A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Famalicenses cumpriu, na manhã deste domingo, um momento de forte tradição e de grande união da “família guita”.
A Comunhão Pascal é, assim, um momento de vivência, pleno de história deste corpo de bombeiros voluntários que tem os olhos postos no futuro, mantendo um corpo ativo extenso, cimentado numa base – formação – muito vincada. Talvez por isso, o vice-presidente da direção, Amadeu Carneiro, pediu mais apoios para os jovens que enveredam pelo voluntariado.
A Comunhão Pascal começou cedo, com a celebração de uma eucaristia na antiga matriz de Famalicão, finda a qual o efetivo saiu em desfile até ao quartel Aníbal Alves Oliveira. Foi aqui que se seguiram os demais momentos da festa, presenciados por centenas de pessoas, com a entrega de condecorações, juramento de bombeiro, promoções e a sessão solene.
Esta cerimónia contou com a presença de várias entidades oficiais, entre as quais o vice-presidente da Câmara Municipal. Ricardo Mendes, que tutela a Proteção Civil, vincou a vitalidade da instituição e sinalizou que o futuro está assegurado. O autarca lamenta que nem sempre a sociedade preste o devido reconhecimento ao bombeiro voluntário, mas reforça que «falar de Proteção Civil é falar de bombeiros e o voluntariado é fundamental», reconheceu.








