Comerciantes do centro da cidade vão ser ouvidos sobre do futuro de Famalicão

Desde esta quinta-feira e até ao final da próxima semana, os comerciantes do centro da cidade de Vila Nova de Famalicão vão ter a oportunidade de dar a sua opinião e a sua visão sobre a reorganização da cidade e sobre o papel do comércio de proximidade neste âmbito.

A participação dos comerciantes será registada através de inquéritos realizados porta a porta. A medida insere-se no plano de ação elaborado pela Câmara Municipal para a dinamização do comércio e dos serviços do centro urbano de Famalicão.

Refira-se que com a concretização das operações do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) nomeadamente a reabilitação do Mercado Municipal e a revitalização das principais vias e espaços públicos na zona central abrangida pela Área de Reabilitação Urbana, torna-se cada vez mais necessária a participação do comércio de proximidade na construção de uma cidade mais moderna, funcional e atrativa.

Há famalicenses envolvidos na Operação Éter

Segundo avança, esta manhã, o jornal digital “O Minho”, dos 29 arguidos no âmbito do processo Éter, há dois de Vila Nova de Famalicão: Regocib, Construções e Imobiliário, Lda. e Augusto Rego, construtor civil. Estão acusados, respetivamente, de um crime de falsificação de documentos.

O despacho de acusação da 12.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto relativo ao processo Ėter imputa 150 crimes a 29 arguidos (21 singulares e oito coletivos), sendo o mais visado o ex-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), Melchior Moreira, o único arguido que foi preso preventivamente, com 38 crimes.

A matéria constante deste processo reporta-se a cinco linhas de investigação sobre o TPNP, estando em causa, por exemplo, os procedimentos de contratação de pessoal e de aquisição de bens, a utilização de meios da entidade para fins pessoais e o apoio prestado a clubes de futebol. Estão ainda em causa o recebimento indevido de ajudas de custo e o recebimento de ofertas provenientes de operadores económicos.

Em inquéritos que o DIAP do Porto decidiu autonomizar, está, entretanto, a decorrer a investigação de outras vertentes da Operação Éter, nomeadamente a instalação de Lojas Interativas da Turismo do Porto e Norte de Portugal, envolvendo autarcas do Norte e Centro.

Câmara de Famalicão prescinde de receita para não sobrecarregar cidadãos e tornar território competitivo

Em 2018, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão prescindiu de arrecadar 6,5 milhões de euros no IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis, para não sobrecarregar a carga fiscal dos cidadãos, encontrando-se o município famalicense entre os que registam uma maior diferença entre o IMI cobrado e o IMI a cobrar se fosse aplicada no território a taxa máxima de 0,5% a que os municípios têm direito por lei. O valor está refletido na edição 2018 do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, recentemente publicada pela Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC).

A taxa de IMI fixada em Famalicão é de 0,35% desde 2013 na sequência da aposta do presidente da autarquia numa política fiscal estável e previsível. Para além desta taxa reduzida, existe ainda a aplicação do IMI familiar, que prevê uma redução do valor do IMI de 40 euros para as famílias com dois dependentes a cargo e de 70 euros quando as famílias têm três ou mais dependentes. Na prática, isto significa que o executivo municipal deixou de arrecadar nos últimos anos algumas dezenas de milhões de euros que viriam diretamente do bolso dos cidadãos, caso o executivo optasse pela taxa máxima permitida por lei.

“Apesar de pouco visível, esta decisão é uma aposta concreta do município na qualidade de vida dos cidadãos, na competitividade do território e nas famílias de Famalicão”, assinala o Presidente da autarquia notando que esta decisão de não sobrecarregar os orçamentos das pessoas só é possível “pelas boas contas que o município tem apresentado anualmente”.

Isso mesmo é evidenciado no mesmo estudo que coloca mais uma vez Vila Nova de Famalicão no top 20 das autarquias portuguesas de maior dimensão com melhor eficiência financeira. De acordo com a investigação desenvolvida, o município famalicense ocupa a 16.ª posição entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, estando no pódio do ranking global dos municípios do distrito de Braga com melhor pontuação global.

