Famalicense de 34 anos encontrado sem vida dentro de carro

Um famalicense de 34 anos foi, na tarde desta terça feira, encontrado sem vida no interior de uma viatura, na Rua do Lameirinho, em Pevidém, Guimarães.

Ainda são desconhecidas as causas da morte. Apenas se sabe que a viatura onde se encontrava o corpo estava naquele local desde sábado.

Sabe-se que o homem residia na freguesia de Requião, em Vila Nova de Famalicão.

O caso está a ser investigado pela PJ.

Famalicão: Laurus Nobilis regressa no Anima-te

O festival, em versão mais curta, chega novamente a Famalicão com “uma ressaca de bons e intensos concertos”. O evento cultural decorre associado ao programa Anima-te, com os concertos de Godiva e Downfall of Mankind no sábado, dia 31 de julho, pelas 19h00, e VËLLA e Lhabya no domingo, dia 1 de agosto, à mesma hora.

Godiva é uma banda famalicense, desenvolvida em 1999. O grupo lançou o primeiro CD, “Tales to be Untold”, em 2000, o “Tales to be Untold” em 2002, e lançaram o álbum “Spiral” em 2007. Depois do espetáculo de Godiva, segue-se o concerto dos Downfall of Mankind, no sábado.

No dia 1, decorre o concerto dos VËLLA, um quinteto lisboeta de metal alternativo, criado em 2019. O grupo vai apresentar o seu álbum de estreia “COMA”. O espetáculo inicia-se às 19h00. Depois de VËLLA, Lhabya sobem ao palco do Anima-te.

Os espetáculos desenrolam-se no Parque da Devesa, junto ao lago. Os concertos são gratuitos, sendo obrigatório o levantamento de ingressos no local do evento no período das 2 horas que antecede o espetáculo. Cada pessoa pode levantar até seis bilhetes e o recinto pode acolher até 882 visitantes.

Autárquicas 21: PS ouve comerciantes e reclama parque de estacionamento subterrâneo

O candidato do PS à Câmara Municipal de Famalicão, Eduardo Oliveira, diz que parte dos mais de oito milhões de euros investidos na reabilitação do centro da cidade deviam contemplar um parque de estacionamento subterrâneo. Eduardo Oliveira diz que ouviu os comerciantes e alguns moradores e garante que esta é uma das maiores lamentações que lhe foi transmitida.
As obras de reabilitação no Parque D. Maria II e Parque Mouzinho de Albuquerque decorrem desde outubro e têm prazo previsto de 13 meses. O socialista avança que os comerciantes queixam-se da perda de negócio e que temem que o Natal também seja de quebra ainda devido às obras.
Esta segunda-feira, dia 26 de julho, o candidato socialista à Câmara esteve reunidos com comerciantes e moradores das Ruas Adriano Pinto Basto e Santo António, a propósito do fecho destas vias, porque afirma que é preciso ouvir as pessoas. A este propósito, lamenta que os vereadores e o presidente da Câmara não tenham feito o mesmo.
Sobre as decisões e impactos das obras na vida de comerciantes e moradores, garante que «o planeamento e a programação técnica de uma obra são assunto a considerar sempre. Mas a decisão política é a que tem de prevalecer. Por isso, eu aqui não posso isentar de responsabilidades os decisores políticos pelas consequências nefastas que estas obras estão a ter no dia a dia de tantas pessoas», acusa.

Famalicão: Bruno Vieira Amaral: «é uma honra receber um prémio cujo patrono é Camilo Castelo Branco»

Bruno Vieira Amaral foi galardoado com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco na última segunda-feira, dia 26 de julho, pela obra “Uma ida ao Motel e outras histórias”. De acordo com o escritor, «é uma honra e uma responsabilidade receber um prémio cujo patrono é Camilo Castelo Branco, pela admiração, influência e exemplo que a obra do escritor constitui para a literatura».

A cerimónia de premiação desenrolou-se no Centro de Estudos Camilianos, em Seide. A sessão foi marcada pela presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, pelo direto do Centro de Estudos Camilianos e da Casa de Camilo, Manuel Rocha, pelo representante do júri desta edição, Cândido Martins, e pela representante da Associação Portuguesa de Escritores (APE), Isabel Mateus. O escritor foi premiado com o valor pecuniário de 7.500 euros.

O Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco completou a sua 29º edição este ano. O galardão foi instituído em 1991, pela APE, e é patrocinado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Além de homenagear uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa, o prémio visa dar a conhecer Camilo Castelo Branco, apoiar escritores e incentivar os cidadãos a ler.

Segundo Paulo Cunha, o galardão «é muito importante para Famalicão e muitíssimo importante para Portugal». «É uma forma de protegermos a língua portuguesa, estimularmos a escrita em português e de apoiarmos os escritores que são arrojados», explicou. «Hoje em dia, ser escritor é uma profissão difícil e muito arriscada, porque vive de contingências que fazem com que muitas vezes haja uma grande imprevisibilidade ao nível das condições económicas dessa atividade», acrescentou.

O autarca explicou que o prémio permite ajudar os escritores portugueses, mas também firma a importância da obra e da vida de Camilo Castelo Branco. «Este prémio homenageia o patrono do autor e é também uma forma de mantermos Camilo Castelo Branco na agenda e de tornarmos atual a vida e a obra de um autor que está muito ligado a Famalicão».

A Câmara Municipal «está perfeitamente consciente da sua responsabilidade, que é promover a vida e a obra de um dos maiores nomes da escrita portuguesa e em português». De acordo com o autarca, «há um duplo ganho com este prémio». «Por isso, nós temos de procurar criar condições para que a sua permanência seja assegurada», salientou.

Isabel Mateus também destacou o papel da autarquia no desenvolvimento deste projeto. «A Câmara Municipal tem tido um papel muito importante na divulgação da cultura portuguesa e, de certa maneira, foi pioneira em relação a outras câmaras, com a criação deste concurso», declarou. A autarquia «tem tido um papel muito importante de promoção, preservação da memória cultural, de consagração e de apoio aos escritores», destacou.

O livro “Uma ida ao Motel e outras histórias” foi publicado em junho de 2020 e é composto por 30 contos. Bruno Vieira Amaral constituiu 60 contos para o Jornal Expresso e decidiu publicar os que se encontram na obra. Para o escritor, vencer este prémio «é um reconhecimento» que o honra bastante. Adicionalmente, Bruno Viera Amaral sublinhou a importância do desenvolvimento destes tipos de iniciativas. «Todos estes prémios, pelo reconhecimento e pelo valor pecuniário, são fundamentais para uma progressiva profissionalização do ofício do escritor», notou.

O escritor, conhecedor de algumas obras de Camilo Castelo Branco, apontou “A queda de um anjo” como «o grande monumento de humor literário de Portugal». «Até hoje, o livro serve-me de inspiração e de grande referência, e serve-me também um sentimento de frustração, porque nunca consegui escrever uma coisa assim», referiu.

 

São das freguesias de Cruz e Vale S.Cosme jovens envolvidos em alegada violação em Espanha

São de Vila Nova de Famalicão os jovens envolvidos no caso da alegada violação de duas cidadãs, em Espanha.

O caso remonta ao último fim de semana, em Gijón, onde os jovens se terão encontrado com as supostas vítimas com quem mantiveram relações sexuais.

As queixosas alegam que os atos não foram consentidos, tendo apresentado queixa na polícia que acabou por deter os portugueses no quarto do hotel onde estavam instalados.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, pelo menos três destes quatro jovens detidos são famalicenses, com residência nas freguesias de S.Tiago da Cruz e Vale S.Cosme.

Alberto e Diogo permanecerão no estabelecimento prisional até julgamento, enquanto que os outros dois elementos do grupo conseguiram autorização da justiça espanhola para regressar a casa.

Sabe-se agora que o advogado de defesa dos portugueses detidos solicitou a sua libertação, mediante o pagamento de uma caução ou, em alternativa, a transferência deles para um estabelecimento próximo do local de residência.

O representante dos acusados prevê que o julgamento aconteça “depois do natal”, razão pelo qual tenta um alívio das medidas de coação.

 

 

Famalicão: Quatro espaços a concurso na Praça – Mercado Municipal

Decorre até 1 de agosto, o período de candidaturas para a concessão de espaços de comercialização disponíveis na Praça – Mercado Municipal de Vila Nova de Famalicão. Há quatro espaços livres, um para produtos locais, outro para produtos biológicos e dois para negócios adequados às características do mercado.

As candidaturas foram abertas através do anúncio de procedimento n.º 9576/2021 publicado em Diário da República em 23 de julho de 2021. As propostas têm obrigatoriamente que ser submetidas através da AnoGov – Plataforma Eletrónica de Contratação Pública.