Fibrocimento vai desaparecer das escolas de Famalicão

A Câmara Municipal está a concluir o processo de remoção de fibrocimento nas escolas do concelho.

Concluída a intervenção na Escola Básica Dr. Nuno Simões, em Calendário, a autarquia avança em junho para a retirada de amianto na Júlio Brandão (Famalicão) e D. Maria II (Gavião). Os três projetos foram aprovados pelo Norte 2020 e contam com financiamento através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

As intervenções implicam um investimento de cerca de 410 mil euros, com uma comparticipação de 345 mil euros.

Trata-se de um investimento que Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal, classifica de essencial «na salvaguarda das condições de segurança e saúde nas escolas, melhorando-se também o conforto térmico dos equipamentos escolares».

As intervenções contemplam a remoção dos painéis da cobertura dos edifícios, que contêm fibrocimento, sendo aplicados novos painéis sandwich com isolamento térmico.

A autarquia tinha já assumido a remoção de fibrocimento na Escola Básica Conde de Arnoso, onde investiu mais de 210 mil euros. Também a Escola Básica de Ribeirão ficará livre de amianto depois das obras de requalificação e ampliação do edifício que estão em curso.

Famalicão: Jovens convivem nas esplanadas na sua grande maioria sem máscara

Vários grupos de jovens têm estado nas esplanadas da cidade a aproveitar o bom tempo e o desconfinamento, no entanto, muitos deles convivem sem usar máscara de proteção, estando, por isso, a colocar em risco a saúde pública.

Um dos exemplos onde se verifica este tipo de ajuntamentos, é no Parque da Juventude, junto às escolas da cidade.

Esta não é uma situação isolava, facto que tem levado a associação nacional de restaurantes PRO.VAR a mostrar a sua preocupação perante o incumprimento dos frequentadores dos espaços de restauração.

“Nos últimos dias observámos o que estava a acontecer. Nós [associação] recebemos esta preocupação dos estabelecimentos da restauração e do comércio em geral. Na restauração tem a ver com o uso das máscaras e com o facto de os clientes não estarem a respeitar o pedido, e muitos empresários estão a pedir, que sempre que não estejam a consumir mantenham a máscara colocada. (…) Por isso, pedimos uma clarificação das regras de forma urgente para que se possa evitar um retrocesso no desconfinamento”, disse o presidente da associação nacional de restaurantes PRO.VAR, Daniel Serra.

Nesta segunda fase de desconfinamento reabriram também os ginásios, mas ainda sem aulas de grupo, e os alunos dos alunos dos 2.º e 3.º ciclos retomaram as aulas presenciais.

Assembleia da República repete 25 de Abril com modelo reduzido de presenças

Tal como no ano passado, a Assembleia da República vai evocar o 25 de Abril, com a sessão solene comemorativa do 47º aniversário. O modelo restritivo de presenças de então será, novamente, adotado por causa da epidemia de covid-19.

A decisão de repetir o modelo de 2020 foi tomada no final da reunião da conferência de líderes parlamentares e anunciada pela porta-voz, a socialista Maria da Luz Rosinha.

Recorde-se que no ano passado, em plena primeira vaga da covid-19 e com o país em estado de emergência, entre convidados, deputados e membros do Governo, estiveram presentes menos de 100 pessoas no hemiciclo.

Covid-19: Índice de transmissibilidade nacional passou o 1

O R(t) índice médio de transmissibilidade nacional subiu para 1,01, o que significa que cada pessoa infetada transmite o vírus a mais do que uma pessoa.

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 desta terça-feira, dá conta de 663 novos casos de infeção por Covid-19 em Portugal

Segundo o relatório da Direção-Geral da Saúde três pessoas não resistiram às complicações de saúde provocadas pelo vírus e acabaram por falecer. Há registo de 757 recuperados.

Ex ministro das finanças sugere subir impostos aos mais ricos para atenuar a crise

O departamento de Assuntos Orçamentais do Fundo Monetário Internacional (FMI), dirigido por Vítor Gaspar, defende que os países, sobretudo os mais avançados, deviam considerar o aumento de impostos sobre os rendimentos ou os rendimentos das famílias mais ricas ou sobre os “lucros excessivos” de algumas empresas.

