Futebol: AF Braga comunica adiamento das próximas jornadas

A Associação de Futebol de Braga comunicou, esta segunda-feira, o adiamento dos jogos marcados para os dias 28 e 29 de novembro, 1, 5, 6 e 8 de dezembro, dos vários campeonatos distritais: Pró-Nacional, Divisão de Honra e 1° Divisão Distrital.
Esta decisão resulta das últimas medidas determinadas pelo Governo, designadamente o impedimento de circulação entre municípios, devido à pandemia covid-19

Chega quer impedir congresso do PCP e propõe mudança na lei

O Chega vai entregar, esta segunda-feira, no Parlamento um projeto de lei para tentar impedir o XXI Congresso Nacional do PCP no fim de semana, apelando ao apoio de PSD e CDS-PP, mas a iniciativa não deverá sequer ser votada em tempo útil.

Vamos ver se vamos a tempo ou não, vamos apelar ao apoio de toda a direita que disse não compreender esta reunião do PCP”, afirmou o líder do partido populista, André Ventura, em declarações à agência Lusa.

Segundo Ventura, o repto “é sobretudo dirigido ao PSD e CDS”, mas o deputado único do Chega admitiu que, “sobre esta matéria, não foram ainda feitos contactos” com sociais-democratas nem democratas-cristãos, embora adiantando que dará instruções ao seu gabinete para dialogar “com os grupos parlamentares do PSD e do CDS”.

Não é uma lei para um caso concreto, servirá para todas as situações futuras em que sejam colocados em risco os bens que se querem proteger com o estado de emergência e permitirá reforçar o princípio da igualdade constitucionalmente consagrado”, defendeu, quando questionado sobre a violação de um princípio do Direito: não legislar sobre casos concretos.

A próxima reunião plenária da Assembleia da República está agendada para segunda-feira, já depois da realização do congresso do PCP (entre sexta-feira e domingo), tendo como ordem de trabalhos a discussão e votação de normas avocadas do Orçamento do Estado para 2021 e a continuação da discussão do documento na especialidade.

Inquirido sobre por que não foi também cancelada ou adiada a II Convenção Nacional do Chega, entre 19 e 20 de setembro, em Évora, e na qual se verificou o desrespeito pelo uso de máscaras e pelo distanciamento entre pessoas, o também anunciado candidato presidencial declarou que aquela reunião-magna “não foi realizada durante estado de emergência”, como se passa agora com o evento comunista.

Segundo o texto do Chega, o artigo 2.º da lei nº44/86, de 30 de setembro, passaria a ter a seguinte redação: “as reuniões dos órgãos estatutários dos partidos políticos, sindicatos e associações profissionais não serão em caso algum proibidas ou submetidas a autorização prévia, exceto quando a sua realização colida com o núcleo central de bens jurídicos protegidos pela declaração do estado de sítio ou do estado de emergência, caso em que tal proibição deverá ser expressa e concretamente delimitada nos seus pressupostos e extensão”.

O dirigente do PSD e constitucionalista Paulo Mota Pinto afirmou, durante o fim de semana, declarou que “não é verdade que o Governo e a Assembleia da República estejam de mãos atadas e nada possam fazer em relação ao congresso do PCP”.

O primeiro-ministro, o socialista António Costa, defendeu que, estando o país em estado de emergência, a lei do estado de emergência “é clara e taxativa” e impede que sejam proibidas, dissolvidas ou submetidas a autorização prévia as reuniões dos órgãos estatutários dos partidos políticos, sindicatos e associações profissionais.

Também o presidente do PSD, Rui Rio, argumentou que a lei do estado de emergência “não diz que o congresso” comunista “não pode ser adiado”, acusando o Governo de “proteger o PCP” e recusar “tratar todos os portugueses por igual”.

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, falou de “falta de vergonha e de respeito pelos portugueses”, pois, “segundo António Costa, a lei não permite cancelar o congresso do PCP”, mas “permite cancelar deslocações, fechar negócios e confinar as pessoas em sua casa, tudo liberdades infinitamente menos importantes para o país do que um congresso do PCP”.

Famalicão: PS diz que há falta de condições em alguns espaços de saúde

A concelhia do Partido Socialista visitou espaços de saúde em Famalicão e verificou que existe falta de condições físicas.

O PS constatou que os profissionais de saúde trabalham em espaços exíguos e improvisados, sem sala para material obsoleto e não usado.

A concelhia do PS, liderada por Eduardo Oliveira, visitou Unidades de Saúde Familiares, Equipas de Cuidados Continuados Integrados, de Saúde Escolar e de Saúde Materno Infantil.

Esta visita, que aconteceu no dia 18, esteve incluída no Roteiro pela Saúde que tem levado os socialistas a vários espaços. Além da passagem por estes espaços de saúde, a equipa socialista esteve reunida com o coordenador da Unidade de Apoio à Gestão nas Unidades de Saúde, liderada por Nuno Silva.

«Perante a contingência que esta pandemia acarreta, o desafio tornou-se acrescido para a equipa de profissionais que, apesar das vicissitudes, faz o seu melhor», sublinha Eduardo Oliveira, que se mostra reconhecido aos profissionais de saúde pelo trabalho desenvolvido.

Os socialistas prometem reivindicar junto da ARS Norte e do Ministério da Saúde por melhores condições.

Três famalicenses na seleção nacional de badminton

Há três atletas do Famalicense Atlético Clube na seleção nacional de badminton que, de 9 a 12 de dezembro, disputa a fase de qualificação (grupo 6) do Campeonato da Europa de Equipas Mistas, que se realiza no Centro de Alto Rendimento, nas Caldas da Rainha.

À Seleção Nacional foram chamados 12 atletas que têm dado provas do seu talento e qualidade e, entre os escolhidos estão Sónia Gonçalves, Adriana Gonçalves e Catarina Martins.

Estafetas da Câmara de Famalicão entregaram gratuitamente 1200 jantares este fim de semana

Foram 1200 as refeições entregues este fim de semana ao abrigo da iniciativa da Câmara Municipal para ajudar o setor da restauração.

Relembramos que a autarquia famalicense disponibilizou-se para criar uma rede de estafetas que, a custo zero para os restaurantes e clientes, se encarregava de distribuir todas as encomendas que fossem feitas durante o período de jantar em mais um fim de semana de recolher obrigatório.

Este foi o segundo fim de semana de atividade desta rede de estafetas. Durante os dois últimos dias 58 restaurantes processaram 1200 pedidos (encomendas) que foram entregues por 65 estafetas.

Apesar de ainda não estar confirmado, é expectável que esta iniciativa da autarquia se mantenha durante os próximos períodos de recolher obrigatório.

Reportagem: Porto Canal