Braga: Entregador de pizzas morre depois de acidente em que o condutor fugiu
Um entregador de pizas morreu, esta quinta-feira à noite, na sequência de uma colisão com um carro, que se colocou em fuga após o acidente, na Variante do Cávado, em São Martinho de Dume, Braga. O condutor suspeito foi detido pela PSP.

O acidente ocorreu cerca das 20.45 horas na EN101, estrada que liga Braga a Vila Verde. O condutor do motociclo ficou em estado considerado muito grave e foi transportado pela INEM para o Hospital de São João, no Porto, onde acabou por morrer. A vítima, João Silva, tinha 21 anos e era também estudante. Trabalhava como distribuidor de pizas para ajudar a pagar as propinas e outras despesas dos estudos na Universidade do Minho, em Gualtar, Braga.
O condutor do carro, um Mercedes, fugiu do local – perto das instalações da Volvo – e, mais à frente, na freguesia de São Vicente, foi detido pelas autoridades. O suspeito, de 63 anos, residente na freguesia de São Mamede de Este, em Braga, tem uma estação de recolha de automóveis, em São Vicente, no centro de Braga, onde se estaria a preparar para esconder o seu carro acidentado, quando foi detido por agentes da PSP de Braga.
A Polícia de Segurança Pública apreendeu o automóvel, da marca Mercedes, de cor negra, que seguiria em contramão, apanhando de surpresa o jovem que trabalhava na Telepizza.
A Esquadra de Trânsito do Comando Distrital de Braga da PSP tomou conta da ocorrência e os agentes dos carros de patrulha detiveram o suspeito, em colaboração com a Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial, tendo os Bombeiros Sapadores limpado a estrada.
[Video] Cavalo à solta no centro de Famalicão assusta população
Um cavalo, de porte médio, assustou esta tarde todos aqueles que passavam pelo centro da cidade de Famalicão. O animal, visivelmente desorientado, foi avistado a circular na Avenida Marechal Humberto Delgado provocando alguma confusão no trânsito.
Video por: Pedro Maia
Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar nem bombeiros nem a polícia foi chamada a intervir.
Desconhece-se de onde terá fugido o cavalo.
Famalicão: Ameaça mãe de morte por causa de um carro
Um homem de 23 anos foi levado para a cadeia, onde vai ficar em prisão preventiva, depois de bater e ameaçar a mãe de morte, por esta não lhe emprestar o carro.
O agressor, desempregado, foi detido no sábado por uma patrulha da GNR de Riba de Ave, chamada ao local pela vítima. Mesmo depois de ter sido levado para o posto, utilizou o telefonema a que tinha direito para ligar e voltar a ameaçar a mãe de morte. O juiz do Tribunal de Famalicão não teve dúvidas e mandou-o para a cadeia. A mulher, de 64 anos, ligou em pânico para a GNR a pedir ajuda, ao final da tarde do passado sábado. Estava em casa, na freguesia de Bairro, em Famalicão, e ficou aterrorizada com um telefonema ameaçador do filho, que exigia levar o carro. “Se não me emprestas o carro, levas na cara à frente dos guardas. E se for preciso, eles levam também”, repetiu o agressor, mesmo na presença dos militares. Admitindo que já tinha agredido a mãe, nos dias anteriores, e apesar dos pedidos dos guardas para que se acalmasse, o agressor tentou esmurrar a mulher, mas foi prontamente impedido pelos militares. Tentou resistir à detenção, mas acabou algemado e passou a ameaçar de morte também os guardas. “Ainda hoje vão a minha casa buscar um morto. Vão arrepender-se também”, gritava o agressor. Passou duas noites detido no posto da GNR até ser presente no tribunal local na segunda-feira.
Foi entregue na cadeia de Braga.
Fonte: Correio da Manhã
Joane perde Supertaça
O Maria da Fonte conquistou, esta quarta feira a Supertaça ao derrotar o Joane por 3-1, num jogo disputado no Parque dos Desportos de Fafe.
Um triunfo suado da equipa marifontista, que entrou a ganhar, mas viu o Joane empatar na segunda metade. E quando toda a gente pensava que seriam jogar mais 30 minutos, Miguel, aos 90’, surgiu descaído no lado direito, e desatou o nó. Depois, Tanela, nos acréscimos do jogo, fechou a contagem. O Maria da Fonte partia para esta final com um ligeiro favoritismo, até porque joga num escalão superior. Mas isso não se notou muito em campo, pois o Joane vendeu bem caro esta derrota. A equipa de João Pedro Coelho nunca se encolheu, mostrou sempre uma cara alegre, com vontade de chegar ao golo. É verdade que em algumas fases da partida, principalmente depois do primeiro golo e do empate, o Maria esteve por cima, mas nunca foi um domínio avassalador. O jogo começou com uma soberba oportunidade para o Joane quando Totas, logo aos nove minutos, na sequência de dois cantos para o Joane, surgiu bem posicionado para abrir o marcador, mas o remate do avançado saiu um pouco ao lado. O Maria da Fonte reagiu,m procurou ter mais bola, mas o Joane dividiu sempre bem o jogo olhando para a baliza adversária com muita gula. Só que à passagem da meia hora sofreu uma falta à entrada da área que resultou num canto. Na sequência do lance Romário, com um bom golpe de cabeça, inaugurou o marcador. Um resultado que não sofreu qualquer alteração até ao intervalo.
No segundo ato, o Joane entrou bem e chegou mesmo ao empate, com um golo de Diogo, à passagem dos 60 minutos. Depois, retraiu-se um pouco, dando liberdade ao Maria para se aventurar mais no ataque. Mas o jogo não foi rico em oportunidades e já estavam todos à espera do prolongamento. Só que o jogo apenas termina quando o árbitro apita para o fim e, aos 90 minutos, Miguel, que tinha entrado no decorrer da segunda parte, marcou o segundo para a sua equipa. O Joane ficou sem tempo de reação e ainda viu Tanela marcar o terceiro, já passavam cinco minutos da hora. Miguel foi o primeiro jogador que Alberto Fernandes lançou no jogo. O extremo deu outra mobilidade ao ataque dos marifontistas e acabou por ser o herói desta Supertaça ao apontar o golo que evitou que o jogo fosse para o prolongamento, já que o terceiro de Tanela surgiu já numa fase de alguma descompressão do Joane.
Fonte: Diário do Minho
Carros estacionados “engolidos” pela subida da maré
A situação aconteceu em Vila Praia de Ancora, no concelho de Caminha. Os veraneantes foram surpreendidos com a subida a maré e viram as suas viaturas sendo “engolidas” pelo mar.
Em muitos dos casos não foi possível localizar os proprietários dos carros e a população, numa tentativa de minorar os prejuízos destes automobilistas, tentou arrastar as viaturas para um local mais seguro.