De acordo com o documento elaborado pela divisão orçamental, divulgado esta quarta-feira, estes seriam mecanismos temporários, mas que deviam ser considerados no âmbito da estratégia para financiar a saída da crise pandémica e da luta contra as desigualdades.

FMI ALERTA PARA QUE A INCERTEZA ORÇAMENTAL “É ANORMALMENTE ALTA”

De acordo com o Monitor Orçamental conhecido esta quarta-feira , “a incerteza relativa às perspetivas orçamentais é anormalmente alta”, com pontos positivos e negativos.

Pela positiva, “vacinações mais rápidas do que o esperado podem precipitar o fim da pandemia, aumentando as receitas e reduzindo a necessidade de maior apoio orçamental”.

Por outro lado, “uma contração económica mais prolongada, um aperto abrupto das condições de financiamento e maior dívida, um aumento nas falências empresariais, volatilidade no preço das matérias-primas ou aumento do descontentamento social poderão inibir a recuperação”.

“Em geral, quanto mais durar a pandemia, maior o desafio para as finanças públicas”, pode ler-se no documento elaborado pela divisão orçamental do FMI, liderada pelo antigo ministro das Finanças português Vítor Gaspar.

A instituição sediada em Washington defende que, “enquanto a pandemia não estiver controlada mundialmente, a política orçamental deve permanecer flexível e a apoiar os sistemas de saúde, os agregados domésticos, empresas viáveis e a recuperação económica”.

“O apoio orçamental evitou contrações económicas mais severas e maiores perdas de emprego. Entretanto, esse apoio, bem como quebras de receita, levou os défices e dívida públicos para níveis sem precedentes em todos os grupos de países”, pode ler-se no documento.

No entanto, apesar do aumento da dívida, “os pagamentos de juros estão geralmente mais baixos nas economias avançadas e em muitos mercados emergentes, dada a tendência geral nas taxas de juro de mercado”.

O FMI lembra também que as políticas orçamentais devem prosseguir os objetivos de desenvolvimento sustentável, procurando, por exemplo, uma transformação “verde, digital e inclusiva” da economia.

Uma vez terminada a pandemia, os países devem também atacar “fragilidades de longa data nas finanças públicas quando a recuperação estiver a acontecer firmemente” e ainda “desenvolver estratégias orçamentais de médio prazo para gerir os riscos orçamentais e de financiamento”.

Para tal, “a cooperação mundial deverá ser aumentada para conter a pandemia”, especialmente ao nível da aceleração da vacinação “com custos comportáveis para todos os países”.

As medidas tomadas devem também ser específicas para cada país, “à medida das capacidades administrativas” de cada um, “para que o apoio orçamental possa ser mantido durante a duração da crise”.

Os decisores políticos devem também “equilibrar os riscos da grande e crescente dívida pública e privada com os riscos da retirada prematura do apoio orçamental”.

Neste domínio, o FMI sugere que “modelos orçamentais credíveis a médio-prazo são críticos” para atingir o equilíbrio, de forma a encontrar-se “um caminho para reconstruir as ‘almofadas’ orçamentais a um ritmo contingente à pandemia”.

“Este esforço pode ser apoiado ao melhorar o desenho das regras orçamentais ou a recalibrar os seus limites para assegurar um caminho credível de ajustamentos, ou legislação, como ‘pré-aprovar’ futuras reformas fiscais”, refere o Fundo.

O FMI defende ainda que “a maior transparência orçamental e práticas de governo podem ajudar as economias a captar todos os benefícios do apoio orçamental”.

Famalicão: Apresentada a quinta edição do Jornal Europeu

Esta quarta-feira, em formato online, o Clube Europeu e a Escola Embaixadora do Parlamento Europeu do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco divulgaram a quinta edição do Jornal Europeu.

O tema desta nova publicação é “Uma geração em risco”, mas ao longo das várias páginas são abordados um sem número de iniciativas e projetos relativos ao Clube Europeu, à Escola Embaixadora do Parlamento Europeu, ao Erasmus+ e Etwinning, que decorreram de janeiro a março.

A edição apresenta vários contributos, a começar pelo diretor do agrupamento, Carlos Teixeira. Todos os artigos estão em inglês e em português para facilitar a compreensão de todos os parceiros nacionais e internacionais.