AEMinho reconhece progressos no Orçamento do Estado mas falta «a ambição necessária»

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) reagiu ao Orçamento do Estado para 2025, proposto pelo Governo, resumindo que há «sinais de progresso, mas sem a ambição necessária».

Em nota à imprensa, elogia a «trajetória de redução de impostos sobre o trabalho e as empresas», nomeadamente as medidas para «atrair e fixar talento, como o IRS Jovem».

Esta entidade reconhece, ainda, «os esforços na redução das taxas de tributação autónoma e nos pagamentos por conta», mas sublinha que o caminho deve ser a eliminação ou a redução substancial.

Sobre o IRC, a AEMinho diz que a redução de 1% «não tem efeito nenhum», a mesmo que seja reveladora de «uma tendência de descida efetiva em quadros orçamentais futuros».

No documento assinado pelo presidente da AEMinho, Ramiro Brito, está escrito que a redução do IRC em 1% «não terá o impacto desejado na atração de investimento, nem libertará os recursos necessários para que as empresas possam investir em inovação, formação e na melhoria das condições dos seus colaboradores. É crucial um corte mais agressivo, especialmente em setores estratégicos como tecnologia e exportação, para promover um crescimento sustentado e a competitividade internacional».

Os responsáveis da AEMinho dizem que o orçamento demonstra «falta de incentivos robustos para a inovação, investigação e desenvolvimento»; e alegam que as grandes empresas foram «ignoradas» quando precisam «de ganhar escala» para competir noutros mercados.

Há um setor específico para o qual a AEMinho reivindica apoios que é a construção. Aponta a redução do IVA como «fundamental» para dinamizar a construção e reduzir custos.

Famalicão: Biblioteca Municipal prepara noite de Halloween “assombrada” para as crianças

A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco vai transformar-se na “Biblioteca Assombrada” a 25 de outubro, com o propósito de comemorar o Dia das Bruxas. A biblioteca vai abrir portas, à noite, com um programa repleto de contos assombrosos, oficinas monstruosas e momentos de pôr os cabelos em pé, tudo isto num cenário montado a rigor para a ocasião, transformado com decorações assustadoras e iluminação especial, criando um ambiente de mistério.

As crianças entre os 8 e os 10 anos podem aventurar-se neste “susto de noite” a partir das 20h30.

PROGRAMA

Hora do Conto: “E se for um bicho mau?”

Percurso assombrado: “A cabine do susto”

Jogo de mistério: “O que esconde a caixa?”

Oficina arrepiante: “Caça-fantasmas”

Jogo de equipas: “A múmia” e “Corrida de vassouras”

Doçura ou travessura: momento de partilha de doces

Orçamento do Estado para 2025 atribui mais de 3.582 milhões às freguesias do concelho

O Governo divulgou a proposta de transferência de fundos para cada freguesia e união de freguesias do país, no âmbito do Orçamento do Estado para o próximo ano, cujo documento foi apresentado, esta quinta-feira, pelo ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.

No que concerne ao concelho, cujo valor total é de 3. 582.763 milhões de euros, Famalicão e Calendário, contemplada com 262 908; Ribeirão, 163 948; Joane, 154 321; Vale S. Cosme/Telhado/Portela 148 095; e Antas e Abade de Vermoim, 147 524, são as freguesias que mais recebem.

Confira o que contempla a proposta do OE2025 para cada freguesia de Famalicão:

Bairro 94 503; Brufe 78 425; Castelões 75 964; Cruz 72 453; Delães 96 434; Fradelos 112 362; Gavião 101 956; Joane 154 321; Landim 89 679; Louro 80 642; Lousado 104 294; Mogege 72 581; Nine 90 463; Pedome 75 167; Pousada de Saramagos 72 501; Requião 97 982; Riba de Ave 89 741; Ribeirão 163 948; Oliveira (Santa Maria) 96 657; Vale (São Martinho) 76 096; Oliveira (São Mateus) 84 214; Vermoim 90 309; Vilarinho das Cambas 75 211; União das freguesias de Antas e Abade de Vermoim 147 524; União das freguesias de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures 126 749; União das freguesias de Avidos e Lagoa 92 332; União das freguesias de Carreira e Bente 93 632; União das freguesias de Esmeriz e Cabeçudos 105 475; União das freguesias de Gondifelos, Cavalões e Outiz 140 637; União das freguesias de Lemenhe, Mouquim e Jesufrei 125 027; União das freguesias de Ruivães e Novais 102 909; União das freguesias de Seide 91 572; União das freguesias de Vale (São Cosme), Telhado e Portela 148 095; e União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário 262 908

Na proposta do OE2025, o Governo atribui às freguesias o montante global de 396.604.751 euros através do Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF). Esta subvenção prevê para o próximo ano mais 47,1 milhões do que o montante inscrito no ano anterior (que foi de 349,4 MEuro).

Setecentas pessoas assistiram aos espetáculos do Festival Internacional de Órgão

Mais de 700 pessoas assistiram aos sete concertos do FIO – Festival Internacional de Órgão, que decorreram entre Santo Tirso e Famalicão. Um dos momentos altos deste festival foi a inauguração dos órgãos da Igreja Matriz de Areias e o recém-restaurado órgão da igreja de Landim.

Este ano, os concertos de celebração da música de órgão e do património musical passaram por duas escolas, aos quais assistiram 100 alunos. O objetivo passa por despertar o interesse dos mais jovens pelo património organístico e pela música a ele associada.

O Festival, que este ano celebrou 10 anos, proporcionou, ainda, duas visitas guiadas a empresas do ramo da organaria, nas quais participaram 25 visitantes interessados em conhecer mais sobre a história, o sistema construtivo e a importância cultural do órgão de tubos.

Segundo o diretor artístico do FIO, Rodrigo Teodoro de Paula, «conseguimos uma vez mais, neste décimo ano, cumprir a nossa missão de realizar um festival com excelência artística, proporcionar a adesão de novos públicos, levar a cultura do órgão aos mais jovens e dinamizar o património histórico dos concelhos de Santo Tirso e de Vila Nova de Famalicão».