Joey DeMaio (Manowar) visita Famalicão para gravar documentário

Joey DeMaio, líder da banda americana Manowar, visitou recentemente Vila Nova de Famalicão para gravar o documentário da tour especial de 40 anos de carreira. Nesta passagem, Joey DeMaio ficou a conhecer o recinto do Laurus Nobilis, festival onde irá atuar este ano, bem como outros locais, como o Parque da Devesa, Mercado Municipal, Paços do Concelho e Fundação Cupertino de Miranda. Joey DeMaio visitou, ainda, os Bombeiros Voluntários Famalicenses e a Cooperativa Elétrica do Vale D’ Este (CEVE), instituições parceiras do festival.

Vila Nova de Famalicão, a par com Barcelona, serão as duas únicas cidades ibéricas a receber este espetáculo dos 40 anos de Manowar, que acontecerá em vários países da Europa, entre 18 de junho e 25 de fevereiro do próximo ano.

A sexta edição do Laurus Nobilis realiza-se na freguesia do Louro, de 21 a 23 de julho, apresentando um cartaz com mais de 30 bandas, dez das quais internacionais.

Além da banda Manowar, cabeça de cartaz do dia 21, destacam-se os italianos Lacuna Coil e os suecos At the Gates, cabeças de cartaz dos dias 22 e 23, respetivamente. O cartaz contempla, ainda, os Decapitated (Polónia), Orphaned Land (Israel), Benighted (França), Hate (Polónia), Human Vivisection (Bélgica), Eternal Psycho (Espanha), Darktribe (França), Counteractt (Espanha) e uma forte aposta em vinte bandas nacionais de relevo.
Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais. O campismo é gratuito mediante apresentação da pulseira. Toda a informação em www.laurusnobilis.pt

Famalicão: Lions celebra 45.º aniversário com oferta de ecógrafo ao Centro Hospitalar

O Lions Clube de Vila Nova de Famalicão celebrou, no dia 12 de abril, o 45.º aniversário de vida ao serviço da comunidade «da qual temos tanto orgulho em pertencer».

Como forma de celebrar o aniversário, procedeu a uma série de atividades e foi entregue um segundo ecógrafo ao Centro Hospitalar do Médio Ave – CHMA de Famalicão, oferta tornada possível pela parceria de longos anos com o Lions Clube de Roissy Pays de France.

No passado domingo, dia 10 de abril, no restaurante Eugénios, teve lugar um almoço de confraternização, contando com a presença de centena e meia de convidados.

Estiveram presentes representantes de 18 Lions Clubes, com destaque para os Lions Clubes de Roissy Pays de France (França) e de Rietti Varrone (Itália), com uma comitiva constituída por 24 companheiros, e os respetivos presidentes CL Jacques Bresson e CL Antonio Fasciolo.

Contou com a presença das entidades Lionísticas, com o Governador do DM115 CN Angelino Ferreira, bem como dos Past Governadores dos dois anos Lionisticos transatos, João Pedro Silva e Carlos Ferreira, do presidente da Fundação Lions, João Russo e ainda da presidente DM Leo 115, Joana Mota.

Estiveram, ainda, os parceiros do Lions Clube: a vereadora Sofia Fernandes, em representação da Câmara Municipal; o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Ave, António Barbosa; da Vieira de Castro, S.A., o companheiro Lions e fundador Carlos Vieira de Castro; da Caixa de Crédito Agrícola de Vila Nova de Famalicão, representada pelo companheiro CL Germano Abreu; do presidente do Rotary Club, Francisco Freitas; o Arcipreste de Vila Nova de Famalicão, Padre Francisco Carreira; e o presidente da Fundação Castro Alves, Bruno Silva.

As celebrações do 45º aniversário incluíram a formalização da Geminação do Lions Clube de Vila Nova de Famalicão com o Lions Clube de Rieti Varrone.

