Braga: Idoso desaparecido há mais de 24 horas

Um idoso, de 72 anos de idade, encontra-se desaparecido desde esta quinta-feira.

O jornal Diário do Minho avança que, segundo informações recolhidas junto das autoridades, reportadas pelos familiares, o homem terá sido avistado pela última vez na zona de Figueiredo.

No dia do desaparecimento, transportava um guarda-chuva azul, vestia um kispo e galochas verdes.

 

Infarmed retira do mercado cremes para crianças da Wells, Barral e Dermosense

Segundo o relatório a que a Lusa teve hoje acesso, o creme Barral BabyProtect Creme de Rosto usava conservantes não autorizados e em laboratório foi identificado um ingrediente (Phenoxyethanol) não identificados no rótulo, pelo que foi ordenada a suspensão imediata da comercialização e a retirada de todas as unidades existentes no mercado.

O produto Wells Creme Rosto Bebé continha os conservantes Phenoxyethanol e Benzoic acid, que não estavam declarados na lista de ingredientes da rotulagem, além de se ter constatado que “os ingredientes listados não correspondem à verdadeira composição do produto”. O produto continha ainda uma alegação falsa: «0% Fenoxietanol».

“Atendendo a que a pessoa responsável não demonstrou que este cosmético é seguro para a saúde humana, o Infarmed ordena a suspensão imediata da comercialização e a retirada de todas as unidades existentes no mercado”, escreve o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) na circular que determinou a retirada do mercado.

O Infarmed informa ainda que em dois outros produtos – Dermosense creme gordo 100 ml e Dermosense creme de mãos 50 ml – a distribuidora estava a proceder à retirada voluntária do lote em que foram detetadas irregularidades na rotulagem e a Autoridade do Medicamento ordenou “a suspensão imediata da comercialização e a retirada do mercado nacional de todas as embalagens do referido lote”.

A ação de supervisão do Infarmed incidiu sobre 87 produtos de diversas marcas, desde cremes para fralda a loções hidratantes, passando por leites emolientes, cremes protetores e águas de limpeza. No total, foram analisados mais de 1.300 parâmetros (químicos e microbiológicos).

“A maioria dos Produtos Cosméticos analisados (87%) estavam em conformidade com a legislação em vigor à data de análise, relativamente ao tipo e teor de conservantes presentes na sua composição. No entanto, constatou-se que sete dos produtos cosméticos analisados (13%) apresentaram algum tipo de irregularidade”, refere a conclusão do relatório, a que a Lusa teve acesso.

O Infarmed desaconselha o uso em crianças de produtos cosméticos destinados a adultos, de modo a evitar a ocorrência de reações adversas como alergias, dermatites de contacto, reações inflamatórias, entre outras.

Em caso de reações deste tipo, aconselha o consumidor a procurar um médico dermatologista ou um pediatra, suspendendo de imediato a utilização do produto.

“Um produto cosmético nunca deve ser utilizado para outro fim que não o indicado na rotulagem”, sublinha o regulador.

As Pessoas Responsáveis dos produtos cosméticos analisados são provenientes de sete países distintos, sendo a grande maioria oriunda da Europa (97,7%), com especial destaque para França (42,5%), Portugal (21,8%), Espanha (14,9%) e Alemanha (11,5%). Apenas 2,3% dos produtos são originários de países terceiros, nomeadamente do Brasil.

Quanto às formas de apresentação, os produtos cosméticos hidratantes para crianças analisados compreendem sete formas de apresentação distintas, sendo os cremes os mais representativos (56,3%). Os leites e loções, no seu conjunto, correspondem a 34,5% dos produtos.

As restantes formas de apresentação compreendem emulsões, bálsamos, pomadas e óleos.

Entre as marcas analisadas estavam a Mustela, Johnson´s, Corine de Farme, Barral, A-Derma, Uriage, Baby Smile, Avéne, Chicco, Halibut, Aveno, ISDIN, Klorane, La Roche-Posay, Oleoban, Garnier, Aloé Via, Bioderma, Garnier, O Boticário, Auchan, Pingo Doce, Wells, entre outras.

O Infarmed analisou ainda 98 produtos cosméticos de banho para criança (champô, gel de banho e sabonete líquido), representando 39 marcas disponíveis em diversos pontos da cadeia de distribuição, tais como farmácias, supermercados e hipermercados.

Do ponto de vista químico, concluiu que todos estavam de acordo com a legislação em vigor relativamente ao tipo e teor de conservantes presentes. No entanto, para três dos produtos cosméticos analisados, os resultados obtidos “não são consistentes com a rotulagem”, uma vez que figuram conservantes na listagem de ingredientes que não foram detetados em laboratório, pelo que os produtos foram considerados “não conforme”.

Dois outros produtos cosméticos analisados “apresentaram um resultado de teor nalguns conservantes em conformidade, porém, próximo do limite legal”.

Para estes cinco produtos “foi desencadeada a recolha de novos lotes e reanálise para averiguação da conformidade no parâmetro em questão”, refere o relatório.

