Número de desempregados volta a subir em Famalicão no arranque de 2023

O ano começou com um aumento do número de desempregados no concelho de Vila Nova de Famalicão.

De acordo com os dados mais recentes, revelados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, o concelho de Vila Nova de Famalicão registou 3 573 no mês de janeiro. Face ao mês anterior (dezembro) registou-se um aumento de 140 pessoas inscritas no centro de emprego.

A maioria dos desempregos são do sexo feminino.

Famalicão: PCP pede mais medidas de apoio aos trabalhadores

O PCP defende a proteção dos trabalhadores e a valorização dos seus direitos. Isto a propósito duma reunião entre uma delegação do PCP e o Instituto de Emprego e Formação Profissional de Famalicão. Nesse grupo do PCP estavam vários dirigentes comunistas, entre eles Tânia Silva, eleita pela CDU na Assembleia Municipal de Famalicão.

Apesar de ter sido informada de que houve uma ligeira redução do desemprego face aos dois anos anteriores, a comitiva comunista assegura que há muito a fazer em defesa dos trabalhadores. Aliado a um cenário de incerteza económica, o PCP continua a dizer que o emprego criado «continua a ter por base a precariedade laboral e os baixos salários».

Em comunicado, os comunistas garantem que em Famalicão «verificam-se casos de trabalhadores empregados a passar dificuldades económicas, em que o salário não chega ao fim do mês, realidade que afeta particularmente os jovens, incluindo os que possuem formação superior e que são sucessivamente confrontados com a imposição de contratos a prazo, falsos recibos verdes e exploração».

O PCP acrescenta que é preciso adotar medidas, avisando que o empreendedorismo não é tábua de salvação para todos os desempregados.

Como partido com representação na Assembleia da República e na Assembleia Municipal, o PCP continua a propor «um reforço do apoio social para os trabalhadores em situação de desemprego, designadamente nas condições de atribuição, montante e duração do subsídio de desemprego. «Continuaremos a propor o alargamento do período de atribuição das prestações; reduzindo o prazo de garantia; reforçando valores; propondo a majoração de 25% destas prestações em situações de desemprego de ambos os membros do casal ou no caso de famílias monoparentais».

 

Famalicão: 1.º de Maio tem em curso campanha atualização de associados

A direção da Associação Cultural, Desportiva e Social 1º de Maio tem em curso uma campanha de angariação de novos sócios, processo que visa, também, recuperar sócios antigos e regularizar quotizações de anos anteriores.

Esta campanha da associação de Requião visa “chamar” os associados afastados depois de dois anos de pandemia que impediu a prática regular de atividades e que levou a que um elevado número tenha as suas quotas em atraso, desde o ano 2020 e anos posteriores.

Propõe, então, e para que seja mantido o estatuto de associado, que sejam atualizadas as quotizações referentes a 2021 (inclusive) e subsequentes. Deste modo, está estipulado um prazo, de 60 dias (teve início a 1 de fevereiro), para que os interessados procedam ao pagamento das quotas em atraso, findo o qual a associação avança com a atualização da lista de associados, bem como a emissão de um novo cartão de sócio.

Recorde-se que o 1.º de Maio, para além da prática desportiva, como foco no futsal, ganhou, em 2022, uma nova área de ação, através da criação da Alçapão, academia de teatro, educação e cultura.

 

Minipreço estuda abandonar Portugal: Quase 500 lojas em risco de fechar

A retalhista DIA, que detém todos os estabelecimentos Minipreço em Portugal, está a estudar a saída do mercado nacional.

O grupo está a ponderar vender a cadeia de supermercados, avança o jornal espanhol “Expansión”. Esta decisão pode levar ao fecho dos 499 supermercados que a marca detém em Portugal, sendo que 297 deles funcionam em regime de franchising.

No ano passado, o DIA faturou em Portugal o valor mais baixo no conjunto dos mercados onde opera. O grupo está presente em, por exemplo, Espanha, Brasil e Argentina.

Em território nacional, o grupo emprega cerca de três mil pessoas, distribuídas pelas lojas e pelos três centros de distribuição.

