Futebol: Gustavo Sá assina contrato profissional com o Famalicão

Gustavo Sá assinou contrato profissional com o FC Famalicão, com a duração até ao final da época 2023/2024. O jogador que integra a equipa sub-19 sente-se «muito feliz e orgulhoso. É um grande voto de confiança do clube em mim e agora pretendo retribuir com muito trabalho. Esta é mais uma etapa que permite estar mais perto de cumprir o objetivo de chegar à equipa principal».

Gustavo, de 16 anos, é médio e está a cumprir a quarta temporada em Famalicão. Ingressou no escalão de sub-15, representou os sub-17 e atua desde a época transata pelos sub-19. Na presente temporada soma três golos em nove jogos no Campeonato Nacional.

 

Famalicão: Coletivo musical lisboeta dá concerto no CRU

O coletivo musical lisboeta Cafetra inicia, a 28 de outubro, uma tour nacional que tem o apoio da DGArtes. Esta viagem musical passa por várias cidades, entre as quais, Vila Nova de Famalicão.
O concerto terá lugar no CRU – Espaço Cultural, na Rua Alves Roçadas, no dia 4 de novembro, a partir das 21h30, com a abertura a cargo dos famalicenses LAWLESS, seguido da atuação do coletivo da Cafetra.

Famalicão: Centro Social e Paroquial de Brufe apresenta Boletim e o Caderno da Coragem

O Centro Social e Paroquial de S. Martinho de Brufe promove, na noite desta sexta-feira, pelas 21h15, a cerimónia de lançamento do Boletim 2020 e do Caderno da Coragem.

O boletim 2020 apresenta, na sua décima primeira edição, os acontecimentos e as vivências do ano passado, com testemunhos de utentes, colaboradores, famílias e outros. O Caderno da Coragem apresenta-se, simultaneamente, como uma agenda e um bloco de notas. O caderno será um bom auxílio às notas pessoais, ou até mesmo à agenda profissional, que pode ser um presente para familiares e amigos. Desta forma, quem o adquirir estará a ajudar esta instituição.

A apresentação decorre nas instalações desta instituição particular de solidariedade social.

“Boom” de aplicações de namoro em contexto Covid-19: crescimento das plataformas está para ficar?

A situação de pandemia mundial da qual todos são afetados criou novas problemáticas, não só a nível da saúde e da economia, mas também pelo seu impacto social nas populações. Incentivados, mas também muitas vezes obrigados, a reduzir os seus contactos sociais e a aumentar o isolamento profilático, todos tivemos, necessariamente, de repensar hábitos e rotinas.

Em Junho de 2020, pouco depois de ter sido anunciada a segunda vaga da Covid-19 em Portugal, um relatório produzido em coordenação entre o instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) e do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), concluiu que, entre os inquiridos, das 3 maiores preocupações para o futuro constava a “incerteza sobre quando voltamos a estar com os nossos familiares, amigos e colegas”, juntamente com preocupações em relação à situação económica do país e à situação da saúde pública.

Tal como muitas empresas tiveram de se adaptar para sobreviver às novas realidades do mercado no contexto de pandemia, também as pessoas foram obrigadas a adaptar a sua vida social.

 

Teletrabalho e “Telenamoro”

Talvez uma das mais comuns e óbvias medidas que as empresas acabaram por adoptar foi o regime de teletrabalho. Embora este método de trabalho já existisse antes da pandemia, o seu aumento exponencial pós Covid-19 tem sido amplamente reportado e discutido. Jornais económicos como o internacional The Economist, entre outros, reportaram como o número de pessoas a trabalhar por casa multiplicou 10 vezes em alguns países em apenas alguns meses.

