Têxteis técnicos valem 156 milhões para Famalicão

As exportações crescem em Famalicão, que é o concelho líder no Norte, e dentro das exportações sobe a relevância dos têxteis técnicos.

Segundo o Anuário Estatístico Regional do INE, referente ao ano de 2018, as exportações de têxteis técnicos somam 156 milhões de euros, representando 31% do total das vendas internacionais do setor têxtil e vestuário neste concelho.

Recorde-se que em 2016 registou 111 milhões, no ano seguinte subiu para 124 milhões de euros, o ano passado para 156 milhões. De resto, entre 2013 e 2018, as exportações de materiais ou produtos têxteis que se distinguem pela sua elevada tecnicidade e diferenciação cresceram 58% no concelho.

Famalicão, que ostenta a marca de Cidade Têxtil de Portugal, assume grande destaque no contexto nacional, com 9,4% das exportações da indústria têxtil e vestuário em Portugal, com 502 milhões de euros de vendas para o exterior em 2018. Relativamente ao total de exportações em Famalicão, o têxtil representa 24,2%.

Os principais mercados de exportação dos têxteis famalicenses são Espanha (19%), Alemanha (16%) e França (11%).

Mas há ainda outros indicadores macroeconómicos importantes relativamente aos têxteis famalicenses: em 2018, o volume de negócios cresceu para os 817 milhões de euros e o valor acrescentado bruto subiu para os 263 milhões de euros.

A indústria têxtil e do vestuário conta, em Vila Nova de Famalicão, com 852 empresas e regista um total de 10.902 pessoas ao serviço.

Famalicão: Carro roubado do centro da cidade

O carro presente na imagem, um Renault Megane Rs com matrícula da Suíça (GR 107597), foi levado por desconhecidos, esta madrugada, no centro de Vila Nova de Famalicão.

De acordo com familiares do proprietário, a viatura encontrava-se estacionada na via pública, na Rua Ana Plácido, quando foi roubada.

Se avistou a viatura nas últimas horas ou tem outras informações entre em contacto com as autoridades.

Paços e Famalicão procuram juntar-se aos grandes nas meias-finais da Taça de Portugal

Em Paços de Ferreira, os anfitriões, 15.ºs classificados da I Liga e finalistas em 2008/09, procuram chegar pela quarta vez às meias-finais, fase à qual chegaram também em 2002/03 e 2012/13.

O Famalicão, que segue no terceiro lugar do campeonato, tenta chegar pela segunda vez à antecâmara da final da Taça, 74 anos depois da única presença, que remonta a 1945/46.

Este vai ser o segundo encontro entre as duas equipas para a Taça de Portugal, depois do embate para os oitavos de final da edição de 2014/15, quando o Famalicão, que então estava no terceiro escalão foi vencer por 2-1 ao terreno do primodivisionário Paços de Ferreira.

O vencedor do embate de hoje vai defrontar Benfica nas meias-finais, a duas mãos, depois de os ‘encarnados’ terem vencido o Rio Ave, por 3-2, em jogo disputado na terça-feira.

Os quartos de final da Taça terminam na quinta-feira, com a receção do Académico de Viseu, da II Liga, ao Canelas 2010, do Campeonato de Portugal, que vão definir o adversário do FC Porto, que garantiu o apuramento depois de vencer o Varzim por 2-1.

Famalicão: Despiste seguido de capotamento à saída de zona comercial faz um ferido

Os B.V.Famalicenses foram chamados, cerca das 00h45 desta quarta-feira, para um despiste seguido de capotamento, na saída de uma zona comercial para a Rua de Talvai, em Famalicão.

Por razões ainda desconhecidas, o veículo, conduzido por uma jovem que ficou com ferimentos considerados ligeiros, entrou em despiste e acabou por capotar.

Depois do socorro no local, a jovem condutora acabou por ser transportada para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

A PSP de Famalicão tomou conta da ocorrência.

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Novas matrículas sem ano / mês devem arrancar em março

Em comunicado, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) adianta que do atual modelo de números de matrículas, constituído por dois grupos de dois algarismos e um grupo de duas letras (00-AA-00), “estavam ainda disponíveis para serem atribuídas no início deste ano cerca de 60.220 matrículas”.

“Prevê-se que este modelo, do qual desde 25 de maio de 2005 até agora foram reservadas 5.109.263 matrículas, se esgote no final do próximo mês de fevereiro”, adianta, acrescentando que a nova série de matrículas (com o modelo AA-00-AA) “terá uma utilização previsível de cerca de 45 anos”.

Segundo o IMT, “com o novo formato de número de matrícula passa também a ser utilizado um novo modelo de chapa de matrícula para a generalidade dos veículos, sem a inclusão do ano e mês da primeira matrícula do veículo, sendo também eliminados, em todos os modelos, os traços separadores de grupos de carateres, mantendo-se, no entanto, um espaçamento entre o grupo de carateres”.

“O ano e mês da matrícula são elementos que não fazem parte do número da matrícula dos veículos e não são um elemento relevante para a identificação dos veículos, sendo que Portugal é o único país dos 28 Estados-membros da União Europeia que apresentava estes elementos na respetiva chapa de matrícula”, refere.

Conforme explica, “esta situação era geradora de más interpretações, dado o referido espaço ser utilizado em muitos países para indicar a data de validade do número da matrícula e não o ano e mês do veículo, elementos que nada têm a ver com o número de matrícula”.

Quanto às chapas de matrícula para motociclos, “por analogia com as chapas de matrícula dos automóveis”, é introduzida uma área a azul com a inscrição do símbolo da União Europeia e do símbolo distintivo do país no qual se encontra matriculado (letra “P”), “evitando assim a necessidade da afixação de elemento adicional com esta última informação para efeitos de circulação fora do território nacional”.

O IMT esclarece ainda que “as chapas de matrícula da série atual e das séries precedentes se mantêm válidas, sendo que, “no caso de substituição da chapa de matrícula, os proprietários dos veículos podem optar pela colocação de chapas de matrícula dos modelos da nova série ou do modelo de chapa de matrícula em vigor à data da matrícula do veículo em território nacional”.

Nos termos de um decreto-lei publicado hoje em Diário da República, as novas matrículas vão deixar de referir o mês e ano de registo dos veículos, por não ser “um elemento relevante” para identificação das viaturas e gerar “interpretações incorretas”.

O decreto-lei n.º 2/2020, que altera o Regulamento da Matrícula, o Código da Estrada e o Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, refere que o objetivo é “a harmonização do modelo de chapa de matrícula com o da generalidade dos Estados-membros da União Europeia, que não apresentam referência à data da primeira matrícula do veículo”.

Pretende-se também “harmonizar os modelos das chapas de matrícula dos ciclomotores e motociclos com o dos restantes veículos, no que se refere à inclusão do dístico identificador do Estado-membro de matrícula, previsto no Regulamento (CE) n.º 2411/98 do Conselho, de 03 de novembro de 1998, facilitando a circulação internacional destes veículos”.

Conforme se lê no texto do diploma, a referência ao ano e mês de matrícula nas atuais matrículas emitidas em Portugal “é única na União Europeia”, sendo que “só em Itália é possível indicar o ano da matrícula”.

Os novos modelos agora aprovados “passam a ser obrigatórios para todas as matrículas atribuídas a partir da data em que se esgotar a atual série de números de matrícula, podendo as chapas de matrícula que já se encontram instaladas no parque de veículos em circulação manter-se em uso, sem necessidade de substituição, que poderá, no entanto, ser efetuada pelos proprietários dos veículos caso assim o desejem”.