Famalicão: Pedro Bondo já treinou com os companheiros

Após a eliminação de Angola da Taça das Nações Africanas de futebol (CAN2025), Pedro Bondo chegou esta semana ao Centro de Treinos do FC Famalicão.

O defesa esquerdo treinou com o plantel, pelo menos esta sexta-feira, no Estádio Municipal, e pode muito bem ser opção para o jogo desta jornada da I Liga, em Alverca.

Sem ter jogado um único minuto pela sua seleção, no FC Famalicão Bondo já foi utilizado pelo treinador Hugo Oliveira em 14 jogos, sendo autor de um golo.

Famalicão: Roméo Beney quer terminar a primeira volta a vencer (c/vídeo)

«Temos de voltar às vitórias para terminar a primeira volta bem». É este o desejo do Roméo Beney para o jogo de domingo, em Alverca, na última partida da primeira volta da I Liga. O jovem, contratado no verão passado, nota que a equipa tem feito bons jogos (Porto, Braga, Sporting e Benfica) e que é importante prosseguir com o crescimento do grupo e «a jogar um futebol positivo». Assim, reitera, «temos de vencer este jogo» para começar bem a segunda volta, na qual tem fundadas expetativas, porque «o plantel tem qualidade» e o treinador «tem boas ideias».

Individualmente, Roméo Beney diz que precisa de tempo para mostrar a sua qualidade – teve longa paragem devido a lesão – e ajudar a equipa a vencer. «Tenho de crescer, ter mais minutos de jogo e acredito que vou ter as minhas oportunidades na segunda volta». E quando acontecerem «vou aproveitá-las bem», promete.

O jovem, de 20 anos, chegou ao FC Famalicão no verão passado. Diz estar «num clube muito acolhedor», com boas condições e, por isso, «a minha integração foi fácil».

Para o jogo de domingo, às 20h30, o treinador Hugo Oliveira tem uma baixa no onze habitual. Gil Dias está castigado e uma das opções pode ser o jovem Roméo.

Confira no vídeo as declarações de Roméo Beney.

 

Famalicão: Diogo Barros reeleito porta-voz da Humanamente

O jovem famalicense foi reeleito porta-voz da Humanamente, com 76,92% dos votos. O mandato é para dois anos, com um posicionamento combativo, denominado “A luta continua”.

A moção vencedora reafirma a Humanamente como um movimento de defesa ativa dos direitos humanos, da justiça social e da igualdade, num contexto que o movimento classifica como de retrocesso político e social, «marcado pela ofensiva da direita ultraliberal e pelo crescimento da extrema-direita em Portugal».

O porta-voz do movimento é crítico em relação às políticas do governo, nomeadamente as propostas do pacote laboral, que Diogo Barros considera um «ataque direto a quem trabalha».

Diogo Barros deixou, ainda, críticas duras à direita e à extrema-direita, alertando para a normalização de discursos de ódio e políticas que segregam. O porta-voz da Humanamente promete luta. «Não vamos aceitar que conquistas históricas, quer seja na escola pública, na saúde, nos direitos das pessoas LGBTQIAP+, das mulheres ou das comunidades racializadas, sejam colocadas em causa».

As críticas vão, também, em direção à autarquia local. Acusa o executivo de Vila Nova de Famalicão, liderado por Mário Passos, «de inação e falta de coragem política para reunir com o movimento». Considera que «em Famalicão, Mário Passos continua a falhar na resposta à crise da habitação, na promoção de políticas inclusivas e no combate à discriminação. Não basta discurso institucional: é preciso ação concreta. E enquanto essa ação não existir, a Humanamente continuará a denunciar e a pressionar».

A nova direção integra, ainda, Beatriz Moura, como vice-presidente; Inês Fontão, tesoureira; Pedro Silva, fundador e dirigente do movimento cívico Sintra Friendly. Lara Fernandes, membro cofundadora da Humanamente, assume a presidência da Mesa da Assembleia Geral.

O novo mandato assume ainda o compromisso de concluir a transição da Humanamente para associação. Diogo Barros reconhece as fragilidades recentes do movimento, nomeadamente falhas e momentos de menor mobilização, mas diz que nunca deixou de denunciar e de resistir.

Famalicão: Durval Tiago Ferreira reagiu ao último discurso de Marcelo Rebelo de Sousa

Nas várias reações políticas à mensagem de Ano Novo do presidente da República, a do CDS chegou pela voz de Durval Tiago Ferreira, a partir de Vila Nova de Gaia, na sede concelhia do partido.

O famalicense considerou que Marcelo esteve à altura num mandato em que Portugal viveu momentos difíceis, como a pandemia covid-19 e a guerra na Ucrânia. O porta-voz do CDS descreveu Marcelo Rebelo de Sousa como «um farol de responsabilidade» e de «alguma tranquilidade».

O dirigente famalicense, que integra a Comissão Executiva do CDS, analisou que foram «dois mandatos marcados por circunstâncias exigentes: o final da intervenção da troika, incêndios devastadores, uma pandemia sem precedentes e uma guerra na Europa com impacto direto em Portugal e no mundo».

Esta quinta-feira, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que Portugal terá um futuro melhor. Na sua última mensagem de Ano Novo como chefe de Estado, fez votos de um 2026 com melhorias em vários setores, «com ideias, soluções e pessoas novas», considerando que «é essa a natureza e a força da democracia».

A menos de três semanas das eleições presidenciais de 18 de janeiro, o Presidente da República pediu um 2026 com mais saúde, educação, habitação, justiça e tolerância em Portugal, com mais emprego e menos pobreza. Em termos globais, pediu mais desenvolvimento, mais justiça, mais liberdade, mais igualdade, mais solidariedade.