Famalicão: ACIF mantém concurso de montras, sorteio e Porto de Encontro

A Associação Comercial e Industrial de Famalicão mantém algumas das iniciativas de Natal, apesar da covid-19. Haverá o grande sorteio de Natal, o Concurso de Montras de Natal e o Famalicão Porto de Encontro. «Com estes três eventos pretende-se dinamizar a época natalícia, atraindo mais e novos consumidores para o comércio famalicense», afirma a direção da ACIF.

O grande sorteio de Natal irá habilitar os consumidores a vencer prémios, após compras no comércio associado da ACIF, entre 1 de dezembro de 2020 e 6 de janeiro de 2021. Por cada compra num valor a definir por cada lojista, é atribuído um bilhete de sorteio com um código para concorrer. Basta inserir o código no website do evento, juntamente com alguns dados pessoais, e automaticamente fica habilitado a um dos três prémios finais. Os prémios são oferecidos pela empresa famalicense AFA Cycles: 1.º Prémio: 1 bicicleta elétrica “Le Grand Elille 2”; 2.º Prémio: 1 bicicleta “Merida Big Nine 15”; 3.º Prémio: 1 bicicleta “Deed Rookie 201”.

A 2ª edição do Concurso de Montras de Natal decorre de 1 a 30 de dezembro de 2020, ao qual podem concorrer todos os associados da ACIF, através de uma fotografia do seu espaço com decoração natalícia, habilitando-se a uma noite para duas pessoas em hotel de 4 estrelas, com regime de pequeno-almoço incluído. O prémio é oferecido pela Valpitravel – Agência de Viagens.

Natal em Famalicão não dispensa o Porto de Encontro, que já vai na 5.ª edição. Este ano, e face às restrições existentes, a iniciativa decorrerá apenas em restaurantes aderentes, na promoção da melhor tradição famalicense: “coma uma rabanada, oferecemos o Porto”, e decorrerá de 14 a 31 de dezembro de 2020.

A 27 de novembro inicia-se a Campanha de Natal 2020 que se prolonga até 6 de janeiro de 2021. Os habituais brindes para os associados poderão ser levantados na Sede da ACIF.

Mais uma vez, a ACIF reitera que é seguro comprar no comércio tradicional.

Inquérito Fenprof: 90% dos professores dizem ter medo de serem infetados nas escolas

Nove em cada dez professores estão preocupados ou têm medo de estar nas escolas por considerarem que estão a ser ignoradas regras que garantem higienização e distanciamento correto em tempo de pandemia, revela um inquérito da Fenprof.

Mais de cinco mil professores responderam ao inquérito da Federação Nacional dos Professores, que tinha como objetivo perceber as condições de segurança sanitária nas escolas e qual a perceção dos docentes.

Apenas 9,5% disse sentir-se seguro nas escolas, segundo os dados divulgados hoje do inquérito ‘online’ que terminou há menos de uma semana.

Os restantes 90,5% dos docentes dividem-se entre os que estão preocupados (67,4%) e os que admitem mesmo ter medo de ser infetados (23,1%) por considerarem que faltam condições nas escolas, indica o inquérito ao qual responderam professores de todos os distritos do país.

Um dos problemas apontados pela maioria prende-se com a dimensão das turmas, que não sofreu alterações, impedindo um maior distanciamento dentro das salas de aulas, segundo as respostas que vieram de professores de todos os níveis de ensino.

Mais de oito em cada dez docentes (83,7%) confirmam que o número de alunos por turma se manteve inalterado, com apenas 6,1% a dizer que estão agora mais pequenas. No entanto, 10,2% de professores revelam que o número de alunos por turma aumentou este ano.

No que toca à limpeza dos espaços, o mais habitual é que os assistentes operacionais só a façam ao final do dia, à semelhança do que já acontecia antes da pandemia, segundo 59,9% das respostas dadas.

Nesta tarefa, as escolas passaram também a contar com a ajuda dos alunos e dos próprios professores que limpam as salas entre cada utilização, dizem 30,4% dos inquiridos. Apenas 40,1% das respostas indicaram que a limpeza é feita pelo pessoal auxiliar entre cada utilização de espaços da escola.

A falta de assistentes operacionais foi outra das falhas apontadas, com apenas 17,5% a dizerem que há agora mais funcionários nas escolas. A grande maioria (64,3%) afirmou que o número de assistentes se mantém inalterado e 18,5% apontou mesmo que este ano há menos gente nas escolas.

“Este é um problema gravíssimo vivido pelas escolas, pois já antes da pandemia o número de assistentes operacionais era escasso face às necessidades”, alerta a Fenprof.

Sobre o programa do Governo de distribuição gratuita de máscaras pelas escolas, os docentes confirmam que foram entregues, mas quase metade (46,3%) queixou-se da quantidade ou da qualidade, apontando como defeitos, por exemplo, o facto de os elásticos se partirem com muita facilidade.