O Infarmed garante que “continuará a desenvolver campanhas de monitorização e supervisão do mercado português, de forma a garantir a segurança e qualidade dos produtos cosméticos comercializados, dando o seu contributo para que os consumidores portugueses tenham ao seu dispor produtos cosméticos seguros para todas as faixas etárias”.

Escola D. Maria II protesta contra antena de telecomunicações

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Alunos, pais e professores da Escola D. Maria II protestaram, na manhã desta sexta-feira, em frente ao Lar S. João de Deus, em Gavião. Estão contra a instalação de uma antena de telecomunicações no terreno da Santa Casa da Misericórdia, que fica a escassos metros da escola.

Centenas de alunos, com pais e professores, pedem que a antena, instalada no início do mês, não entre em funcionamento. A comunidade escolar teme radiações prejudiciais à saúde.

O professor Sérgio Rodrigues lembra que a Organização Mundial de Saúde e o Instituto Ricardo Jorge desaconselham a instalação deste tipo de antenas junto a escolas. A mesma preocupação existe da parte dos pais. Iolanda Sá, mãe de uma menina do 6.º ano, juntou-se à manifestação por recear que a antena prejudique a saúde das crianças.

A Câmara Municipal assume que recebeu o pedido de licenciamento para a instalação da antena e que a mesma cumpre os requisitos legais nacionais para este tipo de estrutura. No entanto, e dado o alarme social provocado, solicitou um parecer à Direção Geral da Saúde. Quando o tiver, sabe o CIDADE HOJE, tomará uma posição.

Contactado pelo CIDADE HOJE, o Provedor Rui Maia deu conta que no próximo dia 19, a Santa Casa da Misericórdia de Famalicão, a Câmara Municipal e a NOS vão reunir e, posteriormente, emitir um comunicado com esclarecimentos sobre a instalação desta antena. Mas, desde já, Rui Maia informa que a operadora NOS, a entidade responsável, é detentora de todos os licenciamentos necessários para a instalação desta estrutura. Adianta, ainda, que há pareceres jurídicos que garantem a legalidade do processo.

Trabalhadores de saúde em greve a 20 de dezembro contra degradação do SNS

Numa nota enviada à agência Lusa, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Sintap) afirma que “os trabalhadores da saúde foram empurrados para a greve” devido “à ausência de resposta por parte do Governo, em particular dos ministérios da Saúde e das Finanças no que respeita à resolução dos inúmeros problemas vividos diariamente pelos trabalhadores dos hospitais EPE”.

O Sintap alerta para a “progressiva degradação” das condições de trabalho e da qualidade dos serviços na dependência do Ministério da Saúde (MS).

“Com esta jornada de luta, que engloba os trabalhadores em regime de contrato de trabalho em funções públicas e os trabalhadores com contrato individual de trabalho, pretende-se pressionar os governantes e as administrações dos hospitais EPE no sentido de tomarem medidas tendentes a resolverem os problemas que exigem resposta urgente”, refere a estrutura sindical, em comunicado.

Entre os problemas citados destaca a progressão nas carreiras para todos os trabalhadores, a dignificação das carreiras da área da saúde, o reforço de recursos humanos nos quadros de pessoal dos hospitais EPE e demais serviços tutelados pelo Ministério da Saúde.

O pagamento das horas de trabalho extraordinário vencidas e não liquidadas, a inclusão de todos os trabalhadores na ADSE, o cumprimento do acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores com contrato individual de trabalho, de forma a conferir-lhes um regime de carreira, em condições de igualdade face aos colegas em regime de contrato de trabalho em funções públicas.

Reivindicam igualmente a contagem do tempo de serviço, a adoção do vínculo único e a defesa do Serviço Nacional de Saúde.

“O Sintap insta o Governo a iniciar processos negociais com a máxima brevidade, “de modo a evitar o crescimento do descontentamento e a manutenção de um clima tendente a agravar as formas de luta que visam alcançar soluções para as justas reivindicações dos trabalhadores”.

Pafil: Empresa de Barcelos muda-se para Famalicão e pretende contratar 30 colaboradores

A Pafil, empresa especializada em vestuário de neve, montanha e proteção individual, vai investir dois milhões de euros euros na construção de uma nova fábrica, em Vila Nova de Famalicão.

Esta nova unidade industrial vai ser construída na freguesia do Louro, prevendo-se que as obras estejam concluídas em Março de 2020.

A mudança de instalações prende-se essencialmente com o crescimento da empresa e com a aquisição de novas máquinas. Nas atuais instalações já não temos margem para expansão e como tal optamos por construir uma unidade de raiz.

Administrador da Pafil, Rui Pereira, em declarações ao ECO

A empresa, com mais de 30 anos de existência, trabalha com marcas como são exemplo a BMW e a Safety. Emprega atualmente 75 pessoas e, assim que se der a abertura da nova unidade em Vila Nova de Famalicão, pretende contratar mais 30.