“Ernesto” está a caminho de Portugal: Traz chuva, vento, agitação marítima e descida da tempertura

Portugal continental vai ser afetado a partir da tarde de hoje e até terça-feira por agitação marítima, vento forte, precipitação, neve e descida da temperatura associadas à passagem da depressão Ernest, informou o IPMA.

Em comunicado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) precisa que os efeitos da depressão Ernesto em Portugal continental serão sentidos pelo aumento da intensidade do vento a partir da tarde de hoje, prolongando-se até terça-feira.

Estão previstas rajadas de vento até 70 quilómetros por hora no litoral a norte do Cabo Mondego e até 100 quilómetros por hora nas terras altas.

Por causa do vento, o IPMA colocou sob aviso amarelo os distritos de Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro, Castelo Branco, Coimbra e Braga até às 06:00 de terça-feira.

A depressão Ernesto vai também trazer ao continente, um aumento da agitação marítima, na costa ocidental, com ondas de noroeste e altura significativa de 4 a 5 metros a norte do Cabo Raso.

Devido a esta situação, o IPMA colocou sob aviso amarelo os distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Lisboa, Leiria, Coimbra e Braga até às 15:00 de terça-feira.

De acordo com o IPMA, está também prevista a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, mais frequentes no Norte e Centro, que serão na forma de neve nas cotas acima de 1.400/1.600 metros e descendo gradualmente para 1.000/1.200 metros.

Por causa da queda de neve, o IPMA emitiu aviso amarelo para os distritos de Bragança, Guarda, Vila Real, Braga e Castelo Branco até às 12:00 de terça-feira.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA adianta ainda que devido ao transporte de uma massa de ar frio na circulação conjunta da referida depressão com um anticiclone localizado a sul dos Açores, prevê-se também uma descida de temperatura até quarta-feira.

Professores marcam greve nacional para sexta-feira

A Fenprof acusa o Ministério da Educação de “incapacidade e incompetência” para dar resposta aos problemas das escolas.

Está marcada para a próxima sexta feira, dia 11, uma greve nacional dos professores. A paralisação foi convocada pela Fenprof e abrange educadores de infâncias e docentes do ensino básico e secundário, seja em aulas presenciais ou ensino à distância.

O pré-aviso de greve foi entregue a 27 de novembro. Depois de entregar o pré-aviso de greve, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, contou aos jornalistas que o protesto estava inicialmente pensado para os dias 9, 10 e 11 de forma faseada por regiões do país.

Mas os professores acabaram por optar por um protesto de apenas um dia a nível nacional. No próximo dia 11, “todos os docentes, independentemente do serviço que lhes esteja atribuído, ser letivo ou não letivo e ocorra em regime presencial ou a distância”, podem aderir à greve, refere a federação em comunicado.

Mário Nogueira garantiu que a Fenprof mantém “as portas abertas para o diálogo e negociação” e que, até 9 de dezembro, a greve poderá ser desconvocada, caso haja abertura por parte do Governo.

“O senhor ministro da Educação tomou posse há um ano e um mês e teve disponibilidade para reunir com as organizações sindicais de professores uma vez, a 22 de janeiro, já lá vai quase um ano”, recordou o secretário-geral da Fenprof.

No entanto, a situação tem vindo a agravar-se: “Há problemas gravíssimos a afetar as escolas, que afetam professores, alunos e famílias e a incapacidade do Ministério da Educação é total e absoluta”, alertou Mário Nogueira, dando como exemplo a falta de docentes em algumas escolas.

O sindicalista acusou os responsáveis do Ministério de “incapacidade e incompetência” para dar resposta aos problemas das escolas.

ASAE apreende cerca de 100 botijas de gás butano/propano com gás GPL

Hoje, em comunicado, a ASAE adianta que as apreensões ocorreram no cumprimento de mandados de busca (domiciliários e não domiciliários), na freguesia de Alcanede, em Santarém.

“Na sequência da ação, confirmou-se a recolha de indícios da prática de fraude no enchimento e na comercialização de botijas de gás butano/propano com gás GPL”, é referido.

De acordo com a ASAE, detetou-se também que não estavam cumpridos os procedimentos necessários face ao risco associado ao manuseamento e ao armazenamento do produto em causa.

Durante a ação foram apreendidas cerca de cem botijas de gás de capacidades diversas (45 quilos, 13 quilos e dois quilos) e os respetivos adaptadores, cinco ‘pen drives’ e documentação variada, num valor total aproximado de 3.400 euros.

A ação contou com a colaboração da Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE).

Deputados do PSD querem saber para quando o Nó da A7

Os deputados do PSD, Jorge Paulo Oliveira, Afonso Oliveira, Carlos Reis e Carla Barros, defenderam, perante o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, que é necessário construir um novo nó na A7 entre Fradelos e Balasar, para permitir uma ligação ao novo santuário da Beata Alexandra e às empresas daquela região, nomeadamente as freguesias de Fradelos, Balasar, S. Pedro de Rates, Macieira de Rates, Negreiros e Chavão.

Os deputados salientam que um nó naquela zona «ajudaria a escoar o trânsito, fator essencial para o sucesso empresarial local, mas também facilitaria enormemente o acesso dos fiéis ao novo santuário», dada a saturação em que se encontra a atual Estrada Nacional 206.

Os parlamentares social-democratas lembram ao ministro Pedro Nuno Santos que, já em 2005, «haviam alertado que a não construção deste nó agravaria o problema das acessibilidades de Balasar». Passados estes anos, os deputados dizem que «o tempo veio a dar razão a todos aqueles que consideravam uma decisão menos acertada, colocar dois nós separados por uma curta distância e depois um longo percurso de dezenas de quilómetros sem entradas e saídas».

Jorge Paulo Oliveira, Afonso Oliveira, Carlos Reis e Carla Barros, entre outros deputados do PSD, garantem que a concessionária já elaborou os estudos de tráfego e está a desenvolver o projeto de execução do referido novo nó de acesso, pelo que querem saber «quando prevê o Governo, o avanço desta obra que se assume importante e vital para esta região».