Jovem esfaqueado nas costas em Vila Verde

Um homem de 26 anos foi esfaqueado na última madrugada na sequência de uma discussão com várias pessoas em Parada de Gatim, concelho de Vila Verde, disse hoje à Lusa fonte do Comando Territorial da GNR de Braga.

A agressão ocorreu cerca das 01:45, num café, tendo a vítima sido transportada para o Hospital de Braga “com ferimentos ligeiros nas costas”, acrescentou a fonte.

O caso transitou para a alçada da Polícia Judiciária, disse ainda a fonte, que relatou “que à chegada ao local dos militares da Guarda, os alegados agressores já se tinham colocado em fuga”.

 

Preço do bacalhau aumentou quase dois euros por quilo em 2022

O preço do quilograma de bacalhau aumentou perto de dois euros este ano e, consequentemente, o volume de vendas tem vindo a recuar, com exceção da época natalícia, adiantou à Lusa o Conselho Norueguês dos Produtos do Mar (NSC).

“No canal C&C [‘Cash and Carry’ – venda para pequenos negócios] o preço do bacalhau aumentou quase dois euros por Kg [quilograma] em 2022, face a 2021, e no Comércio Moderno aumentou 1,72 euros por kg”, indicou o diretor para Portugal do NSC, Trond Rismo.

Apesar da inflação, o bacalhau não é um dos produtos alimentares com maiores aumentos.

O NSC citou dados da Deco, organização de defesa do consumidor, relativos aos produtos que compõem o jantar de Natal, sendo que apenas o azeite (13%) aumentou menos do que o bacalhau.

A couve custa agora mais 30% do que em 2021, a batata aumentou 34% e os ovos 32%.

“O bacalhau é um produto âncora para os retalhistas e, por isso, há muito interesse em controlar os preços. Os lojistas sabem que o bacalhau é muito importante para atrair os clientes para as lojas”, notou Rismo.

Por outro lado, o bacalhau é considerado uma “opção utilitária”, lembrou, uma vez que, após a demolha, aumenta cerca de 30% e é totalmente aproveitado, para além de se poder fazer receitas para muitas pessoas, utilizando pouca quantidade deste peixe.

Fazendo um balanço do consumo de bacalhau em Portugal, Rismo começou por dizer que a pandemia teve um impacto negativo nas vendas no canal C&C, que começaram a estabilizar ainda em 2021.

Só no Natal de 2021, o consumo representou 33,8% do volume de vendas.

No mesmo ano, a venda de bacalhau na cidade de Lisboa atingiu 14,5% do volume total.

Relativamente ao corrente ano, o preço do bacalhau aumentou, pelo menos, 0,77 euros por kg até ao final de junho.

O preço médio do bacalhau, seco e congelado, avançou 9,8%.

No comércio moderno (supermercados, hipermercados e minimercados) o valor cresceu 1%, mas o volume recuou 8% no primeiro trimestre do ano.

Já até ao final do terceiro trimestre, o valor ascendeu 2%, mas o volume cedeu 15%.

“O bacalhau congelado explica o dinamismo em valor, mas o bacalhau seco é claramente responsável pela tendência verificada em termos de volumes. Cerca de 27% de todo o bacalhau vendido em Portugal é congelado, mas o bacalhau seco lidera com 73% de quota de mercado”, apontou Trond Rismo.

Ainda no que se refere ao bacalhau seco, o consumidor teve em conta o fator preço, sendo que o calibre “corrente” cresceu 37% em termos de volume de vendas, face ao ano anterior.

Os restantes calibres tiveram quedas, destacando-se o “especial” (maior e mais caro), com um recuo de 36%.

Os portugueses continuam a preferir o “graúdo”, que representa 35% do volume total das vendas de bacalhau norueguês.

Até setembro, o canal C&C conseguiu registar uma recuperação, embora os volumes estejam em mínimos de três anos.

Consumo vai manter-se entre as quatro e cinco toneladas no Natal

Os portugueses vão continuar a consumir entre quatro a cinco toneladas de bacalhau no Natal, sobretudo da Noruega, estimou o NSC, notando que esta será a última iguaria a ser sacrificada.

“Estimamos que o consumo de bacalhau na época natalícia, em termos de volume, não se altere face aos anos anteriores. Se os portugueses tiverem que sacrificar alguma das iguarias que costumam ter na mesa de Natal, o bacalhau será o último a ser sacrificado”, disse Trond Rismo.

Assim, vão continuar a ser consumidas entre quatro a cinco toneladas de bacalhau na véspera de Natal, sendo que cerca de 70% é da Noruega.

O consumo de bacalhau no mês de dezembro representa cerca de 25% do total.