Finalmente, os docentes queixam-se de que a sua atividade se tornou muito mais exigente: agora são obrigados a usar máscara dentro da sala de aula e a um afastamento que não é habitual nas escolas.

“No contexto de pandemia que vivemos, as aulas decorrem de forma atípica, com os professores a não poderem aproximar-se dos alunos, a trabalharem de máscara, a não encontrarem os seus colegas com a frequência habitual, o que leva 83,4% a considerar que a atividade docente, nestas condições, é muito mais exigente. Só 16,1% afirma ser semelhante e 0,5% (residual) diz haver menor exigência”, revela o inquérito que contou também com a participação de docentes não sindicalizados na Fenprof.

As razões que levam os professores a sentirem-se preocupados ou mesmo com medo estão relacionadas com as “insuficientes condições existentes nas escolas”, cujos problemas não são culpa de quem trabalha nos estabelecimentos de ensino mas sim da tutela, lembra a federação.

Por isso, a Fenprof volta a exigir ao Ministério da Educação um reforço das condições de segurança sanitária, a aprovação de medidas de prevenção, como a realização de testes, e a “transparência sobre a situação epidemiológica” nas escolas.

“Num momento em que o número de escolas com registo de casos de covid-19 está a atingir o milhar, é difícil acreditar que só existam surtos em 68 ou 94 casos (últimos dados oficiais divulgados)”, acusa.

A falta de condições nas escolas durante a pandemia é um dos motivos que levou a Fenprof a anunciar na passada sexta-feira uma greve nacional para 11 de dezembro.

Portugal contabiliza pelo menos 4.427 mortos associados à covid-19 em 294.799 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 08 de dezembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado.

Famalicão: FAC com mais um jogo adiado

Depois do adiamento dos jogos contra o Benfica e Valongo, a equipa de hóquei em patins do FAC vê mais um jogo adiado. Desta vez, trata-se do confronto com o Turquel, marcado para esta terça-feira e que foi reagendado para o dia 12 de dezembro.

Deste modo, a equipa de Vítor Silva vai continuar sem competir nos próximos dias. O nacional da 1.ª divisão vai na décima primeira jornada e o FAC apenas realizou nove encontros, somando 6 pontos

Famalicão: Interrupção no abastecimento de água em Joane

Devido a trabalhos dos serviços municipais, esta segunda-feira, a partir das 14 horas, há corte no abastecimento de água na vila de Joane.
Os trabalhos, que devem demorar cerca de quatro horas, vão afetar o abastecimento de água nos seguintes locais:
Rua Senhor dos Passos, Joane
Avenida da Tapada
Rua Almas de Matos
Rua Barão de Joane
Rua Camilo Castelo Branco
Rua Cividade
Rua da Agra de Santo André
Rua da Boavista
Rua da Tapada
Rua de Celorico
Rua de Fonte de Goda
Rua de Puais
Rua de Ruivos
Rua de Sub Carreira
Rua do Romão
Rua Dona Sara Barros Machado
Rua Francisco Simões
Rua Monte Cortinhas
Rua Padre António Sousa e Silva
Rua Senhor dos Passos
Travessa Almas de Matos
Travessa de Camilo Castelo Branco
Travessa de Celorico
Travessa de Fonte de Goda
Travessa de Fraizes
Travessa de Romão
Travessa Senhor dos Passos
Urbanização Encosta de Joane
Estas interrupções devem-se à implementação das obras de melhoria no sistema de abastecimento do Município de Vila Nova de Famalicão, incluí­das no projeto co-financiado pelo programa POSEUR, Portugal 2020.

Covid-19: Empresas podem negar trabalho a quem não se quiser vacinar

“Como empresário, posso decidir com quem assino um contrato”, afirmou Christa Schweng em entrevista à agência de notícias espanhola Efe.

No entanto, para a presidente da CESE, órgão consultivo da União Europeia que emite orientações às instituições comunitárias em representações de empresários, trabalhadores e organizações da sociedade civil, a vacina não deverá ser obrigatória.

“O trabalhador pode decidir se quer trabalhar ou não e no caso em que lhe seja exigida a vacina para poder assinar um contrato, ainda que se teria de ver se um empresário quer apenas pessoas vacinadas na sua empresa. Não sei o que farão”, ressalvou.

Relativamente à vacinação, Christa Schweng defendeu que os primeiros a serem vacinados deverão ser os profissionais de saúde, uma vez que estes estão em contacto próximo com os doentes e com a população de risco.

A presidente da CESE sublinhou também a importância do acordo estabelecido entre a Comissão Europeia e as farmacêuticas para garantir vacinas para toda a Europa.

Até ao momento, a União Europeia assinou acordos com a Pfizer e BioNTech, AstraZeneca, Sanofi-GSK e Johnson & Johnson, e concluiu negociações com a CureVac e Moderna.

Christa Schweng estimou que todas as vacinas poderão receber a aprovação da Agência Europeia do Medicamento até ao final do ano.