado para a esquadra local.

FC Famalicão reúne sexta-feira para alterar estatutos

Na noite da próxima sexta-feira, 27 de dezembro, às 20h30, o FC Famalicão reúne em Assembleia Geral para, entre outros pontos, votar o relatório de contas e parecer do Conselho Fiscal do ano findo.
No auditório da Fundação Cupertino de Miranda, os sócios vão, ainda, discutir e deliberar a proposta de alteração dos estatutos, que contempla a criação de limites de endividamento, bem como a proposta de atualização dos valores das quotas.
A proposta de alteração dos estatutos «reflete a necessidade de modernização em diversas áreas», da quais se destacam, ainda, a limitação de mandatos, para três, para reforçar a rotatividade «e a inovação na gestão». Ainda segundo a direção, também ficarão definidas regras sobre o endividamento «para uma gestão financeira responsável».
Todas as propostas foram «cuidadosamente elaboradas para garantir a sustentabilidade do clube», fortalecer «a relação com os associados» e dotar o clube de mecanismos «para enfrentar os desafios das próximas décadas».
Sobre os limites de endividamento, a redação da proposta consagra que o montante global das despesas orçamentadas só poderá ser excedido em cada ano económico, sob proposta da direção que, no final de cada mandato, não poderá ter contraído um endividamento que exceda os seguintes parâmetros: valor de passivo superior a 200.000€ contraídos durante o mandato, atualizado com a inflação anualmente; faturas não superiores a 120 dias de gestão corrente; despesas relacionadas com obras e remodelações estão excluídas deste limite, desde que os respetivos custos sejam amortizados ao longo de um período máximo de 5 anos, podendo este prazo ser estendido caso aprovado em Assembleia Geral. Caso não se cumpram os requisitos de endividamento, a direção pode solicitar à Assembleia Geral o alargamento do mandato por mais um ano para regularizar a situação.
A assembleia só funciona com um mínimo de 100 associados, com a quota de novembro deste ano. Caso, à hora marcada, não esteja presente o número de sócios, a assembleia reúne trinta minutos depois.

Famalicão: Grupo de cinco pessoas trabalha para encontrar solução para o Estádio Municipal

O Plano e Orçamento do próximo ano não prevê o arranque das obras do Estádio Municipal. Perante a constatação e as interrogações do Chega, no decurso da última Assembleia Municipal, o presidente da Câmara explicou que o processo não se encontra parado e que há uma comissão de cinco pessoas, desde juristas a economistas, que está a trabalhar no assunto, «para que se materialize a respetiva concessão», referiu. Esta continua a ser solução preconizada pelo município para a construção de um estádio novo. «Não queremos comprometer o futuro de Famalicão. A concessão é a figura que, por ventura, nos ajuda nesse aspeto», assume o edil.

Mário Passos socorre-se da «imensa burocracia» para justificar o tempo que tem demorado para a apresentação da solução.

Outra garantia é que será naquele local. «Temos que aprender com os erros dos outros. Quem construiu fora das cidades, arrependeu-se», aponta. Mário Passos diz que não são apenas os espetáculos de 15 em 15 dias, é aquilo que o estádio pode possibilitar diariamente para a dinâmica de uma cidade.