FC Famalicão «preparado» para o Benfica

O FC Famalicão joga, este sábado, no Estádio da Luz, frente ao Benfica, líder da classificação. O conjunto treinado por João Pedro Sousa, que ocupa a terceira posição, tem pela frente «uma tarefa complicada, contra a equipa que mais golos marca e menos sofre no campeonato. Mas estamos preparados para as dificuldades», avisa.

O treinador vê o adversário «como o mais competente do campeonato, assim o diz a classificação. Vamos encontrar um coletivo muito forte, recheado de individualidades de muita qualidade, bem treinado e com um jogo que cria muitas dificuldades aos adversários».

Para enfrentar o Benfica «montamos um plano de jogo que não foge à nossa identidade. Apesar dos últimos resultados não serem os mais favoráveis, sinto que estamos mais seguros do nosso jogo», reconhece, embora não esconda os problemas defensivos. Os erros que têm ditado golos «são coletivos», porque têm a ver «com o momento em que perdemos a bola. É tudo uma questão de equilíbrio. Temos de manter as nossas dinâmicas ofensivas, mas quando perdermos a bola temos que estar preparados para evitar problemas».

Ante o Benfica «vamos manter a nossa identidade», promete o treinador do Famalicão. Além do mais, João Pedro Sousa recorda que, ao cabo de 13 jornadas, o Famalicão já teve saídas difíceis (Guimarães, Sporting, Braga e Porto) e só perdeu no Estádio do Dragão.

Sobre o trabalho das equipas de arbitragem e VAR nos últimos jogos, contra os quais se insurgiu, esta semana, a SAD do clube, João Pedro Sousa não comentar. No entanto, «não gosto de ver jogos parados cerca de 6 minutos, como aconteceu no último jogo para análise do VAR. O árbitro erra, claro que sim. Tal como eu e os jogadores. Aceito o erro do árbitro, do VAR nem tanto», esclarece.

Vila Nova de Famalicão vai ter Hotel Assistencial

Começa a ser construído no próximo ano, em Gondifelos, o Campus de Fiães Assited Living Hotel, um empreendimento hoteleiro que associa o conforto do alojamento à vertente assistencial especializada em áreas como a enfermagem, fisioterapia, psicologia entre outras especialidades médica.

A construção será desenvolvida num terreno localizado em Gondifelos com uma área aproximada de 33000 m2. O Campus de Fiães, Saúde & Bem-Estar será constituído por um edifico principal com cerca de 2000 m2 e por 10 casas modulares autónomas, implementadas numa zona verde circundantes ao edifício principal, totalmente equipadas e integradas no conceito sustentável desenvolvido pela arquitetura e engenharias.

Este novo equipamento vai começar a ser construído em 2020 mediante um investimento de três milhões de euros, com financiamento aprovado pela Turismo de Portugal.

PASEC recebe prémio de boas-práticas europeias

Pelo quinto ano consecutivo, a PASEC- Plataforma de Animadores Socioculturais recebeu o Prémio de Boas-Práticas Europeias ou Projeto Inspirador do programa Erasmus+.

É a única associação juvenil a receber a distinção cinco vezes seguidas. Desta vez foi premiada pelo projeto Simbologia Grupal, um modelo de educação não formal intergeracional.

Os prémios Boas-Práticas destacam projetos de alcance europeu e internacional que mais se destacaram pelo impacto na comunidade, alcance e possibilidade de se reproduzirem.

Em nome da PASEC esteve presente na cerimónia o seu Secretário-Geral, Abraão Costa, e as animadoras Mariana Vilas Boas, Luciana Fernandes e Daniela Carneiro. Coube ao Secretário de Estado do Desporto e Juventude a entrega dos prémios, em cerimónia na Universidade de Évora.

Fábio Martins é o segundo melhor avançado da Liga NOS

Fábio Martins foi considerado o segundo melhor avançado da Liga NOS, relativamente aos meses de outubro e novembro, por escolha dos treinadores da principal competição de futebol. Em primeiro lugar ficou Vinícius, jogador do SL Benfica.

O atleta do Benfica arrecadou 47,86% dos votos, Fábio Martins (FC Famalicão) conseguiu 14,5% das preferências; no terceiro lugar ficou Galeno (SC Braga), com 9,40%.

