Portugal regista, este domingo, mais 23 mortos e 3.786 novos casos de covid-19, de acordo com a mais recente atualização do boletim epidemiológico da Direção-Geral de Saúde (DGS).
Presépio Vivo de Priscos inaugurado no próximo fim de semana
O Presépio Vivo de Priscos vai ser inaugurado no domingo do próximo fim de semana, dia 12 de dezembro.
Este ano a organização decidiu lembrar todas as crianças desaparecidas no mundo e, por isso, na cerimónia de inauguração, contará com a presença de Filomena Teixeira, mãe de Rui Pedro, desaparecido de Lousada há mais de 20 anos.
O Presépio Vivo de Priscos estará aberto ao público nos dias 12, 19 e 26 de Dezembro e 2 e 9 de Janeiro entre as 15h e as 18h30, e no dia 8 de Janeiro entre as 20h e 22h30.
Ómicron: Nova variante da Covid-19 não provocou vítimas mortais
A Ómicron, uma das mais recentes variantes da Covid-19, ainda não terá provocado nenhuma vítima mortal, avança a Organização Mundial de Saúde.
A nova estirpe foi já está em pelo menos 38 países de todo o Mundo mas, até agora, não há óbitos a registar.
Os especialistas apelidam a Ómicron de super-variante pelo facto de ela aparentar ser de contágio mais fácil e rápido.
Marcelo dissolveu hoje parlamento e marcou eleições para 30 de janeiro
Numa nota publicada no portal da presidência, é anunciado que “o Presidente da República assinou hoje o decreto que procede à dissolução da Assembleia da República e à convocação de eleições legislativas para o dia 30 de janeiro de 2022.”
Bial quer medicamentos mais caros para que eles possam continuar a ser vendidos
O presidente executivo da farmacêutica Bial, António Portela, defendeu este domingo a subida do preço de alguns medicamentos, para fazer face ao aumento dos custos de matéria-prima e transporte.
“Percebemos que a pressão no orçamento da Saúde é grande, mas em alguns casos específicos tem de ser feito [um aumento do preço] ou vamos ter medicamentos que não se pagam a si próprios, em que o custo é mais caro do que o que está no mercado, se as coisas continuarem a subir”, afirmou António Portela, em entrevista à Antena 1 e ao Jornal de Negócios.
António Portela considerou “preocupante” o aumento consecutivo do valor das matérias-primas, mas também a impossibilidade de as farmacêuticas poderem mexer no preço dos medicamentos. “Terá de haver casos específicos onde a tutela e a entidade regulamentar terão de olhar para os medicamentos e terão de fazer subida de preços ou não poderemos manter esses medicamentos no mercado”, avisou.
O responsável da farmacêutica alertou ainda que Portugal não tem uma política de criação de reservas de medicamentos, para fazer face a uma situação de crise. “Se acontecesse um desastre natural, uma catástrofe, não temos uma reserva. Temos o que existe nos armazéns. Se não tivéssemos capacidade de fornecer mais, é verdade, faltariam medicamentos”, disse.
E deu como exemplo os Estados Unidos, onde “os medicamentos estão na posse das empresas, mas é como se estivessem consignados ao uso do Estado. É uma política diferente para fazer face a uma catástrofe”. “Em Portugal, somos de brandos costumes e não temos grande política de fazer esse tipo de planeamento”, considerou.
O CEO da Bial lamentou ainda que, por parte das políticas públicas, tenha havido uma preocupação excessiva com a pandemia: “Tudo o que é não Covid foi deixado para trás. Se falarmos com os profissionais de saúde, percebemos que há um défice importante de tudo o que é não Covid”.
António Portela revelou que no final de 2020 e no primeiro semestre deste ano houve uma redução do consumo de medicamento, em consequência de terem ocorrido menos consultas médicas e menos prescrições. “Nas áreas que não doem, como colesterol, diabetes, Parkinson, as pessoas deixaram de ir ao médico, de fazerem o seguimento, porque se protegeram [da covid-19]”, disse.
Sobre a Bial, António Portela referiu que este ano irá faturar cerca de 330 milhões euros, crescendo “ligeiramente” face a 2020, e que tem conseguido manter o investimento em investigação e desenvolvimento de novos medicamentos graças aos mercados externos, “europeu, americano e japonês”.
Luto: Padre ordenado em Braga morre infetado com Covid-19 aos 62 anos
Faleceu, hoje, vítima de Covid-19, o Padre Joseph Santos.
Nascido a 02 de Junho de 1959, em St. Elizabeth’s Bristol, Rhode Island, EUA, foi ordenado sacerdote a 27 de Agosto de 1989 na Sé Catedral de Braga.
Após a sua ordenadção, por um período de dois anos, foi administrador paroquial de S. Paio de Pousada, arciprestado de Braga, e Sta. Maria de Moure, arciprestado da Póvoa de Lanhoso.
Em 1991 é então nomeado pároco de Sta. Eulália de Crespos e de S. Paio de Pousada, arciprestado de Braga, bem como de Sta. Maria de Mouro, arciprestado de Póvoa de Lanhoso.
Tendo servido estas comunidades, em 1999 foi autorizado a fazer mestrado em Teologia Dogmática e uma experiência na Fraternidade de S. Pedro, Iglaterra.
Actualmente encontrava-se nos Estados Unidos da América, exercendo funções de administrador na paróquia de Holy Name of Jesus Church, Providence, onde veio a falecer na sequência de complicações relacionadas com Covid-19.
A missa exequial será celebrada no próximo sábado, 11 de Dezembro, às 11h, na Igreja do Pópulo, arciprestado de Braga. No mesmo dia será celebrada, nos EUA, nova eucaristia exequial, de corpo presente, onde irá a sepultar.
Arquidiocese de Braga




