Campanha de Natal B.V.Famalicão

A campanha alimentar dos Bombeiros Voluntários de Famalicão continua este fim de semana, desta vez nos supermercados Bolama e Henrique, em Joane.

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão pretendem recolher a quantidade necessária de alimentos e bens de primeira necessidade para compor 300 cabazes que serão distribuídos às famílias carenciadas do concelho, neste Natal.

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Acidente: Um ferido em capotamento na freguesia de Antas

Uma pessoa ficou com ferimentos, na sequência de um capotamento, registado na noite desta quinta-feira.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, o alerta para esta situação, na Rua José Freitas Dias, em Antas, chegou às 22h39.

Para o local foram acionados os Bombeiros Voluntários de Famalicão que socorreram a vítima.

Não existem, para já, mais informações sobre o estado de saúde do ferido.

Morreu jovem envolvido no acidente do último fim de semana na A3 em Famalicão

Esaurindo Simon Castro, jovem de 18 anos, da região de Aveiro, não resistiu aos ferimentos do acidente onde esteve envolvido em Famalicão, acabando por falecer.

Ele era um dos dois jovens que ficou com ferimentos graves, na sequência do despiste registado na manhã do último domingo, e que deixou a viatura com um elevado grau de destruição, na A3, em Vila Nova de Famalicão.

O colega, que o acompanhava na viatura, ainda se encontra internado em estado grave com prognóstico muito reservado.

A vítima mortal é sepultada esta sexta-feira, em Esmoriz, no concelho de Ovar, Aveiro.

 

Consumo de antidepressivos disparou em Portugal

O relatório sobre o setor da saúde em 2019 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), divulgado hoje, mostra um aumento generalizado no consumo de antidepressivos nos cerca de 30 países analisados, que entre 2000 e 2017 registaram, no conjunto, uma duplicação.

Portugal apresentava em 2017 um consumo de 104 doses diárias de antidepressivos por mil pessoas, quando em 2000 pouco ultrapassava as 30 doses diárias.

O relatório usa como indicador a “dose diária”, que representa a média indicada por dia para um medicamento usado por adultos para sua principal indicação terapêutica.

Portugal apresenta um consumo de 104 doses diárias por mil pessoas, quando a média dos países da OCDE é de 63.

Com maiores consumos do que Portugal surgem a Islândia, o Canadá, a Austrália e o Reino Unido.

Segundo o documento “Health at Glance 2019”, o aumento do consumo de antidepressivos pode refletir melhorias no reconhecimento e diagnóstico da depressão, a disponibilidade de terapias e a evolução de guias de orientação clínica.

Há contudo uma grande variação entre os países analisados e a Islândia tem, por exemplo, um consumo 10 vezes superior ao da Letónia, país com consumo mais reduzido.

Todos os dias são diagnosticadas 200 pessoas com diabetes em Portugal

O alerta da APDP surge a propósito do Dia Mundial da Diabetes (14 de novembro) que vai ser assinalado este ano com a campanha de sensibilização “Diabetes: Proteja a sua família”, promovida pela Internacional Diabetes Federation.

“Portugal é o país da União Europeia que tem mais pessoas com diabetes”, advertiu o presidente da APDP, José Manuel Boavida, para quem é “urgente mudar este paradigma”.

Os dados apontam “um quadro muito negro, de um peso enorme, com mais de um milhão de pessoas com diabetes e cerca de dois milhões de pessoas em risco de ter diabetes”, disse o endocrinologista à agência Lusa.

No total, são três milhões de pessoas com diabetes ou pré-diabetes, o que representa 40% da população portuguesa, números que considera “absolutamente esmagadores”.

Neste momento, “a diabetes é considerada a quarta causa de morte por si própria”, mas a doença está “subestimada na sua importância” porque ela “duplica ou triplica” a mortalidade nas pessoas com cancro, com doença respiratória e doenças cardiovasculares.

Por esta razão, José Manuel Boavida defendeu que a diabetes deve ser assumida como “um risco para a saúde pública” e “não como uma doença com a qual já se lida facilmente” e que já permite uma boa qualidade de vida.

“As pessoas com diabetes necessitam de um acompanhamento cada vez mais rigoroso e principalmente necessitamos de um diagnóstico precoce da diabetes (…) e das suas complicações a fim de minorar os seus impactos seja na mortalidade, nas amputações, na cegueira, nas insuficiências renais”, salientou.

O presidente da APDP salientou que mais de metade dos casos de diabetes tipo 2 são possíveis de prevenir com “hábitos simples” que começam em casa, como uma alimentação saudável, a prática de exercício físico e um ambiente familiar saudável.

“A campanha internacional é um alerta para recordar que as famílias têm um papel ativo a desempenhar na prevenção e gestão da diabetes e que os profissionais de saúde devem ter acesso a informação e ferramentas para ajudar os doentes e as suas famílias”, adiantou.

Apela também para a importância do diagnóstico precoce, uma das principais ferramentas para “prevenir ou adiar complicações que se podem revelar fatais”.

“Há dois milhões de pessoas com pré-diabetes que têm que ser diagnosticadas com urgência e isso implica que os centros de saúde e os cuidados primários tenham políticas ativas de rastreio dessa população”. Isso também implica que “a medicina do trabalho assuma as suas responsabilidades” porque muitas destas pessoas estão em idade ativa e não frequentam os centros de saúde.

“A ligação ou mesmo a integração da medicina do trabalho nos centros de saúde tem de ser equacionada e tem que se encontrar formas para que se possa avançar para que este rastreio seja sistematizado e que todas as pessoas tenham possibilidade de acesso”, defendeu.

Para o especialista, o Dia Mundial da Diabetes deve representar “um alerta que deve ter consequências ao nível da organização dos cuidados de saúde (…) e da participação das pessoas com diabetes na decisão política”.

Por outro lado, “as instituições não devem ficar fechadas sobre si próprias, não devem ter uma limitação da sua atividade. Devem ter permanentemente em atenção as pessoas que têm diabetes e que são o alvo principal de toda a nossa ação”.

Famalicão liga a iluminação de Natal dia 22

A poucas semanas do arranque das festividades natalícias, a cidade de Vila Nova de Famalicão prepara-se para ser o “Lugar do Natal”. O slogan que dá o mote à campanha promovida pela Câmara Municipal e pela Associação Comercial e Industrial de Vila Nova de Famalicão é materializado através de um vasto programa de atividades que decorre entre 22 de novembro e 5 de janeiro e inclui circo de papel, pista de gelo, carrocel, espetáculo multimédia, mercado de Natal e Cabana Solidária com a presença do Pai Natal, entre muitas outras iniciativas.

A magia começa a ser criada já no próximo dia 22 de novembro com a ligação da iluminação natalícia que vai encher as ruas da cidade e das vilas do concelho (Joane, Ribeirão e Riba de Ave) de brilho e cor. Será também ligado o som ambiente, concedendo a atmosfera perfeita para a época.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “Vila Nova de Famalicão assume-se como o lugar do Natal e tem muitas razões para o fazer”. “Com esta campanha vamos transformar Famalicão num lugar mágico com espaços para as crianças darem largas à sua imaginação e fantasia, mas também iniciativas que apelam ao espírito natalício de todos os famalicenses”, adiantou o autarca.

Quanto aos que vem de fora visitar a cidade, o autarca diz que “há um mundo de encantar para conhecer e participar. Estamos preparados para receber os turistas que nos queiram visitar e temos muito para oferecer”.