Mercadona já anuncia a sua chegada a Famalicão no local onde vai nascer nova loja

É numa faixa com a frase “Estamos a chegar!” que a rede de supermercados espanhola Mercadona anuncia aos famalicenses a construção de mais uma loja.

Tal como a Cidade Hoje anunciou no passado mês de fevereiro, a loja Mercadona de Famalicão está a nascer entre o estádio municipal e o centro social e paroquial de Calendário, tendo acesso pela Avenida de França e pela Rua de S.Julião.

O grupo espanhol já se encontra a recrutar profissionais para fazerem parte da equipa que vai inaugurar a loja já no próximo ano de 2021.

Para a zona envolvente ao supermercado está previsto um hotel de três estrelas.

 

Miguel Oliveira faz história e vence Moto GP de Portugal

Miguel Oliveira conquistou a segunda vitória da temporada no Mundial de MotoGP no Grande Prémio de Portugal, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

O piloto português voltou a fazer história, depois de partir da primeira posição para a 14.ª e última corrida da época, naquela que foi a primeira ‘pole position’ da sua carreira e da história do motociclismo português.

Famalicão: Ciclista colhido por automóvel na Rua Saint Fargeau Ponthierry

Um ciclista foi colhido por um automóvel, na manhã deste domingo, na Rua Saint Fargeau Ponthierry, em Calendário, Vila Nova de Famalicão.

O acidente aconteceu cerca das 10h40, tendo para o local sido acionados os Bombeiros Voluntários Famalicenses.

Segundo a corporação que prestou o socorro, o ciclista, com 46 anos de idade, acabou por ser transportado para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave com ferimentos que não inspiravam cuidados de maior.

Desconhece-se em que circunstâncias a situação terá acontecido.

Jerónimo de Sousa recusa adiar congresso do PCP para “dia de São Nunca à tarde”

A menos de uma semana do congresso de Loures, distrito de Lisboa, de 27 a 29 de novembro, Jerónimo de Sousa afirmou que a preparação das condições sanitárias para a reunião em tempo de pandemia de covid-19 tem sido acompanhada pelas “autoridades de saúde”, que deram o acordo à sua realização.

E questionou que, havendo condições de segurança sanitária, não se fizesse a reunião e se adiasse para o “dia de `São Nunca´ à tarde”.

Se não estivessem criadas condições não o faríamos”, mas elas existem para o “exercício de um direito político importante”, disse, em entrevista à Lusa, em que também admitiu que seria mais confortável, aos comunistas, ficar em casa “no sofá”.

E dramatizou a realização do congresso, dizendo que, a seu ver, não se pode por em oposição (ou dilema) “as medidas de segurança que vão ser necessárias e o exercício das liberdades”.

“Tivemos essa experiência durante 48 anos e o povo português não gostou nada disso”, afirmou Jerónimo, que afirma não recear a incompreensão da opinião pública por os comunistas se reunirem em congresso quando parte dos cidadãos está sujeita a restrições de deslocação e obrigados a recolhimento durante o fim de semana em que se realiza o congresso.

É até uma posição que até “devia ser valorizada”, disse, por que é uma forma de mostrar que “não está tudo perdido”, apesar da pandemia, e é possível manter a atividade.

O secretário-geral do PCP comparou a polémica em torno do congresso com a da festa do Avante, em setembro, e apontou a diferença com que foi comentado o congresso, em setembro, do Chega, o partido populista de direita, em Évora, onde delegados andaram sem máscara.

No caso do congresso do Chega, “aquilo parecia muito pior que uma feira”, “qual foi a reação e alguém teve a perceção que aquilo foi um perigo”, questionou, para logo dar a resposta, com ironia: “Tanta preocupação com o PCP e [houve] um silêncio de chumbo em relação aquilo que aconteceu em Évora.”

De resto, Jerónimo de Sousa ironizou que “a preocupação” com o congresso comunista “não é sanitária”: “Não é. A preocupação é outra, é em relação ao papel à intervenção e à luta do PCP.”

O congresso do PCP realiza-se no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, de 27 a 29 de novembro e a organização reduziu o número de delegados para metade (cerca de 600), com regras de circulação, incluindo o uso de máscara.

Jerónimo afirmou, igualmente, que a reunião magna dos comunistas é uma forma de mostrar que “é possível manter a atividade” e “não está tudo perdido, que é possível, além das medidas, retomar uma coisa que se está a perder, a esperança, a esperança de uma vida melhor”.

A lei do estado de sítio e estado de emergência não proíbe reuniões partidárias.

“As reuniões dos órgãos estatutários dos partidos políticos, sindicatos e associações profissionais não serão em caso algum proibidas, dissolvidas ou submetidas a autorização prévia”, segundo a lei.

úmero de mulheres.