Famalicão já cumpriu 70% do caminho para o desenvolvimento sustentável

A «locomotiva de desenvolvimento sustentável da região do Ave, da região do Norte e do próprio país» está sedeada em VN Famalicão. A declaração é do professor Ricardo Reis, do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP-Local), proferida durante a apresentação do ‘Índice de Sustentabilidade Municipal 2022’, que decorreu ao final da tarde desta segunda-feira, nos Paços do Concelho.

O concelho atingiu uma pontuação de 69,3, no índice, acima da média nacional (63,8) e da região Norte (63,6). Esta pontuação significa que Vila Nova de Famalicão já cumpriu quase 70% do caminho para o desenvolvimento sustentável, de acordo com os dados obtidos através dos 133 indicadores que compõem o relatório. Segundo Ricardo Reis, a evolução do concelho tem sido de «crescimento estável e positivo e sempre acima da média nacional», com destaque para «um crescimento mais acentuado» na questão social e «um alto desempenho» na área da Educação.

O presidente da Câmara Municipal regista os resultados «com enorme apreço e satisfação», mas quer mais. Diz Mário Passos que quer «continuar a evoluir no sentido de uma coesão social e ambiental cada vez mais sólida e contribuir, também cada vez mais, para as metas nacionais». O autarca vê nestes índices «ferramentas de trabalho muito importantes para entender onde estamos e como estamos» e, a partir desta informação, «definir e ajustar as políticas públicas».

Os indicadores utilizados no relatório representam as metas previstas na Agenda 2030, um plano de ação global que reúne os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conforme a resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), ‘Transformar o nosso mundo: Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável’, aprovada por unanimidade por 193 Estados-Membros, em 2015 e que vigora desde 2016, até 2030.

O ‘Índice de Sustentabilidade Municipal’ está disponível para consulta na página https://www.famalicao.pt/edicoes-digitais e https://issuu.com/municipiodefamalicao/docs/relat_ism2022_vnf .

Famalicão: Intervenções nos postos da GNR e PSP «são urgentes» (c/vídeo)

No âmbito do debate na especialidade sobre o Orçamento de Estado para 2023, o deputado do Partido Socialista (PS) Eduardo Oliveira, questionou o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, sobre a necessidade de investimentos nas instalações da esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Vila Nova de Famalicão e dos postos territoriais da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Vila Nova de Famalicão e de Riba de Ave, com o ministro a informar que o Governo está a estudar uma solução definitiva para o posto da vila ribadavense.

Sobre as obras na esquadra da PSP de Vila Nova de Famalicão, a secretária de Estado da Administração Interna, Isabel Oneto, informou que o processo se encontra na fase de adjudicação do concurso de elaboração do projeto de execução.

Eduardo Oliveira afirmou que a esquadra da PSP de Vila Nova de Famalicão «não oferece condições de trabalho aos agentes policiais, nem condições de atendimento à população» e que GNR de Riba de Ave «está, há vários anos, num edifício habitacional, sem condições» para os militares «prestarem um bom serviço e precisa de ser instalada num espaço próprio». Relativamente às condições da GNR da cidade, referiu que «também está mal instalada, numa antiga cadeia do Estado Novo, um edifício que precisa de obras urgentes de modernização».

Da argumentação usada, o deputado socialista referiu que «Famalicão é um dos concelhos mais habitados do País e um dos que mais contribuem para a riqueza nacional, liderando as exportações nacionais a norte de Lisboa. Porém, em matéria de infraestruturas de segurança pública há três intervenções cuja concretização se revela urgente», afirmou.

 

 

 

Famalicão: Muita festa na “Nova Cidade”

O novo Centro Urbano de Famalicão vai ser oficialmente inaugurado na tarde de 13 de novembro, mas a festa começa no dia anterior. Os eventos são vários, destacando-se os concertos gratuitos da jovem fadista Sara Correia e dos Calema. Os motivos para os famalicenses saírem à rua são, por isso, muitos, pelo que o presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, convida todos «a participarem nas inúmeras atividades que temos programadas e que visam, para além de assinalar uma nova ‘página’ do nosso centro urbano, mostrar as potencialidades deste renovado espaço ao dispor de todas e todos os famalicenses».

