DGS engana-se e corrige informação: Afinal é preciso teste negativo para eventos culturais

A Direção-Geral da Saúde (DGS) corrigiu a informação divulgada sobre as condições de acesso a eventos culturais: entre os dias 25 de dezembro e 2 de janeiro é necessário apresentar um teste com resultado negativo.
A informação surgiu na manhã desta quarta-feira, horas após o mesmo organismo ter divulgado que só seria necessário certificado de vacinação.

Governo muda regra: Basta certificado de vacinação para ir a eventos culturais

Acesso a eventos culturais é possível mediante a apresentação de certificado digital Covid, comprovativo de vacinação ou teste com resultado negativo.

O acesso a eventos culturais é possível mediante a apresentação de certificado digital COVID, comprovativo de vacinação ou teste com resultado negativo, segundo a atualização da orientação da Direção-Geral da Saúde (DGS) relativa à utilização de equipamentos culturais.A orientação sobre lotação dos espaços culturais, atualizada com data de hoje e disponível no ‘site’ oficial da DGS, define que o acesso a “eventos de natureza cultural” está dependente da apresentação “de um dos seguintes documentos”: certificado digital COVID; comprovativo de vacinação que ateste o esquema vacinal completo há pelo menos 14 dias; comprovativo de realização laboratorial de teste com resultado negativo.

Esta atualização difere do que ficou decidido na semana passada em reunião de Conselho de Ministros.

Em 21 de dezembro, o primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o acesso a eventos culturais e desportivos passava a depender da apresentação de teste negativo à covid-19, desde as 00h00 de sábado e até 09 de janeiro, independentemente do número de espectadores.

A resolução do Conselho de Ministros define que o acesso a estes eventos depende “da apresentação de certificado digital COVID da UE nas modalidades de certificado de teste ou de recuperação” ou “da apresentação de outro comprovativo de realização laboratorial de teste com resultado negativo”.

A orientação 028 da DGS, de 28 de maio do ano passado, cuja nova revisão foi hoje divulgada, prevê que o acesso às “salas de exposição cinematográfica” poderá também acontecer mediante “a realização de teste rápido de antigénio na modalidade de autoteste (colheita nasal) com resultado negativo”, caso o espectador não tenha certificado digital COVID, comprovativo de vacinação ou comprativo da realização de teste laboratorial com resultado negativo.

Esta orientação define ainda que, até 09 de janeiro, “é proibida a ingestão de quaisquer alimentos ou bebidas no interior das salas de exposição cinematográfica, sendo obrigatória a utilização de máscara facial”.

A DGS definiu também a lotação de eventos culturais que aconteçam em recintos provisórios ou improvisados, cobertos ou ao ar livre, que “deve ser objeto de determinação conjunta entre a entidade licenciadora da lotação, a Autoridade de Saúde territorialmente competente e as Forças de Segurança — PSP ou GNR do território, não devendo exceder, entre os dias 25 de dezembro de 2021 e 09 de janeiro de 2022, a ocupação máxima indicativa de 0,20 pessoas por metro quadrado de área”.

A covid-19 provocou mais de 5,40 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.909 pessoas e foram contabilizados 1.303.291 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Ómicron já é responsável por 75% dos casos de covid-19 em Portugal

A variante Ómicron do coronavirus SARS-CoV-2, que provoca a doença covid-19, atingiu uma proporção estimada de 75% na segunda-feira, segundo um relatório do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), hoje divulgado.

O relatório sobre a diversidade genética do SARS-CoV-2 em Portugal indica que houve um “crescimento exponencial” de casos prováveis da variante Ómicron, ao mesmo tempo que houve uma redução de circulação da variante Delta.

Os dados indicam que a variante Ómicron é dominante em Portugal (mais de 50% dos casos) e que, segundo o INSA, este “aumento abrupto de circulação comunitária tem paralelismo com o cenário observado em outros países como, por exemplo, a Dinamarca e o Reino Unido”.

O relatório, realizado pelo Núcleo de Bioinformática do Departamento de Doenças Infecciosas do INSA, refere que até hoje foram analisadas 24.198 sequências do genoma do novo coronavírus, obtidas a partir de amostras colhidas em mais de 100 laboratórios, hospitais e instituições, representando 303 concelhos de Portugal.

Têm sido analisadas uma média de 533 sequências por semana desde o início de junho de 2021, provenientes de amostras colhidas aleatoriamente em laboratórios distribuídos pelos 18 distritos de Portugal continental e pelas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, abrangendo uma média de 129 concelhos por semana.

Na semana 50, de 13 a 19 de dezembro, a variante de preocupação Ómicron registava uma frequência relativa provisória de 10,1% (dados apurados até 14 de dezembro).

“De acordo com as estimativas obtidas com base na estratégia de monitorização em tempo-real da ‘falha’ na deteção do gene S, desde o dia 6 de dezembro tem-se verificado um crescimento exponencial na proporção de casos prováveis da variante Ómicron, tendo atingido uma proporção estimada de 75% no dia 27 de dezembro”, diz o INSA no relatório.

Quanto à variante Delta, o relatório indica que desde a semana 47 (22 a 28 de novembro) tem vindo a diminuir a sua frequência relativa, “em resultado do aumento abrupto de circulação da variante Ómicron, destacando-se ainda as linhagens AY.4.2 e AY.43.5, com frequências relativas próximas de 5% nas últimas semanas, sendo, contudo, expectável que a sua circulação diminua significativamente nas próximas semana”, diz o INSA.

A covid-19 provocou mais de 5,4 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.909 pessoas e foram contabilizados 1.303.291 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

Minho: Ciclista com 45 anos fica em estado grave depois de colisão com carro

Um homem com 45 anos ficou em estado grave, depois do choque da bicicleta onde seguia com um carro, em plena N13, em São Pedro da Torre, Valença.

Segundo o portal de notícias E24, o acidente aconteceu ao início da noite e a vítima foi assistida pelos Bombeiros Voluntários de Valença, e o INEM, com apoio diferenciado da SIV de Valença e a VMER do Hospital de Viana do Castelo.

O ciclista acabou por ser transportado para o Hospital de Braga.

Não são, para já, conhecidas as causas do acidente.

Fonte: E24
Vídeo: Rui Cunha (Reprodução E24)

Luto: Morreu um dos maiores empreiteiros de Braga

Morreu esta terça-feira, Arlindo Correia, empresário da construção civil de Vimeiro, Braga.

“Com empreendimentos em todo o país e no estrangeiro, a obra mais emblemática de Arlindo Correia é a Urbanização Europa Arlindo, localizada na freguesia de Ferreiros” refere a BragaTV.

O funeral do empresário que faleceu aos 81 anos está marcado para esta quarta-feira.

Fonte: BragaTV