Páscoa: O Borrego está mais caro, a culpa é da guerra mas não só

A tradição ‘à mesa’ na Páscoa passa pelo consumo de borrego e nem o aumento do preço da carne, devido às exportações e aos efeitos da guerra na Ucrânia, diminuiu a procura, segundo representantes do setor no Alentejo.

Na Herdade de Ladrões e Cardiga, em Fronteira, no distrito de Portalegre, o produtor pecuário Pedro Mendes de Almeida explica à agência Lusa que o preço dos borregos tem vindo a atingir valores significativos, sobretudo devido à exportação destes animais para Israel.

Para o produtor, que tem cerca de mil ovinos em mais de 500 hectares, a exportação tem provocado o aumento da procura, mesmo que a oferta a nível nacional possa diminuir em algumas alturas, pelo que estas vendas “ajudam” ao preço que tem vindo a ser praticado nos últimos tempos.

“O período mais alto [de vendas] continua a verificar-se até ao Natal e, depois, há um ligeiro decréscimo, mas não é muito acentuado. Ultimamente, tem havido mais homogeneidade no valor de comercialização dos borregos ao longo do ano”, observa.

Até à data, a guerra na Ucrânia ainda não influenciou a atividade deste produtor pecuário, mas situação diferente relata à Lusa a coordenadora do Agrupamento de Produtores Pecuários do Norte Alentejano – Natur-al-Carnes, Maria Vacas de Carvalho.

Este agrupamento está a pagar, nesta altura, “acima dos sete euros o preço da carne [de borrego morto]”, enquanto o “consumo se mantém idêntico” aos de anos anteriores, diz.

Face à Páscoa do ano passado, “temos uma diferença de mais 50 cêntimos. No ano passado, estávamos a comprar à volta dos 6,70 euros o quilo [de carne] e, nesta altura, já estamos acima dos sete”, precisa.

Para a responsável, que coordena este agrupamento com cerca de 400 acionistas e que vende cerca 10.000 borregos por ano, a guerra na Ucrânia está a ter “muita influência” no preço destes animais, pois, o conflito levou a uma ‘escalada’ dos preços dos transportes.

“O borrego é produzido no interior do país, sobretudo no Alentejo, e temos sempre de transportá-lo, quer seja vivo, quer seja para os matadouros” para ser abatido, “e o preço é sobretudo devido ao transporte”, cujo aumento “fez com que os preços disparassem”, sustenta.

Como exemplo, antes da guerra, o frete das transportadoras desde o matadouro situado em Tomar (Santarém) para os canais de distribuição custava “50 euros” e, agora, passou para “71 euros”, um aumento na casa dos “40%”, indica Maria Vacas de Carvalho.

À margem desta situação, o produtor Pedro Mendes de Almeida reconhece que os produtores estão a passar por uma boa fase, mas admite que, futuramente, o conflito que se vive na Ucrânia possa vir a ‘causar mossa’.

“Até agora sim, estamos” a passar por uma boa fase, mas “há a tal interrogação sobre o que é que se irá passar daqui para a frente”, admite.

Num ano marcado igualmente pela seca, o criador de ovinos reconhece que este fator “teve alguma influência” no desenvolvimento dos borregos, mas só numa determinada altura, agora já não.

“Tive alguns custos mais acrescidos, porque tive de suplementar os animais, na altura de janeiro e fevereiro. Depois, a dada altura, vieram umas chuvas, pelo menos nesta região, e as coisas melhoraram um bocadinho”, relata.

E, acrescenta, graças a “estas últimas chuvas do final de março”, a situação “melhorou bastante” e “há disponibilidades alimentares”.

Maria Vacas de Carvalho reitera que a seca “teve influência” no desenrolar da atividade, mas insiste que, nesta altura, o aumento do preço da carne de borrego, com “fortes tradições à mesa” na época da Páscoa, deve-se à guerra.

“A seca já teve influência, porque tínhamos os produtores a quererem tirar rapidamente os animais do campo, porque não tinham alimentação” para lhes dar. Neste momento, “já não é o problema da seca na produção destes animais, mas é a guerra”, frisa.

