Previsão do tempo: Próxima semana com chuva segunda, terça, quinta e sexta

Apesar do tempo agradável que se fez sentir este fim de semana, a chuva parece regressar já esta segunda-feira.

De acordo com a previsão mais recente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a chuva só não deve cair na quarta-feira, estando prevista para todos os restantes dias.

As máximas descem para a ordem dos 16 a 17 graus e as mínimas vão-se manter inalteráveis.

Veja aqui a previsão ao detalhe

Quatro pessoas perderam-se no Gerês, pediram ajuda e podem agora ser multadas

Um grupo de dois casais espanhóis perdeu-se no Gerês, ao início da noite deste sábado, acabando por pedir ajuda às autoridades de socorro e segurança para voltar para casa.

O resgate aconteceu com sucesso, depois das equipas terem percorrido 1h30 a pé até encontrarem as pessoas.

O grupo encontrava-se bem de saúde e, por isso, não houve necessidade de hospitalização.

Segundo o Semanário V a GNR do Gerês “está já a investigar a eventual violação do dever de confinamento e pagamento de multa por parte do grupo, uma vez que se tratam de estrangeiros”.

Acabou o A+, A++ e A+++ » Saiba o que muda a partir desta segunda

As organizações não-governamentais ambientalistas saúdam as novas etiquetas energéticas, que entram em vigor a partir de segunda-feira, mas pedem “mais atenção” ao consumidor e “maior rapidez” na reclassificação de “mais produtos”.

Em comunicado, a coligação Coolproducts (www.coolproducts.eu), um grupo de mais de 20 organizações, entre as quais a Zero e a Quercus, coliderado pela ECOS, que se dedica à área da normalização ambiental, e pela federação europeia das associações de ambiente (EEB), “dá as boas-vindas às novas etiquetas energéticas, que têm agora uma escala reclassificada”.

A partir de segunda-feira, quatro diferentes tipos de aparelhos elétricos terão as suas etiquetas energéticas renovadas: máquinas de lavar loiça, máquinas de lavar roupa, frigoríficos e monitores (incluindo televisores).

Os produtos à venda nas lojas, físicas e online, passam a ter de exibir as novas etiquetas, com um prazo de 14 dias úteis para substituir as antigas.

As novas etiquetas energéticas usam uma escala simplificada de A a G, substituindo as categorias A+, A++ e A+++, que não permitia ao consumidor fazer a distinção entre os equipamentos mais e os menos eficientes.

Na opinião das organizações, “esta reclassificação, com o primeiro A vazio no início, irá permitir que ao longo do tempo surjam aparelhos mais inovadores e eficientes, efetivamente merecedores dos sinais positivos a seguir a esse A”.

Outra novidade é que as etiquetas passam a ter um código QR, que permitirá aos consumidores acederem a informações adicionais sobre os produtos.

Despesa do SNS com a pandemia ultrapassou os 900 milhões de euros

A despesa paga pelas entidades do Ministério da Saúde com a pandemia de covid-19 no ano passado ultrapassou os 900 milhões de euros.

Os dados oficiais indicam que a despesa no SNS aumentou 11,3% em janeiro deste ano relativamente ao mesmo período de 2020, mais 93 milhões de euros, totalizando 915,9 milhões.

A maior fatia da despesa foi para gastos com pessoal e material de consumo clínico.

Segundo dados do Ministério da Saúde, para conseguir dar resposta à pandemia, o Serviço Nacional de Saúde contratualizou até final de janeiro deste ano 745 camas com o setor privado e social e 236 com as Forças Armadas, num total de 981.

No início da pandemia, em março do ano passado, o SNS tinha um total de 1.142 ventiladores para ventilação mecânica invasiva adaptáveis ao tratamento de doentes covid e a capacidade quase duplicou, pois há neste momento 2.2161 ventiladores deste género.

O número de camas para internamento em enfermaria e nas unidades de cuidados intensivos disponíveis é gerido pelas instituições hospitalares, em coordenação com as respetivas administrações regionais de saúde e, por isso, o valor absoluto é variável, por vezes diariamente, em função das necessidades de cada momento.

De acordo com dados fornecidos à Lusa, no que se refere a camas em Unidades de Cuidados Intensivos, antes da pandemia havia 431 camas UCI nível III (janeiro 2020) e, a 10 de fevereiro, Portugal dispunha de uma capacidade possível de 1.411 camas em UCI.

Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, em fevereiro atingiu-se o pico de doentes internados tanto em enfermaria (6.869, 1 de fevereiro) como em UCI (904, 5 de fevereiro).