“Apesar dos tempos difíceis, os portugueses não abrem mão do seu fiel amigo no Natal. Após algumas conversas com os lojistas, os comentários são bastante positivos em relação ao volume de bacalhau vendido desde o início de dezembro nos supermercados portugueses”, notou Trond Rismo.

De acordo com o NSC, Portugal é o quinto maior mercado de exportação dos produtos do mar noruegueses e, apesar da escalada de preços, os consumidores vão continuar a comprar este peixe no próximo ano, mas podem vir a optar por um menor calibre.

No canal ‘Cash&Carry’ (venda para pequenos negócios), o preço do bacalhau aumentou quase dois euros por quilograma (Kg), face a 2021, e no comércio moderno (supermercados, hipermercados e minimercados) subiu 1,72 euros por kg.

“Em 2022, os portugueses compraram bacalhau principalmente nos grandes supermercados (46,6%), sendo as mercearias responsáveis por 7% das vendas, os pequenos supermercados por 22,4% e os hipermercados por 23,9%”, referiu o diretor para Portugal do NSC.

Famalicão: Riba d´Ave/Sifamir fecha ano com derrota em Alvalade

No nacional da 1.ª divisão de hóquei em patins, jornada 10, o Riba d´Ave/Sifamir jogou, na tarde deste sábado, no Pavilhão João Rocha, em Alvalade. A equipa de Raul Meca saiu derrotada, 7-1, pelo Sporting, líder do campeonato, e mantém os 9 pontos.

A equipa da casa chegou ao intervalo a vencer por claros 5-0, aumentando a diferença para 7-0 na segunda parte. Os ribadavenses conseguiram o tento de honra perto do final do encontro, ao minuto 21, por Iñigo Artacho.

O FAC só joga a 21 de dezembro, no reduto da UD Oliveirense.

Esta foi a última partida do ano. O campeonato retoma a 7 de janeiro.

Foto arquivo

Famalicão: Maioria aprova Grandes Opções do Plano e Orçamento

Na última reunião da Assembleia Municipal, já na madrugada deste sábado, foram aprovadas as Grandes Opções do Plano e Orçamento.
Votaram a favor PSD, CDS e Chega, além dos presidentes de junta independentes; o PS absteve-se e a CDU votou contra.
Começando pela CDU, Tânia Silva disse que «o documento dá continuidade a projetos que tinham ficado por executar, sendo anunciados como solução milagrosa».
O deputado Jorge Costa justificou a abstenção do PS com o benefício da dúvida «quanto à execução das propostas», mas avançou que o seu partido não podia votar a favor porque o documento «não tem visão estratégica, solidária e promotora da igualdade».
O deputado do Chega, João Pedro Castro, votou a favor porque vê nas propostas da maioria «uma linha de continuidade e nós gostamos da estabilidade». No entanto, diz que se o partido fosse executivo faria diferente em algumas matérias.
O PSD e CDS votaram a favor. Os social democratas porque dizem que há contas certas que permitem a redução de impostos, «sem deixar de existir investimento», falando, por exemplo, dos transportes, saúde, educação.
Armindo Gomes, pelo CDS, realçou a importância da subida do apoio às freguesias e às famílias carenciadas, concluindo que é um orçamento a «pensar nos mais pobres».
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Famalicão: Assembleia Municipal aprova baixa do IMI

Na reunião da Assembleia Municipal desta sexta-feira e madrugada de sábado, foi aprovada, por maioria, a proposta do executivo municipal para a taxa do IMI, Derrama e IRS.

Votaram a favor PSD, CDS, Chega e presidentes de Junta independentes. A CDU votou contra e a bancada do PS absteve-se.

Todos os partidos saudaram a descida do IMI de 0,35 para 0,34 por cento, mas PS, CDU e Chega queriam uma maior descida, para atenuar os efeitos da inflação na carteira dos famalicenses. O deputado do Chega, João Pedro Castro, reiterou que o IMI é um imposto contra a propriedade privada, mas que a existir o valor devia ser mínimo (0,30). Também a CDU, por Tânia Silva, defende o valor mínimo, «dada a situação de vulnerabilidade» das famílias.

O PSD e CDS, com vários deputados a intervir na discussão, dizem que a descida é uma mensagem «clara do executivo municipal de preocupação com as famílias».

Perante as críticas dos deputados socialistas de que há margem para baixar mais os impostos municipais, propondo uma política de poupança em alguns setores, o PSD lembrou que há compromissos sociais e outros que não podem deixar de ser cumpridos. Em tom critico, o PSD sugeriu ao PS que faça a mesma proposta ao Governo socialista, acusado de ser autor da maior carga fiscal de que há memória.

Quanto aos outros impostos, o IRS está em 4,5 por cento; a Derrama sobre as empresas em 1,2 por cento.