Fonte: NIT

AEMinho defende fusão das CIM´s Alto Minho, Cávado e Ave

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) defende a fusão das CIMs Alto Minho, Cávado e Ave, considerando que a região do Minho deve ser um todo, no qual as cidades âncora sejam alavancas de desenvolvimento das cidades menos desenvolvidas. A associação assinala as mais-valias do território (mar, natureza, montanha, urbanidade), a par de atividades económicas diversificadas que não têm paralelo noutras regiões. Esta visão integrada permitiria, defende a associação em comunicado, otimizar os investimentos públicos e/ou estruturais e alcançar projetos de maior envergadura, «acreditando que as assimetrias que estamos habituados a ver na distribuição de investimento, tradicionalmente direcionados para Porto e Lisboa, iriam diminuir pela dimensão que uma organização desta natureza pudesse ter».

Ou seja, a associação quer o Minho debaixo do chapéu de uma única CIM, num projeto gerador «de uma visão estratégica comum, que dificilmente será possível de outra forma». Essa visão, passaria pelo estabelecimento de planos de mobilidade, infraestruturas empresariais, energéticas, habitacionais, entre outras, ao nível do quadrilátero, indutora do desenvolvimento e de «novas oportunidades para todos».

Esta visão global é, assim, «um caminho necessário e que, quanto mais tarde for adotada e concretizada, mais atrasará o desenvolvimento da região. A divisão que vemos hoje apenas favorece o centralismo que tem ditado o desperdício de verbas e oportunidades pela assimétrica distribuição de fundos».
Aproveitando as recentes declarações do Ministro da Economia, António Costa Silva, que deu conta da intenção para que haja «desenvolvimentos significativos na modernização e digitalização de muitas empresas do quadrilátero Braga, Guimarães, Famalicão e Barcelos, onde está concentrada grande parte da produção industrial», transformando o Quadrilátero Urbano «numa das locomotivas da economia do país», a AEMinho reafirma que é tempo de pôr em marcha um plano mobilizador que envolva a reconfiguração da indústria para adotar tecnologias digitais e agilizar procedimentos.
De um ponto de vista genérico, o Minho representa, segundo dados de 2021, cerca de 130 mil empresas, exportando 10.600 milhões de euros e empregando 475 mil pessoas. Estes dados representam 29% do volume de negócios, 28% do total de empresas e 38% das exportações da Região Norte. Um contributo que ronda os 15% do PIB.
«Se olharmos para as CIMs de forma individual, a representatividade perde-se. É, desta forma, percetível que o poder competitivo e negocial é francamente maior – e que pode ser usado em prol do desenvolvimento desta região – se unirmos as forças das três CIM», defende a AEMinho.

Assim sendo, propõe «defender que o Minho deve ser interpretado e organizado como um todo e, como tal, o seu modelo de gestão deverá passar pela reorganização das CIMs», pelo que vai propor a fusão das três CIMs: Alto Minho, Cávado e Ave, na reunião do Conselho Geral da AEMinho, prevista para 21 de março, onde estarão o Ministro da Economia e os presidentes de Câmaras Municipais do Quadrilátero (Barcelos, Braga, V.N. Famalicão e Guimarães).

FC Famalicão derrotado (1-0) pelo Braga na Liga Revelação

A quarta jornada da Liga Revelação, fase de apuramento de campeão, disputou-se esta quarta-feira, com a equipa sub-23 do Famalicão a perder, por 1-0, com o Braga.

Na partida disputada ao final da manhã, no Estádio de Barreiros, na vila de Joane, o único golo foi apontado aos 48 minutos, por Edgar Braga.

Ainda com um jogo para disputar nesta ronda (Benfica-Estrela da Amadora), que determinará alterações classificativas, a equipa treinada por Rui Tomé, pelo segundo jogo no comando técnico, soma quatro pontos, a cinco do líder… o Braga.

A próxima jornada está marcada para 28 de fevereiro, com os famalicenses a jogarem em casa do Estoril, segundo classificado, com 7 pontos.