Famalicão: Lions oferece cama articulada à Associação Nascer do Sol de Mogege

O Lions Clube de Vila Nova de Famalicão entregou uma cama articulada à Associação Nascer do Sol, de Mogege, que permitirá a esta instituição acudir às necessidades daqueles que apoia.

A oferta, que resulta de uma parceria de longa data com o Clube irmão Lions Clube de Roissy Pays de France, enquadra-se nos objetivos do Clube no que concerne ao seu compromisso de apoio à comunidade, procurando colmatar as necessidades e carências identificadas.

Bombeiros Voluntários Famalicenses únicos concorrentes para transporte de doentes não urgentes

Apesar da existência de várias corporações de bombeiros na sua área de influência (Famalicão, Santo Tirso e Trofa) o concurso para transporte de doentes não urgentes do Centro Hospitalar Médio Ave só teve um concorrente, no caso os Bombeiros Voluntários Famalicenses.
O presidente do conselho de administração do CHMA, António Barbosa, diz que não é comum haver só um concorrente, embora não seja situação inédita noutros concursos lançados pelo hospital, que vão da aquisição de material à prestação de serviços.
O concurso é para a prestação de serviços, nas unidades de Famalicão e Santo Tirso, até ao final do presente ano de 2021.

Hospital de Famalicão sem internamentos por covid-19

O Centro Hospitalar do Médio Ave, unidade de Famalicão, está sem internamentos por covid-19, e os serviços de assistência aos doentes entraram na normalidade. Algo que já se verifica desde março.

Os serviços com mais atraso são os de ortopedia, de oftalmologia e de otorrinolaringologia, mas António Barbosa, presidente do Conselho de Administração do CHMA afirma que estão a ser encetados esforços «para encurtar os tempos de espera».

Famalicão: Antoninas sem divertimentos

Ao contrário do anteriormente avançado pela Câmara Municipal, a edição deste ano das Antoninas não terá a habitual zona de divertimentos, que tinha sido projetada para o Lago Discount, em Ribeirão.

A justificação é o número reduzido de empresários que apresentaram requerimento junto dos serviços competentes da autarquia.

Em virtude da pandemia e das obras no centro da cidade, a Câmara Municipal tinha decidido deslocar para Ribeirão as várias estruturas de diversão (carrinhos de choque, carrosséis, etc), mas a proposta não teve grande aceitação por parte dos empresários do setor.

Recorde-se que as Festas Antoninas decorrem de 4 a 13 de junho, num formato mais reduzido e mais disperso pela cidade.

Horários e mais informações sobre a programação aqui.

O programa das Antoninas está sujeito à evolução da situação epidemiológica no concelho e às orientações impostas pela Direção-Geral da Saúde.

Supremo Tribunal confirma 20 meses de prisão, com pena suspensa, a juiz famalicense

Segundo a Agência Lusa, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a condenação do juiz Porfírio Vale, de Famalicão, a 20 meses de prisão, com pena suspensa, por violência doméstica sobre a ex-mulher. O STJ mantém também a condenação do arguido ao pagamento de uma indemnização de 15 mil euros à vítima.

A suspensão da pena vigora por dois anos e está sujeita ao regime de prova, tendo ainda o arguido de frequentar uma formação sobre prevenção de violência doméstica.

Cristina da Silva Leal, advogada da vítima, disse à Lusa que este acórdão é «um sinal de esperança para todas as vítimas da violência emocional e psíquica, e prova ainda o respeito dos tribunais portugueses pelos direitos humanos das mulheres».

O tribunal deu como provado que, após o divórcio (em 2015), o arguido, a pretexto de resolver questões relacionadas com o filho e com a divisão dos bens do casal, “atormentou” a ex-mulher com e-mails e centenas de mensagens de telemóvel (SMS). Faz referência a «variadíssimas exigências, recriminações, ameaças, apartes jocosos e utilização do filho como instrumento de pressão psicológica ou de instilação de sentimentos de culpa» na vítima.

Na ponderação da pena, o tribunal valorou não só a repetição dos atos e o número “considerável” de mensagens “violadoras da saúde psíquica” da vítima, mas também o facto de o arguido ser juiz, o que confere «um significado mais desvalioso aos seus atos».

Aquando do julgamento no Tribunal da Relação do Porto, o arguido disse que as mensagens eram apenas «manifestações de desagrado, desabafos e remoques», próprias de um «pai extremoso» preocupado com a alegada negligência com que a ex-mulher trataria o filho de ambos.