Autárquicas 2021: Mário Passos promete exercício de continuidade e proximidade com os famalicenses

O candidato da Coligação Mais Ação. Mais Famalicão, apresentado ao final da tarde deste domingo, na Casa das Artes, iniciou a sua intervenção com vários agradecimentos, designadamente a Paulo Cunha «o homem que ajudou a catapultar o nosso concelho» e que foi «um dos melhores presidentes de câmara do país».

Paulo Cunha, que é o mandatário da candidatura, colocou Mário Passos como o «protagonista do futuro», destacando as suas qualidades como homem e autarca, «uma pessoa que conhece como poucos o território famalicense», disse.

Mário Passos, caso seja eleito, promete dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo atual presidente da Câmara, projetando, no entanto, que pretende deixar a sua marca em áreas como o ambiente e transição energética, fomento dos transportes públicos, habitação, educação, economia, cultura e desporto (lançar candidatura de Famalicão a Cidade Europeia do Desporto) e apoio ativo e constante aos seniores famalicenses.

O candidato do PSD/CDS-PP, que se apresenta com o slogan «O futuro é Famalicão», diz-se defensor da política de proximidade, daí prometer envolver todos os famalicenses, ouvindo-os, para que participem na gestão do território.

Mário Passos nasceu em 1966. Licenciou-se em 1991 no curso de Física e Química, pela Universidade do Minho (UM). Realizou as Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica e as Provas de Doutoramento em Ciências, em cooperação com o Instituto John Innes Centre, Norwich, Inglaterra, tornando-se Professor Auxiliar na mesma universidade, UM. Em 2004, assume o cargo de Delegado Regional de Braga do Instituto Português da Juventude e, em 2009, é eleito Vereador da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. No atual mandato assume as pastas do Desporto e das Freguesias.

«O futuro é Famalicão» é o slogan de Mário Passos

Está a decorrer, na Casa das Artes, a apresentação de Mário Passos, o candidato da Coligação Mais Ação Mais Famalicão à Câmara Municipal.

«O Futuro é Famalicão» é o slogan do candidato do PSD/CDS-PP que tem como mandatário de campanha o atual presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha. Já o mandatário da lista é Álvaro Oliveira, destacado militante do PSD e membro da Assembleia Municipal.
No discurso que ainda está a decorrer, o atual vereador das Freguesias e Desporto, disse «contar com todos os famalicenses» e deu nota de cinco vetores onde a sua proposta autárquica vai assentar: Famalicão Ecológico, Famalicão Qualificado, Famalicão Integrador, Famalicão Dinâmico e Famalicão Participativo.
A candidatura de Famalicão a Cidade Europeia do Desporto é, entre outras medidas, uma garantia de Mário Passos que promete «uma transição de governação tranquila».
O candidato garante que não se cansará de «criar condições iguais para cada canto do território, nas mais variadas áreas. Serei sempre um defensor da coesão territorial».

Rali: Pedro Almeida foi terceiro em França

O terceiro lugar entre os Peugeot 208Rally4 soube a pouco ao piloto famalicense. Satisfeito pela conquista, Pedro Almeida refere que, «de alguma forma, ficou surpreendido pelo ritmo que conseguimos imprimir, mas no final há alguma frustração porque podíamos ter feito ainda melhor que este terceiro lugar». O piloto famalicense, que teve a seu lado Hugo Magalhães, lamentou a ligeira saída de estrada na primeira passagem por Moyenmoutier onde deixou ficar mais de 2 minutos. «Perdemos ritmo e confiança, mas da parte da tarde voltamos aos registos que, no dia anterior, valeram a vitória numa das especiais» acrescentou.

O Rallye Vosges Grand Est, disputado no final desta semana em pisos de asfalto, foi o primeiro do piloto em França. Foi, como assume, uma prova muito intensa «e muito disputada. O nível é muito igual e com todos os pilotos da copa a ficarem separados por escassos segundos». A justificar esta luta o facto de só depois de concluída a última especial do dia, Pedro Almeida e Hugo Magalhães conquistarem o pódio. «Nunca deixamos de lutar e travamos uma intensa batalha pelo terceiro lugar, uma posição que acabou por nos sorrir depois da desistência de um dos pilotos na última classificativa, em consequência desta luta ao segundo que todos travamos durante as 14 especiais de classificação».

A próxima prova, em julho, do calendário de Pedro Almeida é também pontuável para o Peugeot Rally Cup de França

Marcelo: “No que depender de mim o desconfinamento não volta atrás”

Marcelo Rebelo de Sousa declarou este domingo que, no que depender do Presidente, não haverá “volta atrás” no processo de desconfinamento, e deu a Feira da Agricultura de Santarém como exemplo do “virar de página”.

Já não voltamos para trás. Não é o problema de saber se pode ser, deve ser, ou não. Não vai haver. Comigo não vai haver. Naquilo que depender do Presidente da República não se volta atrás”, afirmou, Marcelo Rebelo de Sousa, que está hoje a visitar a Feira Nacional de Agricultura, em Santarém.

O chefe de Estado defendeu que “o não voltar atrás exige às pessoas viverem à medida disso”, que, se querem que não se volte atrás, “têm que ter bom senso no respeito das regras sanitárias”, que aos eleitos para governar cabe decidir e aos especialistas “chamar a atenção para o juízo que as pessoas devem ter”.

A função dos especialistas é dizer ‘não se esqueçam’ e pregar um certo susto” para que as pessoas, sobretudo os mais jovens e os que ainda não são vacinados, saibam que devem ajudar, disse Marcelo Rebelo de Sousa, frisando que a vacinação já permite “dizer que aquilo que arrancou na economia e na sociedade vai em frente e já não volta atrás”.

Acompanhado pela ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas, em Santarém, Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que a agricultura foi um setor que “nunca parou” na pandemia de covid-19, e deu o exemplo da Feira Nacional da Agricultura como exemplo que o país “virou a página” no desconfinamento.

Para o Presidente, esta feira corresponde ao que declarou no seu discurso do 10 de junho, de que o país “virou a página” e está agora “num novo ciclo”.