De acordo com a página de Internet da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), consultada pela Lusa, o Alentejo é a região do país onde se produzem mais ovinos de carne, existindo nesta zona mais de 1,3 milhões de animais, distribuídos por 6.765 explorações

Famalicão: Diversão e inclusão marcam “Aventura na Páscoa”

A Casa da Juventude organiza, mais uma vez, a “Aventura na Páscoa”, para proporcionar às crianças e jovens umas férias divertidas. Este ano, além da diversão, tem uma componente de integração pela inclusão de nove jovens ucranianos recentemente chegados a Famalicão por causa da guerra na Ucrânia.

«A integração é, assim, realizada num contexto informal, divertido e de cumplicidade geracional», disse a propósito o presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, que esta segunda-feira, dia 11, marcou presença no primeiro dia de atividades, acompanhado pela vereadora da Juventude, Luísa Azevedo.

Os objetivos desta iniciativa de férias pascais passam por estimular a criatividade, proporcionar aprendizagens e desenvolver a curiosidade dos mais jovens.

Famalicão: Câmara quer criar parque para a indústria sustentável

O município de Famalicão quer elaborar uma estratégia local para as áreas da Ciência, Tecnologia e Inovação. Para tal, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, reuniu esta terça-feira, com os responsáveis dos estabelecimentos de Ensino Superior e dos Centros Tecnológicos com sede ou presença no concelho de Famalicão.

Entre os projetos municipais para esta área, o município propõe a construção de uma residência de estudantes; a criação de um programa municipal de apoio às empresas para a dupla transição: digital e climática, e a criação de um Green/Eco Park, um parque empresarial para a indústria sustentável.

A Universidade do Minho, a Universidade Lusíada e a Fundação Minerva, a CESPU/Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, o IPCA, o CITEVE, o CeNTI e o TECMEAT foram as entidades parceiras que marcaram presença na reunião do Conselho Estratégico da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que decorreu na Casa do Território.

O edil fez-se acompanhar pelo vereador da Educação e Ciência, Economia e Empreendedorismo, Augusto Lima, que apresentou aos vários parceiros os grandes objetivos, ações e desafios da agenda de governação municipal para esta temática.

«Estamos a falar de uma área de intervenção muito relevante para o desenvolvimento do território e não podemos querer evoluir e definir estratégias de futuro sem o contributo e a reflexão das entidades que aqui estão representadas», referiu Mário Passos na abertura do encontro.
Este foi mais um encontro realizado no âmbito dos “Dias de Famalicão.30” que decorrem até 30 de abril para a elaboração do novo Plano Estratégico do município para o período 2022-2030.

Recorde-se que Famalicão está a imaginar como é que será em 2030. A elaboração do novo Plano Estratégico do município surge pela necessidade de alinhamento da estratégia municipal face às prioridades e recursos das estratégias internacionais e nacionais, nomeadamente os “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS” e o novo ciclo de programação europeia, e face ao início de um novo ciclo autárquico.

Os “Dias de Famalicão.30” arrancaram a 26 de março, com o contributo da juventude famalicense. O processo vai praticamente a meio do caminho, com a realização de quase metade das ações propostas. A iniciativa decorre até 30 de abril, com mais encontros comunitários, reuniões de trabalho e de diagnóstico e workshops entre os serviços municipais e entidades parceiras, e vão culminar com a realização de um Painel de Cidadãos, no dia 30 de abril, sob o tema “Imaginar Famalicão em 2030”.

 

Santo Tirso: Ana Filipa tem 16 anos e está desaparecida

Ana Filipa Alves Sousa (na imagem), natural de Santo Tirso, está desaparecida.

De acordo com o Diário de Santo Tirso, a jovem tem 16 anos, mede 1,50m e cabelos pretos. Terá sido avistada pela última vez em Ermesinde, numa paragem de autocarro, em direção ao Porto.

Ainda segundo a mesma publicação, a jovem poderá não estar bem psicologicamente.

A família apela a quem tenha informações sobre esta adolescente que reporte de imediato às autoridades.