Famalicão: Continental e Argacol dão aulas na Secundária D. Sancho I

A convite do Gabinete do Emprego e Empreendedorismo da D. Sancho I, a Continental Mabor deu uma aula sobre manutenção industrial, no dia 2 de dezembro, destinada aos alunos do 3º ano do referido curso. Dinamizou a aula o engenheiro Francisco Ferreira, que regressou à escola que o formou.

Perante a plateia, o jovem orador abordou a temática da manutenção industrial numa ótica da aplicação à realidade da empresa onde trabalha. O encontro foi pautado pela partilha de experiências de um contexto prático, tendo ocorrido momentos de interação com os alunos que se sentiram impulsionados a colocar questões e a procurar respostas.

Segundo o Gabinete do Emprego e Empreendedorismo, estas atividades de aproximação dos formandos à realidade empresarial revestem-se de uma importância acrescida na atual situação de pandemia que tem impossibilitado visitas de estudo e outras formações práticas em contexto real de trabalho.

ARGACOL e as orientações para um bom Técnico Comercial

No mesmo dia foi a vez de André Vieira de Castro, diretor executivo da Argacol – Tintas e Vernizes, dar uma aula, via Google meet, aos alunos das turmas do 2º e 3º anos do curso Técnico Comercial.

Esta aula ocorreu graças à articulação entre a equipa de docentes das turmas e a ação dinamizadora do Gabinete do Emprego e Empreendedorismo que tem procurado conciliar o know-how das empresas parceiras com os conteúdos ministrados nos diferentes cursos profissionais.

Conceitos como “benchmarking”, “Inbound” e “outbound” aplicados ao marketing e ainda toda uma panóplia de estratégias empresariais para a captação e manutenção da carteira de clientes foram tratados pelo orador, permitindo aos alunos obter uma outra visão da área comercial e a capacitação para a execução das futuras tarefas inerentes ao seu perfil profissional.

Famalicão: PS votou contra «um orçamento eleitoralista»

Os vereadores do Partido Socialista votaram contra o Plano e Orçamento municipal para 2021, do executivo liderado por Paulo Cunha, em reunião realizada no dia 2 de dezembro, à porta fechada.

Este sábado, dia 5 de dezembro, em nota enviada à imprensa os vereadores socialistas assinalam que o voto contra deve-se, entre outros argumentos, por ser «pesado para o bolso dos famalicenses; falha no apoio ao tecido económico; promove um endividamento elevado (o maior dos últimos anos); apresenta um modelo de gestão municipal errado que consome os recursos em despesa corrente; limita horizontes futuros de investimentos porquanto a despesa municipal está rígida, fixa e comprometida com as despesas correntes; é pouco transparente e sem rigor que não permite perceber de onde provêm muitas receitas e para onde vão muitas despesas; porque não investe na área social de modo a garantir as medidas e apoios necessários aos famalicenses para enfrentar a grave crise provocada pela pandemia covid-19».

Os socialistas lembram que o ano de 2021 é de eleições autárquicas e que, por isso, o executivo liderado por Paulo Cunha construiu «um orçamento interesseiro, eleitoralista e, mais uma vez, a fomentar o engodo perante os famalicenses – este orçamento esquece olimpicamente a tragédia que assola o Mundo, Portugal e em particular, Famalicão».

“Ernesto” está a caminho de Portugal: Traz chuva, vento, agitação marítima e descida da tempertura

Portugal continental vai ser afetado a partir da tarde de hoje e até terça-feira por agitação marítima, vento forte, precipitação, neve e descida da temperatura associadas à passagem da depressão Ernest, informou o IPMA.

Em comunicado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) precisa que os efeitos da depressão Ernesto em Portugal continental serão sentidos pelo aumento da intensidade do vento a partir da tarde de hoje, prolongando-se até terça-feira.

Estão previstas rajadas de vento até 70 quilómetros por hora no litoral a norte do Cabo Mondego e até 100 quilómetros por hora nas terras altas.

Por causa do vento, o IPMA colocou sob aviso amarelo os distritos de Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro, Castelo Branco, Coimbra e Braga até às 06:00 de terça-feira.

A depressão Ernesto vai também trazer ao continente, um aumento da agitação marítima, na costa ocidental, com ondas de noroeste e altura significativa de 4 a 5 metros a norte do Cabo Raso.

Devido a esta situação, o IPMA colocou sob aviso amarelo os distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Lisboa, Leiria, Coimbra e Braga até às 15:00 de terça-feira.

De acordo com o IPMA, está também prevista a ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, mais frequentes no Norte e Centro, que serão na forma de neve nas cotas acima de 1.400/1.600 metros e descendo gradualmente para 1.000/1.200 metros.

Por causa da queda de neve, o IPMA emitiu aviso amarelo para os distritos de Bragança, Guarda, Vila Real, Braga e Castelo Branco até às 12:00 de terça-feira.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA adianta ainda que devido ao transporte de uma massa de ar frio na circulação conjunta da referida depressão com um anticiclone localizado a sul dos Açores, prevê-se também uma descida de temperatura até quarta-feira.

Professores marcam greve nacional para sexta-feira

A Fenprof acusa o Ministério da Educação de “incapacidade e incompetência” para dar resposta aos problemas das escolas.

Está marcada para a próxima sexta feira, dia 11, uma greve nacional dos professores. A paralisação foi convocada pela Fenprof e abrange educadores de infâncias e docentes do ensino básico e secundário, seja em aulas presenciais ou ensino à distância.

O pré-aviso de greve foi entregue a 27 de novembro. Depois de entregar o pré-aviso de greve, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, contou aos jornalistas que o protesto estava inicialmente pensado para os dias 9, 10 e 11 de forma faseada por regiões do país.

Mas os professores acabaram por optar por um protesto de apenas um dia a nível nacional. No próximo dia 11, “todos os docentes, independentemente do serviço que lhes esteja atribuído, ser letivo ou não letivo e ocorra em regime presencial ou a distância”, podem aderir à greve, refere a federação em comunicado.

Mário Nogueira garantiu que a Fenprof mantém “as portas abertas para o diálogo e negociação” e que, até 9 de dezembro, a greve poderá ser desconvocada, caso haja abertura por parte do Governo.

“O senhor ministro da Educação tomou posse há um ano e um mês e teve disponibilidade para reunir com as organizações sindicais de professores uma vez, a 22 de janeiro, já lá vai quase um ano”, recordou o secretário-geral da Fenprof.

No entanto, a situação tem vindo a agravar-se: “Há problemas gravíssimos a afetar as escolas, que afetam professores, alunos e famílias e a incapacidade do Ministério da Educação é total e absoluta”, alertou Mário Nogueira, dando como exemplo a falta de docentes em algumas escolas.

O sindicalista acusou os responsáveis do Ministério de “incapacidade e incompetência” para dar resposta aos problemas das escolas.