GNR com operação para combater o uso de telemóveis durante a condução

A Guarda Nacional Republicana (GNR) vai reforçar entre hoje e dia 12 de maio a fiscalização ao uso dos telemóveis durante a condução nas vias onde se tem registado um maior índice de sinistralidade, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a GNR adianta que a operação “Smartphone, Smartdrive” visa “contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores”.

Entre 01 de janeiro e 30 de abril, a GNR detetou cerca de nove mil condutores a fazer uso indevido do telemóvel a conduzir e em 2018 foram mais de 22 mil os que cometeram aquela infração.

A GNR recorda que a “utilização incorreta e o manuseamento de telemóveis, ‘tablets’, ou dispositivos similares, para a realização de chamadas, envio de mensagens escritas ou consulta de redes sociais, durante a condução acarreta riscos associados: distração visual (tira os olhos da estrada), limitação motora (tira as mãos do volante) e condicionamento cognitivo (distração na condução)”.

A condução distraída é, segundo a GNR, um fator de risco que tem sido objeto de uma atenção crescente nas políticas de segurança rodoviária.

A GNR lembra que a “Comissão Europeia, no Plano de Ação para a próxima década (2020-2030) destacou a condução distraída como um dos principais comportamentos de risco para a segurança rodoviária, bem como a velocidade excessiva, a não utilização do cinto de segurança ou capacete e a condução sob efeito do álcool ou substâncias psicotrópicas”.

Prepare-se: Vem aí uma semana de chuva

A semana começa com previsões pessimistas em relação ao tempo. O sol e o calor dos últimos dias vão ser trocados pelo frio e chuva.

De acordo com as previsões do instituto português do mar e da atmosfera a chuva deverá chegar ao longo do dia desta segunda-feira, para se manter até pelo menos sexta.

As temperaturas devem também cair consideravelmente.

O bom tempo tem regresso marcado para o fim de semana.

Motoristas de transporte de passageiros do Norte em greve parcial a partir de hoje

Os motoristas do setor privado de transporte de passageiros do Norte começam hoje uma greve parcial de 15 dias depois de terem falhado as negociações com a ANTROP com vista ao aumento do salário dos trabalhadores.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN), a greve de 15 dias começa hoje às 19:00 prolongando-se até às 10:00 do dia 19.

Os motoristas cumpriram uma greve de 12 dias entre 25 de março e 5 de abril. Desta vez farão uma paralisação parcial, “entre as 19:00 de um dia e as 10:00 do dia seguinte”.

Em causa está a subida do salário base dos trabalhadores para os 685 euros, valor que o sindicato sempre garantiu não estar disposto a negociar.

Os trabalhadores reclamam ainda a redução para três horas do período de “intermitências”, bem como o pagamento de oito horas de subsídio de “agente único”.

Em comunicado divulgado na sexta-feira, o STRUN refere que a Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP) “não evoluiu na sua proposta, continuando a propor um vencimento de 670 euros, oito horas de agente único só em final de junho de 2020 e voltando a propor 3:40 de intervalo para este ano”, além de não estarem resolvidas outras questões, como o subsídio de alimentação.

Esta é segunda vez, num espaço de mês e meio, que os motoristas do setor privado de transporte de passageiros do Norte avançam para uma greve que, acredita o STRUN, poderá ter uma adesão ainda mais participada, nomeadamente com adesão de trabalhadores de outras empresas que não participaram na paralisação anterior.

Em declarações à Lusa, em 5 de abril, o coordenador do STRUN, José Manuel Silva, considerava que o balanço da primeira greve não podia ser “mais positivo”, uma vez que ao longo dos 12 dias a adesão manteve-se “acima dos 80%”.

“Já há muitos anos que não se via uma coisa destas. Não me lembro de uma greve com tantos dias e com esta adesão. Há um grande descontentamento, inclusivamente, há até quem esteja a ponderar abandonar a profissão para trabalhar numa fábrica”, afirmou à data.

Viatura arde em plena A3 em Famalicão

Um ligeiro de passageiros ardeu, ao final da tarde deste sábado, na A3 em Famalicão, ao km 27, sentido Sul – Norte.

O alerta para este incêndio foi dado por volta das 19h30 e para os local foram chamados os Bombeiros Voluntários Famalicão e Famalicenses. Apesar da rápida intervenção a viatura acabou por ficar completamente destruída pelas chamas.

Os ocupantes do carro conseguiram sair a tempo de evitar ferimentos.

Combustíveis: Não há aumento, pode haver uma descida de meio cêntimo

O preço dos combustíveis não deve sofrer alterações na próxima semana. A ocorrer alguma mexida será no gasóleo, onde há margem para descer meio cêntimo.

Fonte do setor adiantou ao ECO que o litro de gasolina deve manter-se inalterado, com este tipo de combustível a manter-se nos 1,564 euros. Ou seja na fasquia mais elevada desde a semana que arrancou a 22 de outubro, de acordo com os dados oficiais da Direção Geral de Energia e Geologia.

ECO

Famalicense hospitalizado depois de lhe terem agredido e vandalizado carro na Póvoa

Um famalicense foi agredido, na noite desta sexta-feira, em plena cidade da Póvoa de Varzim.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, o indivíduo de 28 anos terá ido levantar uma encomenda, nas proximidades do estádio. Assim que acabou de estacionar, foi surpreendido por um grupo de indivíduos que lhe terá questionado o porquê dele estar naquele local com um cachecol do Famalicão nos bancos traseiros. Sem tempo para responder, o famalicense diz ter sido brutalmente agredido enquanto outros elementos apedrejavam o carro e partiam os vidros.

O apoiante do Futebol Clube de Famalicão, no meio da confusão e com a viatura destruída, conseguiu fugir e procurar um lugar seguro. Foi na esquadra da PSP da Póvoa que acabou por pedir ajuda, tendo sido encaminhado quase de imediato de ambulância para o hospital mais próximo.

Com várias escoriações no corpo, a vitima recebeu tratamento hospitalar e depois, no regresso a casa, teve que ser acompanhada pela PSP até à entrada das portagens de forma a não sofrer mais represálias.

A situação está a agora a ser investigada pela Polícia Judiciária.