Com coordenação da investigadora Maria José Fernandes, do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, o documento é elaborado em colaboração com o Tribunal de Contas, o Centro de Investigação em Ciência Política da Universidade do Minho e a Ordem dos Contabilistas Certificados, sendo atualmente uma referência nacional na monitorização da eficiência do uso dos recursos públicos na administração local.

Para chegar à classificação de um município financeiramente eficiente, os investigadores do estudo mediram um conjunto de resultados que relaciona indicadores como, entre outros, as dívidas a terceiros por habitante, a liquidez, o resultado operacional, o peso dos custos com pessoal, o investimento pago, a diminuição das dívidas, o grau de execução da receita líquida e o prazo médio de pagamentos aos fornecedores.

No rol de indicadores em que Vila Nova de Famalicão sobressai com particular incidência e que lhe vale a designação de município financeiramente eficiente está a diminuição constante da dívida ao longo dos últimos anos, o posicionamento como um dos municípios com maior investimento pago na última década e o volume das receitas cobradas através de uma política fiscal estável.

O Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses está disponível para consulta e download em www.occ.pt/pt/noticias/apresentado-anuario-financeiro-dos-municipios-portugueses-2018

Professora da escola de S.Miguel o Anjo cativa os alunos antes das aulas com ritual

Uma professora da Escola Básica de S.Miguel o Anjo, na freguesia de Calendário, em Vila Nova de Famalicão, decidiu começar as aulas de forma diferente.

Os alunos, sempre que chegam à porta da sala, são convidados a escolher como querem ser recebidos pela professora.

O objetivo é transmitir um sentimento de positividade às crianças, fazendo com que elas gostem de vir à escola.

 

As mesma técnica já havia sido utilizada também por uma professora dos Estados Unidos, o ano passado.

FAC na Liga de Clubes de Equipas Mistas

Inicia-se este sábado, em Albergaria-a-Velha, a Liga de Clubes, a nova competição da Federação Portuguesa de Badminton que surge no seguimento da reformulação do Campeonato Nacional de Equipas Mistas.

Na primeira divisão competem o Famalicense Atlético Clube (FAC), CHE Lagoense (CHEL), Associação Académica de Coimbra (AAC), Clube Desportivo e Recreativo dos Prazeres (CDRP), Clube de Albergaria (CA) e o Clube Sport Madeira (CSMA). Na segunda divisão, encontram-se as equipas Novasemente Grupo Desportivo (NGD), Sporting Clube de Braga (SCB), Associação Académica de Espinho (AAE), Clube Raquete Estrelas da Avenida (CREA), Sociedade de Instrução Musical de Porto Salvo (SIMPS), Movimento Voluntário Desportivo (MVD) e Clube Academia de Badminton Regional e Inclusiva da Lousã – Serpins (CABRIL), que irão lutar pela promoção à primeira divisão na época 2020/2021.

As duas divisões são disputadas em duas fases. Na fase regular todas as equipas defrontam-se ao longo de três jornadas concentradas (9 de novembro em Albergaria-a-Velha, 25 de Janeiro em Lagoa e 14 de Março em Coimbra). Os quatro primeiros classificados desta fase apuram-se para Fase Final a disputar-se nos dias 4 e 5 de abril no CAR Badminton onde se defrontarão nas meias-finais e final da competição pelo título de Campeão Nacional de Equipas.

A edição inaugural da Liga de Clubes conta com treze equipas cuja vencedora representará Portugal na Taça dos Campeões Europeus que terá lugar em Bialystok, Polónia (23 a 27 junho 2020).

Calendário: Pilaretes passam das laterais para o centro da faixa de rodagem

Os pilaretes vermelhos, recentemente instalados em alguns pontos de Vila Nova de Famalicão e Calendário, foram removidos e, em alguns casos, substituídos por outros que foram colocados a meio da faixa de rodagem.

Na imagem vê-se a nova sinalização na Rua Alberto Sampaio, na freguesia de Calendário, nas proximidades do Centro da Industria Têxtil.

Os pilaretes aparentam estar colocados de forma a evitar situações de perigo para os peões que possam estar a atravessar a passadeira, evitando, por exemplo, a ultrapassagens de viaturas naquele local e o estacionamento das mesmas em segunda fila.