Governo aprova teletrabalho obrigatório até ao final do ano

O teletrabalho vai manter-se obrigatório até final do ano sempre que as funções o permitam, com vista a minimizar os riscos de transmissão da infeção da covid-19, segundo um diploma aprovado hoje em Conselho de Ministros.

“Foi aprovado o decreto-lei que prorroga, até 31 de dezembro de 2021, o regime excecional e transitório de reorganização do trabalho e de minimização de riscos de transmissão da infeção da doença covid-19 no âmbito das relações laborais, sem prejuízo da possibilidade de prorrogação adicional após consulta dos parceiros sociais”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.

Segundo fonte oficial do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em causa está o Decreto-Lei n.º 79-A/2020, que estabelece a obrigatoriedade do teletrabalho e também o desfasamento dos horários de entrada e saída de trabalhadores, diploma cuja vigência terminava este mês.

De acordo com o diploma, “é obrigatória a adoção do regime de teletrabalho, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções em causa o permitam e o trabalhador disponha de condições para as exercer, sem necessidade de acordo escrito entre o empregador e o trabalhador”.

“Excecionalmente, quando entenda não estarem reunidas as condições” referidas, o empregador “deve comunicar, fundamentadamente e por escrito, ao trabalhador a sua decisão, competindo-lhe demonstrar que as funções em causa não são compatíveis com o regime do teletrabalho ou a falta de condições técnicas adequadas para a sua implementação”, estipula ainda o decreto-lei.

O trabalhador pode pedir à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) a verificação dos factos invocados pelo empregador.

“O trabalhador em regime de teletrabalho tem os mesmos direitos e deveres dos demais trabalhadores, sem redução de retribuição, nos termos previstos no Código do Trabalho ou em instrumento de regulamentação coletiva aplicável, nomeadamente no que se refere a limites do período normal de trabalho e outras condições de trabalho, segurança e saúde no trabalho e reparação de danos emergentes de acidente de trabalho ou doença profissional, mantendo ainda o direito a receber o subsídio de refeição que já lhe fosse devido”, lê-se no diploma.

Neste momento aplicam-se, no entanto, as regras previstas no âmbito do estado de emergência, que preveem igualmente que o teletrabalho é obrigatório, não havendo necessidade de acordo entre empregador e trabalhador.

Famalicão: Liga anuncia dia e hora dos jogos com P. Ferreira, Sporting e Portimonense

A Liga de Clubes confirmou, ao início da noite desta quinta-feira, o dia e hora dos jogos correspondentes às jornadas 25, 26 e 27 do campeonato.

Confira aqui o calendário:

Jornada 25

Domingo, 4 de abril

Famalicão – P. Ferreira, 20H00

Jornada 26

Domingo, 11 de abril

Sporting – Famalicão, 20H00

Jornada 27

Domingo, 18 de abril

Famalicão – Portimonense, 15H00

Famalicão: Corte ao trânsito na rua da PSP

As obras de construção da Rede Urbana Pedonal e Ciclável de Vila Nova de Famalicão determinam, a partir desta sexta-feira, um corte de trânsito na Rua António Sérgio (em frente à PSP), desde o entroncamento da Rua Barão da Trovisqueira até ao entroncamento com a Avenida 25 de Abril.
A circulação estará impedida pelo período de uma semana.
Os automobilistas devem estar atentos aos percursos alternativos. A Câmara Municipal apela à compreensão de todos pelos incómodos causados.

Famalicão: Presidente da Câmara reclama obras em vários centros de saúde

O presidente da Câmara Municipal reclama do Governo mais investimentos nos centros de saúde de Famalicão, os chamados cuidados de saúde primários.

Paulo Cunha diz que há vários edifícios a precisarem de obras e defende uma melhor gestão dos clínicos. Na opinião do autarca, não faz sentido que sejam os utentes, na maioria idosos, a deslocarem-se a centros de saúde distantes e não serem os médicos/enfermeiros a fazerem serviço de proximidade.

Estas críticas surgiram no âmbito de um protocolo que a Câmara Municipal de Famalicão vai assinar com a ARS Norte para a requalificação da USF Antonina (Requião). O edifício é da Junta, a USF ocupa toda a parte do rés-do-chão e futuramente vai instalar-se em todo o edifício. O Governo deu luz ver a uma candidatura a fundos comunitários que a Câmara vai lançar.

O município de Famalicão espera uma oportunidade para poder apresentar candidaturas para a reabilitação de outros centros de saúde. Deu os exemplos de Joane, Fradelos, Ribeirão, S. Cosme e das USF da cidade. Lembra, contudo, que a saúde é uma competência do Estado e não dos municípios. Mas, «estamos disponíveis para comparticipar financeiramente. Não é o que devia ser», lembra.

Paulo Cunha fala na necessidade de obras nos edifícios, mas também de outro olhar para os cuidados de saúde primários. «É importante que o Estado português não se demita da sua responsabilidade de cuidar da saúde dos nossos concidadãos; eu, enquanto presidente de Câmara, não fico agradado com o facto de saber que continuamos a ter situações em que os cidadãos têm que fazer longas distâncias e vencer incertezas para terem acesso a cuidados primários de saúde», defende o autarca.

Famalicão: Reabriram os polos de leitura da Biblioteca Municipal

Os polos de leitura da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, nas freguesias de Riba de Ave, Ribeirão, Joane, Lousado e Pousada de Saramagos, já reabriram ao público, embora de forma limitada e condicionada, segundo as normas de funcionamento temporárias estipuladas para o efeito, em virtude da pandemia.

Também o funcionamento da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco está limitado, devido aos trabalhos preparativos para o arranque das anunciadas obras de requalificação e ampliação, que já se encontravam a decorrer durante o período de confinamento, não podendo assegurar a entrada e a permanência de leitores no edifício.

No entanto, continua a garantir o serviço de empréstimo domiciliário dos livros, através da reserva antecipada e na modalidade de atendimento ao postigo, assim como as atividades do serviço educativo e cultural, no formato à distância e online.

Para ultrapassar estes constrangimentos, o município procura uma solução alternativa, que pode estar para breve, para a assegurar a continuidade de alguns dos serviços prestados pela Biblioteca Municipal.