Parlamento vai discutir remoção do amianto nos edifícios públicos

Além de quatro projetos de lei, do Partido Ecologista os Verdes (PEV), Bloco de Esquerda (BE), partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) e PCP, vão estar também em discussão no plenário da Assembleia da República os projetos de resolução do CDS-PP, PSD e PS.

O PEV quer que o Governo informe regularmente a Assembleia da República sobre a calendarização relativa às ações de monitorização regular e de remoção de materiais contendo fibras de amianto presentes nos edifícios, instalações e equipamentos públicos.

O projeto do PEV visa alterar a lei de 2011 que, além de outros pormenores, determinou a realização de um levantamento da presença de amianto em edifícios públicos, a listagem desses edifícios e a respetiva divulgação, bem como a realização de ações corretivas, que incluíam a remoção do material contendo amianto, onde se verificasse da necessidade dessa intervenção.

O PEV considera “justo que os profissionais e todas as pessoas que frequentam edifícios públicos possam ter a informação relativa à calendarização das ações corretivas previstas”.

Também o BE quer que seja atualizada a listagem de amianto em edifícios, instalações e equipamentos públicos e tornado público o respetivo plano de calendarização através do portal do Governo na Internet.

O BE refere que em 2016 o Governo criou um grupo de trabalho para a remoção de amianto, mas “ainda não foi feita uma ampla e abrangente atualização” da listagem de materiais que contêm amianto nos edifícios, instalações e equipamentos onde se prestam serviços públicos.

Segundo o BE, a listagem atual “estará desatualizada porque em muitos casos se limitou à verificação de existência de fibrocimento”.

A iniciativa legislativa do BE prevê instituir na lei uma revisão e atualização dessa listagem até ao final de junho de 2020, para obter toda a informação, salvaguardar a saúde pública e permitir a respetiva monitorização e ações de remoção.

Por sua vez, o PAN apresenta um projeto de lei que determina a remoção de produtos que contêm fibras de amianto ainda presentes em edifícios, instalações e equipamentos.

O PAN refere que “não se conhece o resultado do diagnóstico dos edifícios públicos da administração local e respetiva calendarização das intervenções” que já devia estar terminado em 2017, bem como não existe um plano para o diagnóstico e remoção de materiais contendo amianto nos edifícios particulares.

O PAN considera também que é necessária a criação de uma comissão independente que responda perante a Assembleia da República, tendo em conta a histórica “falta de atuação na remoção do amianto e da falta de transparência do reporte dos resultados da atuação do Governo”.

O PCP quer também alterar a lei de 2011 no sentido de garantir o acesso à informação sobre os planos e ações, sua calendarização prevista e resultados alcançados no âmbito da remoção de amianto em edifícios, instalações e equipamentos públicos e outros.

“O reforço da capacidade de intervenção no âmbito da remoção do amianto em edifícios públicos, o maior conhecimento da extensão deste problema e a constituição de uma calendarização atempada das intervenções, são condições urgentes e necessárias para responder ao problema de saúde pública que a manutenção destes materiais, nos locais em que se encontram, levanta”, refere o projeto de lei dos comunistas.

Portugal em 6.º lugar na lista dos Estados-membros onde as pessoas não vão aos médicos

A Grécia é o país com maior taxa de pessoas que não conseguem pagar os cuidados médicos (8,3%), seguindo-se a Letónia (4,2%), Roménia (3,4%), Itália (2,0%), Bélgica (1,7%), Portugal (1,6%), Bulgária (1,5%), Chipre (1,4%) e Polónia (1,1%).

No outro extremo da tabela estão a República Checa e a Finlândia (0,0%), seguida da Alemanha, Espanha, Malta, Holanda, Áustria, Eslovénia, Suécia e Reino Unido (0,1% cada).

O gabinete estatístico da UE regista que na União, 3,6% das pessoas disseram não ter recebido os cuidados médicos de que necessitavam, sendo a maior justificação a do preço (1,0%), seguindo-se a existência de listas de espera (0,9%), espera para ver se melhoram por si mesmas (0,6%) e alegado falta de tempo (0,3%).

Em Portugal, 0,6% das pessoas disseram ter preferido esperar por melhoras e 0,4% desistiram por causa das listas de espera.