A inauguração decorre na tarde de domingo, dia 13, a partir das 15h15, na Praça D. Maria II e Praça Mouzinho de Albuquerque, com a presença de Mário Passos e do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), António Cunha. Ao momento protocolar e à visita ao centro segue-se o concerto de Sara Correia, às 16h15.

A festa vai durar todo o fim de semana, tendo os Calema, que atuam no sábado, dia 12, pelas 21h30, como cabeça-de-cartaz. Durante estes dois dias, vão decorrer eventos vários, tais como a inauguração dos recém-restaurados painéis de azulejos da Fundação Cupertino de Miranda, showcooking da AESAcademy, concerto de comunidade dinamizado pela Ondamarela, São Martinho na Praça, com distribuição de castanhas, um concerto Banda de Famalicão, entre outros. Tudo de entrada livre e toda a programação pode ser consultada em www.famalicao.pt/inauguracao-do-novo-centro-urbano-de-famalicao

Sob o mote ‘Novo Centro, Nova Cidade’, as obras de renovação urbana de Vila Nova de Famalicão são um dos maiores investimentos públicos de sempre na requalificação de um espaço citadino famalicense, na ordem dos nove milhões de euros.

A profunda mudança que a zona central da cidade sofreu, resultou, segundo o Município, «num centro urbano mais moderno, mais convidativo, mais sustentável, mais seguro, mais amigo das pessoas e com menos carros. Um autêntico espaço de vivência cultural, social e comercial, que assegura melhores condições para a deslocação pedonal e os modos suaves.

Trofa: Concerto da Mariza com entrada livre

A fadista Mariza atua na inauguração dos novos Paços do Concelho da Trofa, a 5 de novembro, às 18h30, nos Parques D.ª Srª das Dores e dr. Lima Carneiro. Tem entrada livre.

«Num dia tão especial para a Trofa e para os trofenses, tínhamos que terminar com alguém muito especial. A Mariza, para além de ser a embaixadora da música portuguesa do século XXI, tem canções que retratam bem a luta, a resiliência e, sobretudo, a garra e a força do nosso concelho», explica Sérgio Humberto, presidente da Câmara Municipal da Trofa.

Mariza lançou o seu mais recente trabalho no final de 2020 na sequência da edição do single “Lágrima”. Conta com uma carreira internacional de sucesso, onde acumulou êxitos e prémios.

 

Famalicão: Deputado Jorge Paulo Oliveira questiona ministro sobre postos da GNR e PSP (c/vídeo)

Em resposta ao deputado Jorge Paulo Oliveira, a Secretária de Estado da Administração Interna, Isabel Oneto, informou que está em curso a adjudicação do projeto de execução da 2.ª fase da requalificação da Esquadra da PSP de Famalicão. O deputado não ficou satisfeito.

O deputado famalicense perguntou ao Ministro da Administração Interna, no âmbito do debate na especialidade do Orçamento de Estado para 2023, sobre as obras nos postos da GNR e da PSP de Famalicão.

Jorge Paulo Oliveira, do PSD, lembrou o ministro José Luís Carneiro que o quartel da GNR da Vila de Riba de Ave, apesar de estar incluído na Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos, cuja dimensão temporal já chegou ao seu término, «nunca saiu do papel, com o Governo a dizer sucessivamente coisas diferentes».

Acerca das obras da 2.ª fase da Requalificação da Esquadra da PSP, o deputado lembrou que foram anunciadas nos últimos três anos.

Sobre o posto da GNR da cidade que, segundo Jorge Paulo Oliveira, «inexplicavelmente ficou de fora da última Lei da Programação de Infraestruturas e Equipamentos», o deputado famalicense questionou o Governo se iria aceitar a «disponibilidade manifestada pela autarquia para colaborar neste investimento infraestrutural inquestionável?».

Além da informação sobre a segunda fase das obras na Esquadra da PSP, o gabinete do Ministro reconheceu a «necessidade de relocalização das condições em que opera a Guarda Nacional Republicana e também quanto às necessidades de investimento nas condições de trabalho da Polícia de Segurança Pública. É uma preocupação que temos»; informação que Jorge Paulo Oliveira considera «evasiva».