Paralelo a esta explosão de casos de teletrabalho, foi o “boom” da utilização de aplicações e plataformas online de encontros, tais como o Lovino. Face às recomendações nos últimos meses por parte das autoridades governamentais e de saúde, muitas pessoas, tal como as empresas, adaptaram-se a uma nova realidade e a novas possibilidades de interacções sociais à distância. Embora já fossem conhecidas há muitos anos, estas plataformas de encontros online viram o número dos seus utilizadores aumentar consideravelmente devido à pandemia.

Várias destas empresas acabaram também por inovar, de forma a dar resposta aos novos interesses dos seus utilizadores, criando formas de dispor nos perfis dos utilizadores quem já se encontra vacinado ou a opção de realizar conversações em vídeo.

 

De relações longo prazo a socialização online

Embora estas plataformas online sejam utilizadas maioritariamente por gerações mais jovens da população, na casa dos 20 e dos 30, um crescente número de pessoas acima da casa dos 40 tem sido verificado transversalmente ao longo das plataformas existentes, especialmente entre divorciados.

Numa tentativa de direcionar o máximo possível as suas plataformas às necessidades dos seus utilizadores, vários estudos são realizados para encontrar quais os pontos de interesse mais procurados. Desde hobbies a inclinações políticas ou a aparência física, são vários os critérios que cada pessoa filtra através destas plataformas, com o intuito de encontrar pessoas com o maior grau de compatibilidade possível.

As restrições provocadas pela pandemia ofereceram, involuntariamente, uma nova dimensão às plataformas de encontros online. Para além dos que procuram a sua cara-metade para relações duradouras, muitos utilizadores procuram somente pessoas com quem socializar, com quem partilhar interesses e conversas, sem necessariamente implicar compromissos mais profundos.

 

O namoro online está para ficar?

A resposta à questão que permanece – se este crescimento das plataformas online de encontro é sustentável ou não – depende de fatores complexos e, por vezes, imprevisíveis. Antes de mais, dependerá das implicações da Pandemia Covid-19 e do comportamento do vírus designado como SARS-CoV2 no futuro. O diretor executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan, anunciou que o vírus “está para ficar”. Se essa for a nova realidade a que nos teremos de adaptar, as empresas que detêm as plataformas de namoro online podem muito bem ver o seu negócio continuar a aumentar.

Mas mesmo considerando que todas as restrições acabem por desaparecer e toda a população acabe por regressar, por completo, aos seus hábitos e rotinas pré-Covid, a utilização destas plataformas online pode, ainda sim, continuar a crescer. Voltando à analogia inicial, tal como as empresas que manterão o regime de teletrabalho independentemente da evolução da Pandemia, também a crescente utilização das plataformas de encontros online esteja para ficar.

 

 

IPCA abre candidaturas a vagas sobrantes em Cursos Técnicos Superiores Profissionais

O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) vai abrir candidaturas às vagas sobrantes de uma dezena de Cursos Técnicos Profissionais (CTeSP). Tendo em conta a grande procura que os CTeSP estão a ter, o preenchimento das vagas existentes será efetuado de três em três dias. Estará em vigor durante 30 dias úteis, após o início das aulas, até ao preenchimento total das mesmas e à concretização das respetivas matrículas.

As vagas sobrantes dizem respeito a quatro cursos em regime laboral (horário diurno): Apoio à Gestão (Polo de Famalicão), Turismo Natureza e Aventura (Extensão de Esposende), Gestão de Seguros (Polo de Guimarães) e Inovação Alimentar e Artes Culinárias (Esposende).

Em regime pós-laboral (horário a partir das 18h30), estão disponíveis vagas para os seguintes cursos: Metrologia, Instrumentação e Qualidade Industrial (Campus de Barcelos), Apoio à Gestão (Famalicão), Design de Moda (Famalicão), Soldadura Avançada (Braga), Manutenção Industrial (Famalicão) e Robótica Colaborativa e Inteligência Industrial (Braga).

Os Cursos Técnicos Superiores Profissionais são uma formação de nível superior, com dois anos de duração e uma forte componente prática, tendo em vista a aquisição de competências para a imediata inserção no mercado de trabalho.