Concelhia do Chega leva 43 militantes à Convenção Nacional

A Comissão Política Concelhia do Partido Chega vai participar, com 43 militantes, na convenção nacional para a eleição do presidente da direção. A lista famalicense é encabeçada por Victor Meira de Sousa.

A III convenção nacional do partido está marcada para sábado, dia 6 de março, no Altice Fórum de Braga, entre as 9 e as 17 horas.

Os militantes famalicenses do Chega querem marcar posição na convenção, nomeadamente fazendo ouvir os interesses de Famalicão e manifestar o descontentamento «pelas políticas praticadas em V. N. Famalicão pelos partidos do sistema».

A “bazuca” não chega ao distrito, acusa PSD

A distrital do PSD tomou uma posição sobre o Plano de Recuperação e Resiliência e acusa o governo de esquecer o distrito «A bazuca, ou vitamina, não chega aqui, nem ao norte em geral», critica Paulo Cunha, líder distrital.

«Quando era suposto que o plano servisse para recuperar e dar resiliência ao território apostando nas empresas e infraestruturas, o Norte que é claramente a zona mais produtiva de Portugal – e onde o distrito tem um papel preponderante economicamente – continua a ser secundarizado», aponta Paulo Cunha que convida o primeiro-ministro a repensar a estratégia.

O também presidente da concelhia de Famalicão do PSD diz que há projetos estruturantes na região «que simplesmente foram ignorados; os nossos autarcas, inclusive, já vieram a público lamentar a falta de investimentos».

O Plano de Recuperação e Resiliência «não traz nada de novo para os nossos concelhos e muita pouca novidade para o Norte em geral. Este é um plano sem visão estratégica por estar demasiadamente centrado nas despesas e investimentos do Estado que não foram feitos até agora” e que o Governo vê agora uma oportunidade para tapar o buraco», acusa Paulo Cunha.

O dirigente social democrata conclui que o Plano é uma «oportunidade única», mas nem todo o país «vai beneficiar de igual forma dela, por isso considero que o Governo deveria rever o plano».

Futebol: AF Braga mantém suspensos campeonatos

A Associação de Futebol de Braga mantém suspensos os campeonatos distritais por mais 15 dias, até 14 de Março.
A decisão resulta da renovação do estado de emergência devido à pandemia.
Brevemente a Associação dará conta aos clubes como vai fazer para colocar um fim nos campeonatos que estão suspensos desde janeiro. Uma das possibilidades é fechar a primeira volta e, depois, realizar play off de subida e descida de de divisões

Famalicão: Câmara apoia várias obras nas freguesias com mais de 250 mil euros

Na manhã desta quinta-feira, a reunião do executivo municipal, vai uma proposta de atribuição de apoio financeiro direto no valor total de 251 mil euros.

Para a Brigada das Freguesias, que executa pequenas obras, são 10 mil euros (dirigidos a diversas localidades); Landim, para cobertura da sede da Junta, são 16 mil euros; Lousado, reabilitação do Parque das Fontinhas, 2.ª fase, 14.500 euros; Oliveira Santa Maria, construção de muro na Rua de Santa Cruz de Coimbra, 34 mil euros; e para Pedome, para reabilitação da sede da Humanitave, 1.ª fase, 22 mil euros.

Para Pousada de Saramagos, reconstrução de um muro na Rua do Ramo, são atribuídos 9500 euros; Arnoso Santa Eulália, obras de ampliação do cemitério, 41 mil euros; Carreira, construção de passeios e parque de estacionamento na Rua Nova, 14 mil euros; construção de Casa Mortuária de Esmeriz, 1.ª fase, 36 mil euros; Gondifelos, pavimentação da Rua Castro de Penices, 36.500 euros; Novais, construção de passeios na Rua Charneca Real, 18 mil euros.

Município de Famalicão apoia 364 estudantes do ensino superior com bolsas de estudo

Esta quinta-feira vai a reunião de Câmara uma proposta do executivo de Paulo Cunha para atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino superior, ano letivo de 2020/21.

Os 364 candidatos admitidos recebem, no total, 222.150.00 euros.

Destas três centenas e meia de estudantes, 202 recebem uma bolsa anual de 500 euros; 67 uma bolsa de 600 euros; 3 estudantes auferem 700 euros; 45 alunos ficam no patamar dos 750 euros anuais; 19 atingem os 850 euros; 1 consegue 950 euros; os mil euros são destinados a 17 alunos; o patamar máximo, 1100 euros, é auferido por 10 bolseiros.

O critério de atribuição de bolsas é baseado nas carências económicas das famílias, comprovadas pela exibição de documentos.

Mercadona partilha 409 milhões de euros de lucro com os mais de 90 mil trabalhadores

A cadeia espanhola de supermercados Mercadona anunciou esta segunda-feira ter distribuído 409 milhões de euros de lucro em prémios aos mais de 90.000 trabalhadores em Espanha e Portugal.

A partilha de benefícios com os trabalhadores tem sido prática da empresa há mais de 20 anos e, desde então, os acionistas da empresa já distribuíram pelos colaboradores mais de 4.200 milhões de euros, refere.

Assim, qualquer trabalhador, a partir do primeiro ano de antiguidade — e no caso de alcançar as metas e objetivos definidos no início de cada ano — receberá um salário extra e dois salários, depois de cumprir cinco anos de antiguidade.

Segundo a empresa, graças a isso, o salário líquido de um trabalhador base chega a alcançar aproximadamente 1.200 euros líquidos por mês (em média), com subsídios extra e o prémio por objetivos já incluído.

Desde o momento em que o estado de emergência foi declarado e até à data, a Mercadona destinou mais de 200 milhões de euros para proteger, reforçar e garantir a segurança e saúde dos clientes, colaboradores e fornecedores.

Este custo extra foi preferencialmente dirigido, entre outros, para a aquisição de equipamentos de proteção individual, tais como desinfeção, limpeza e adequação de medidas de segurança nas lojas, blocos logísticos, “colmeias” e escritórios e reforço dos serviços médicos próprios.

A Mercadona afirma que impulsiona há muitos anos uma política de recursos humanos pioneira no setor, que aposta na conciliação, formação e desenvolvimento pessoal e profissional de todos os que integram a sua equipa.

Neste sentido, desde a abertura das suas primeiras lojas em Portugal, em julho de 2019, os operadores de supermercado dispõem de uma jornada laboral de cinco dias, com duas folgas consecutivas.