Este domingo: Aula de Zumba solidária para ajudar a pequena Lara

Este domingo, pelas 10h00, a Escola Apolo de Famalicão, localizada na Rua do Progresso, em Vilarinho das cambas, é palco de uma aula de zumba solidária.

A iniciativa tem como objetivo a angariação de fundos para custear as terapias da pequena Lara, de forma a que ela possa ter uma melhor qualidade de vida.

Bruna Matos será a responsável pela aula de zumba que conta com uma valor de participação de 3,50€.

Famalicão contra o racismo e solidário com Chiquinho

Em comunicado, a SAD do FC Famalicão manifesta a sua solidariedade com Chiquinho que foi alvo de palavras de teor racista no decorrer da partida deste sábado, em Faro. A situação, que aconteceu já na fase final do jogo, obrigou à paragem da partida, com o adepto responsável pelas palavras injuriosas a ser identificado pelas forças de segurança. O Famalicão não confunde “as gentes de Faro” com esta atitude que condena.

Leia o comunicado:

“O Futebol Clube Famalicão – Futebol SAD demonstra a sua solidariedade com o jogador Chiquinho, visado por um adepto com conteúdos racistas e xenófobos no jogo com o Sporting Clube Farense, realizado este sábado.

Não confundimos as gentes de Faro e os adeptos do SC Farense com um adepto que, tendo em conta o referido comportamento, não demonstra saber estar na sociedade e, por via disso, não merece lugar num qualquer espetáculo desportivo.
Seremos voz ativa para que este adepto – tal como outros que adotem este tipo de atitudes e comportamentos – não seja parte integrante do nosso futebol.

Por uma sociedade igualitária, sem raças, credos ou religiões. Onde todos somos iguais e tratados de forma igual. Para que casos como este não se voltem a repetir.

Como clube, estamos e estaremos sempre na vanguarda da erradicação de um problema que não deveria existir. Para que todos possamos contribuir para um mundo em que todos sejamos tratamos como deveríamos ser: de forma igual e justa.

Não há lugar para o racismo nem xenofobia. No futebol, na sociedade.
Não ao Racismo”.

Jogador do Famalicão alvo de insulto racista e jogo é interrompido para identificar adepto

A partida entre o Farense e o Famalicão foi interrompida, à passagem do minuto 79, por insultos racistas a Chiquinho.

A situação terá sido provocada por um adepto que se encontrava na assistência e que, segundo o jornal “A Bola”, terá chamado “macaco” ao jogador famalicense. O árbitro decidiu interromper o jogo, durante cerca de 5 minutos, enquanto os ânimos foram serenados em campo e o adepto em questão identificado pela PSP.

No final do encontro, em declarações à SportTV, João Pedro Sousa lamentou o episódio, referindo que ainda ia procurar falar com Chiquinho, confirmando que este ficou alterado com a situação.

Parece-me inacreditável o que tem acontecido nos estádios portugueses

João Pedro Sousa – SportTV

Famalicão esteve a vencer o Farense até aos 91′ mas acabou por empatar (1-1)

O Futebol Clube de Famalicão empatou, este sábado, com o Farense, em jogo da 21ª jornada da I Liga.

O primeiro golo foi dos famalicenses, apontado pelo recém-chegado Sorriso, ao minuto 19 do encontro.

Até ao minuto 92 o Famalicão teve a vantagem, no entanto, Bruno Duarte do Farense marcou pelo Farense, o que veio a ditar o empate.

Com este resultado, a equipa de João Pedro Sousa conta com 23 pontos na classificação e tem um jogo a menos.

 

 

Famalicão: Ferrugem do Chef Renato Cunha eleito Restaurante do Ano

O Restaurante Ferrugem, localizado na freguesia de Portela, em Famalicão, foi eleito Restaurante do Ano nos prémios da Revista Vinhos.

A notícia foi revelada esta sexta-feira, em cerimónia que lotou a Sala do Arquivo do Centro de Congressos da Alfândega do Porto ao reunir cerca de um milhar de convidados.

O Ferrugem apresenta-se como um espaço de celebração gastronómica que tem como principais ingredientes o conforto, a hospitalidade e o compromisso entre o produto, a narrativa e o conhecimento.

 

Claques do Famalicão e Gil Vicente: As únicas legalizadas no Minho

No panorama futebolístico do Minho, apenas Famalicão e Gil Vicente erguem as bandeiras das suas claques de forma legal. Enquanto que os adeptos dos clubes se organizam sob os olhares atentos da Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD), outros movimentos da região permanecem à margem das regulamentações.

De acordo com informações divulgadas pela APCVD à agência Lusa, são 19 os grupos organizados de adeptos (GOA) legalmente reconhecidos em Portugal, dentre os quais apenas dois emergem das terras minhotas.

No norte, os números revelam um cenário desigual: enquanto a claque dos Super Dragões, ligada ao FC Porto, ostenta um contingente de 4.000 membros, as realidades de Famalicão e Gil Vicente são bem diferentes, contando com 51 e 46 elementos, respectivamente.