Esta segunda-feira há mais seis óbitos por covid-19 e em 24 horas foram confirmados 309 novos casos positivos.
Os dados foram revelados pela DGS no relatório de situação, lançado sempre ao início da tarde de cada dia.
Esta segunda-feira há mais seis óbitos por covid-19 e em 24 horas foram confirmados 309 novos casos positivos.
Os dados foram revelados pela DGS no relatório de situação, lançado sempre ao início da tarde de cada dia.
Os óculos de proteção individual, criados pela famalicense Injex, receberam, na passada semana passada, o certificado europeu.
Deste modo, a empresa pode começar a exportar este produto que permite usar em simultâneo óculos de prescrição médica e que foi criado pela necessidade de proteger da pandemia da Covid-19 profissionais de diversos setores de atividade. As previsões apontam para a venda de 50 mil unidades já este ano.
Depois do contacto da Direção-Geral da Saúde (DGS), em abril de 2020, que procurava fabricantes nacionais de produtos capazes de ajudar a combater o vírus SARS-CoV-2, a Injex, empresa de desenvolvimento de componentes técnicos para a indústria automóvel, decidiu dedicar atenção ao problema. O resultado é um produto, que industrializou, já certificou e que agora vai comercializar.
Os óculos, a que chamou LookSafety, foram desenvolvidos para serem utilizados pelos profissionais do setor da saúde e de outras atividades em que haja contacto com público.
Um camião, que transportava 10 mil pombos para uma competição em Ferreira do Alentejo, e teve um acidente na região da Marateca, tinha partido de Vila Nova de Famalicão.
A informação é avançada pela TVI24 que conseguiu chegar à fala com um representante da Associação Columbófila do Distrito de Braga.
O camião entrou em despiste, cerca das 04h15 de domingo, deixando ferimentos nos dois ocupantes, sendo que um deles ficou em estado grave.
Cerca de 90% dos pombos sobreviveram.
O relatório da comissão parlamentar de inquérito sobre os apoios na sequência dos incêndios de 2017 na zona do Pinhal Interior foi aprovado, no final da passada semana, sem votos contra e com os deputados das diferentes bancadas a fazerem um balanço positivo da condução e resultado dos trabalhos iniciados um ano antes, mas várias vezes suspenso por força da pandemia. Inclusivamente, perto de 80 por cento das recomendações do deputado famalicense foram acolhidas.
A comissão apreciou o processo de atribuição de apoios à recuperação de habitações, de empresas, de equipamentos públicos e privados na sequência dos fogos rurais de 2017, nos concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã.
Das conclusões aprovadas, 67 no total, Jorge Paulo Oliveira, nomeado Deputado Relator, destaca a desigualdade dos apoios aos agricultores afetados, a falta de clareza na transmissão da informação e a excessiva burocratização.
Já sobre as medidas de investimento e incentivo à dinamização da economia, o social democrata famalicense nota que três anos após os incêndios, apenas foram aprovadas candidaturas para 56% dos montantes disponíveis e destes, até ao momento, só foram pagos 26%.
Críticas, ainda, para as baixas execuções dos apoios do Estado dirigidas à reflorestação e à circunstância do risco de incêndio naqueles territórios se manter muito elevado.
Sobre os apoios à habitação, a principal critica passa pela não reconstrução das segundas habitações, cerca de duas centenas, que naqueles territórios são de extrema relevância, porque promovem o desenvolvimento socioeconómico e combate a desertificação do Pinhal Interior. Por isso, o Relatório aprovado, sugere que o Estado reforce os mecanismos de apoio e participe financeiramente na reconstrução total ou parcial das segundas habitações afetadas, devido à incapacidade económica dos seus proprietários.
Recorde-se que o incêndio que deflagrou em 17 de junho de 2017, em Escalos Fundeiros, no concelho de Pedrógão Grande, e se alastrou a municípios vizinhos, provocou 66 mortos e 253 feridos, sete deles com gravidade, e destruiu cerca de 500 casas, 261 das quais habitações permanentes, e 50 empresas.
O Ribeirão Futebol Clube aproveitou as redes sociais para denunciar um novo ato de vandalismo contra o clube, desta vez fora de portas.
Depois de episódios registados nas infraestruturas do clube, as tarjas que estavam colocadas na ponte em Santa Ana foram queimadas.
O Ribeirão está, nesta altura, à procura de informações que possam levar aos responsáveis deste ato de vandalismo.

