Na tarde desta sexta-feira, o Riba d´Ave/CSJ Group perdeu (6-2), com o Benfica, nos quartos de final da Elite Cup, a primeira prova oficial da época de hóquei em patins que reúne as oito melhores equipas da época passada. No Multiusos de Odivelas, a equipa treinada por Raul Meca teve uma entrada em falso e cedo se viu a perder, por 2-0. A reação foi pronta e a primeira parte terminou com uma igualdade a dois golos.
Na segunda metade do encontro, o Benfica ganhou cedo nova vantagem de dois golos e acabaria por ampliar o resultado, muito por culta de João Rodrigues, autor de quatro golos ao longo de toda a partida.
O jogador do Benfica abriu o marcador (3 minutos) decorrente de uma forte pressão sobre o Riba d´Ave/CSJ Group. Não demorou muito o primeiro “time out” pedido por Raul Meca, mas os benfiquistas voltaram a marcar e novamente por João Rodrigues, ao nono minuto.
O Riba d´Ave tratou, depois, de fazer prova de que estava na competição por mérito próprio e rapidamente chegou ao empate. O primeiro golo, aos 10 minutos, foi um “tiro” de Franco Pósito e a igualdade veio por Rui Folhetas, aos 12 minutos, que converteu, com mestria, um livre direto, após falta sobre Anderson Nery que liderou um contra-ataque só parado em falta.
Depois de uma entrada em falso e alcançado o empate, a formação ribadavense dividiu a história da primeira parte com o seu opositor. Houve outras oportunidades de golo, numa e noutra baliza (grande exibição de Álvaro Shehda), mas foi com a igualdade a 2 golos que se chegou ao descanso.
Na segunda parte, e depois do Riba d´Ave perder uma boa oportunidade para se colocar na frente do marcador, os benfiquistas não enjeitaram essa possibilidade quando a tiveram pela frente, com o terceiro golo, por Pau Bargalló. Não demorou muito o quarto golo… o terceiro de João Rodrigues. Depois, o jogador do Benfica assinou mais um tento (o quarto da sua conta pessoal), de penálti.
Nesta fase o Riba d´Ave tentava, sem sucesso, marcar um golo que o colocasse, novamente, na discussão do marcador. A sua tarefa não estava fácil, até pela prestação contrária muita assertiva defensivamente. Ofensivamente, o Benfica dissipou todas as dúvidas quanto ao vencedor ao marcar, a cerca de três minutos do final do encontro, o sexto golo, por Gonçalo Pinto.








